Você narrando.
Demi: Amor, ligaram do hospital pra cá. Os teus pais sofreram um acidente grave e.. - ela abaixou a cabeça. - o teu pai e a tua mãe, morreram amor. Eu sinto muito. - ela falou de cabeça baixa. Eu não movi um músculo se quer. Ela levantou a cabeça, me olhando. Eu não acreditava, eles estavam mentindo. Não, meus pais não. -
Você: Não. - eu levantei-me rapidamente. - Vocês estão brincando comigo, é mentira. Ele estão bem, né? É mentira de vocês. - olhei para Demi, que me olhava sentada. - Demi, diz que é mentira.. por favor. - eu disse com a voz embargada. Ela se levantou e me abraçou forte. Eu comecei a chorar, chorar como um bebê. -
Demi: Eu sinto muito, meu amor. - soltei-me dela, sentei no sofá e comecei a chorar. Os meus pais estavam mortos? Por que isso estava acontecendo comigo? A minha mãe? O meu pai? Eu chorava alto. Demi se sentou ao meu lado e abraçou-me de lado. Chorei mais ainda em seu colo. Eu queria tirar aquela dor insuportável do meu corpo. Eu queria acordar e descobrir que aquilo era um pesadelo. E ainda tem que arrumar tudo, tem que ir no hospital. Eu não conseguiria fazer aquilo, meu irmão também não. -
Você: Demi.. - chamei-a com a voz baixa, ela me olhou. -
Demi: Fala meu amor. - disse me olhando. -
Você: Pede pra tua mãe e pro teu pai irem no hospital resolverem tudo essas coisas que tem que resolver. Eu não vou conseguir, por favor.. - eu pedi chorando. Ela me abraçou. -
Demi: Eu vou lá falar com eles. - ela disse e se levantou. - Daqui a pouco, eu volto. - deu um beijo na minha testa e saiu. Deitei no sofá e comecei a chorar como um grande bebê. -
Demi narrando.
Cheguei em casa e fui direto para o quarto dos meus pais. Sentei ao lado da minha mãe e balancei-a levemente. Ela foi acordando aos poucos.
Dianna: Demi? O que aconteceu? - ela falou se sentando na cama, ainda sonolenta. -
Demi: Mãe, eu preciso de um fazer seu. - eu falei. Ela me encarou. -
Dianna: A essa hora da noite? Sério mesmo, Demi? - olhou-me. -
Demi: Mãe, por favor. Eu preciso que tu vá no hospital. - falei, ela deu um pulo da cama. -
Dianna: Hospital? Por que? O que aconteceu? - perguntou uma coisa atrás da outra. -
Demi: Os pais da (Seu nome) sofreram um acidente grave e eles.. morreram. - abaixei a cabeça. - Ela pediu pra ti ir no hospital e ver aquelas coisas de papeladas e pans. É que ela está tão mal, mãe. Por favor. - olhei para minha mãe. -
Dianna: Ah meu Deus. Eu vou sim, filha. - ela me abraçou. - Eu amo você. - ela disse e eu sorri. -
Demi: Obrigado. Eu também amo você, mãe. - dei um beijo na bochecha dela e sai do seu quarto. Estava indo para o meu quarto pensar um pouco, até que eu sinto um aperto no coração. Um pressentimento ruim, como se algo fosse acontecer. Desci correndo as escadas e sai correndo de casa. Entrei com tudo na casa da minha menina e vi apenas Sophia e Rafael na sala. - Cadê a (Seu nome)? - perguntei. -
Sophia: Está lá em cima. - subi as escadas correndo e fui até a porta de seu quarto. Quando eu abri a porta tudo parou. A minha menina estava encolhida em um canto do quarto, chorando muito, com uma gilete na mão a ponto de se cortar. Sem dizer nada, corri até ela e tirei a gilete de sua mão. -
Demi: Não, meu amor. Não. - joguei a gilete do outro lado do quarto, puxei-a fazendo ela me abraçar. Nada mais se ouvia naquele quarto, só o barulho dos soluços dela. Chorava como um bebê em meus braços e aquilo acabava comigo. Abracei-a pela cintura e a levantei, colocando na cama. Fui acalmando ela aos poucos, fazendo-a parar de chorar. Olhei em seus olhos. -
(Seu nome): Me desculpa, Demi. Eu ia me cortar, eu ia ser fraca novamente. Desculpa, desculpa, desculpa. - ela pediu. -
Demi: Meu amor, não precisa pedir desculpas. Eu só quero que tu me prometa que não vai fazer isso, ok? Me promete, princesa. - olhei-a e ela assentiu. -
(Seu nome): Eu prometo, eu prometo. - ela disse, nós nos beijamos. Fui deitando-a lentamente na cama, enquanto nos beijávamos. A falta de ar começou e eu separei nossos lábios. Deitei ao seu lado e puxei-a para mais perto de mim, aconchegando-a em meus braços. - Eu te amo, Demi. - pude ouvir ela sussurrar. -
Demi: Eu te amo minha princesa. - falei em seu ouvido e adormecemos ali, abraçadas. -
Você narrando.
Dois meses se passaram. Se você me perguntar nesse momento como está a minha vida, eu diria horrível. Se me perguntasse a quatro meses atrás eu diria perfeita. Depois que meus pais morreram tudo foi desmoronando aos poucos. Eu só ficava em casa, não saia mais. Eu e Demi brigamos e terminamos. Pois é, não existe mais Eu&Demi. Estamos separadas á um mês já e cara, a falta que ela me faz é tão grande. Tudo por um ciúmes idiota. Estou deitada na minha cama, olhando para o nada e me vem novamente aquela cena na minha cabeça.
~~ Início de FlashBack. ~~
Estava terminando de trocar de roupa, tinha acabado de sair do banho. Quando sai, pude ver Demi sentada na cama com uma expressão séria e meu IPhone na mão.
Você: Aconteceu alguma coisa, amor? - perguntei e sentei ao seu lado. Ela levantou-se e parou na minha frente. -
Demi: Quem é Érick, (Seu nome)? - me perguntou, seca. -
Você: Érick? - perguntei confusa. -
Demi: É, esse tal de Érick te mandou uma mensagem. Mandando tu ir na empresa, que ele queria matar as saudades de ti e ainda te chamou de "minha lindinha." - ela suspirou. - Quem é, Érick? Por que você fez isso? - os seus olhos encheram-se de lágrimas. -
Você: Mais, eu não fiz nada Demi. - levantei-me. -
Demi: COMO NÃO? PORRA, EU PENSEI QUE TU ME AMAVA. - as lágrimas já escorriam de seus olhos. -
Você: E EU PENSEI QUE VOCÊ CONFIAVA EM MIM. - gritei já com raiva. -
Demi: E EU CONFIAVA. MAIS, DEPOIS DESSA MENSAGEM EU NÃO SEI SE DEVO CONFIAR. QUER SABER? EU VOU EMBORA. - ela virou e foi saindo. -
Você: Demi.. - segurei sua mão, ela me olhou e soltou-a. -
Demi: Entre eu e você, não existe mais nada. - ela disse e saiu de lá. Eu deitei na cama e comecei a chorar. Ela nem me deixou explicar. Érick é um senhor de 60 anos, casado, com filhos que trabalhava com meus pais na empresa no Brasil. Nós sempre nos demos muito bem, ele era como um segundo pai para mim e sempre me chamava de "minha lindinha", desde pequena. Porra, eu amo a Demetria cara. Eu nunca iria trai-lá. -
~~ Fim de FlashBack. ~~
As lágrimas já escorriam dos meus olhos, ao lembrar-me de tal cena. Era tão difícil perceber que eu amo Demetria? Que para mim não existe mais nada além dela? Desde aquele dia, nós nunca mais nos falamos. Eu sinto tanto a falta dela. Está um calor insuportável, então decido ir a praia correr um pouco. Troquei de roupa, colocando um biquine, um shorts jeans curto por cima e uma blusa qualquer. Coloquei o meu tênis, peguei a chave do meu carro e dei a partida. Fui para uma das praias mais isoladas de lá. Estacionei o carro e tranquei-o. Fui andando pela praia, só vendo as ondas se quebrando. Conectei o fone no IPhone e comecei a ouvir música. A primeira era "Don't Forget. " "Você se esqueceu, tudo que tivemos." "Você se esqueceu, de mim?" Aquilo se repetia na minha cabeça. Você se esqueceu da gente, Demi? Será? Uma lágrima escorreu de meus olhos. Estava andando de cabeça baixa e quando levanto a cabeça, vejo uma pessoa correndo em minha direção. Não deu tempo de eu desviar e ela acabou esbarrando em mim, fazendo-nos cair. A pessoa acabou caindo por cima de mim. Quando olhei para ver o rosto da garota, o mundo ao meu redor parou. Era ela. Demetria. Nossos olhares se encontraram e ficamos ali paradas, sem fazer nada nada.
Demi: Ah, foi mal por te derrubar (Seu nome). - ela falou seca, aquilo doeu. Ela foi se levantar, mas eu fui mais rápida. Passei um dos meus braços pela cintura dela, puxando-a para perto de mim, fazendo ela cair sobre mim novamente. Uma de minhas mãos, foram até a sua nuca. Ela olhou-me. - (Seu nome).. - ela sussurrou. Nossas respirações já estavam formando uma só. Nós estávamos nos completando, novamente. -
Você: Demi.. - sussurrei. Puxei-a pela nunca para mais perto de mim e finalmente nossos lábios se encontraram. Passei a língua no seu lábio inferior, pedindo passagem. Ela entreabriu e eu invadi sua boca com a minha língua. Quando nossas línguas se encontraram novamente, depois de um mês, uma corrente elétrica passou por todo o meu corpo. Nossas línguas dançavam uma com a outra, a cada toque delas meu corpo estremecia. Eu sentia falta daquele beijo, eu sentia falta dela. Eu puxava ela para mais perto de mim. Minha mão em sua nuca, puxava-a para mais perto, colando ainda mais nossos lábios. Meu braço ao redor de sua cintura, firmaram-se ao redor dela e puxei-a para mais perto de mim. A falta de ar começou e nós tivemos que separar nossos lábios. Ficamos nos encarando por alguns minutos. - Você sentiu tanta falta, como eu senti? - perguntei. -
Demi: Senti falta do que? - perguntou. -
Você: Demi, você sentiu falta de mim? Sentiu falta de nós? Das nossas noites, dos nossos beijos? Sentiu tanta falta, como eu senti? - perguntei, ela me encarou por alguns segundos sem dizer nada. -
Demi: Senti. Eu senti muito a falta de tudo isso. Mais.. - ela suspirou e saiu de cima de mim, sentando-se na areia. Sentei-me ao seu lado. -
Você: Olha Demi, quando você terminou comigo por causa daquela mensagem, você não me deixou explicar. Então, agora você vai me ouvir. Pode ser? - olhei-a. -
Demi: Tudo bem, pode falar. - me olhou. -
Você: Vem cá. - sentei-me de frente para ela e puxei-a pela cintura, para ficar mais perto de mim. Acariciei o seu rosto. - Presta muita atenção no que eu vou te falar Demi. - ela assentiu. - Aquele Érick que mandou mensagem para mim, é um senhor de 60 anos, casado, com filhos. Ele morava no Brasil e trabalha na empresa com o meu pai. Mas, ele se mudou para cá. Eu e ele sempre nos demos muito bem e estávamos a um tempo sem nos ver. Ele sempre foi um segundo pai para mim e sempre me chamou de "minha lindinha", desde pequena. - Demi suspirou e olhou para baixo. -
Demi: Desculpa. - sussurrou e abaixou a cabeça. Levei minha mão até seu queixo e lentamente levantei sua cabeça. -
Você: Ei, olha pra mim. - pedi, ela me olhou nos olhos. Acariciei o seu rosto. - Eu nunca te trai e nem seria louca de fazer isso. Demi, eu te amo cara. Eu te amo tanto e quando tu virou as costas e foi embora, foi como se estivessem me matando aos poucos. Tu imagina como foi ficar um mês sem você? Falta uma metade de mim, falta uma metade do meu coração. Tu me completa, Demetria. Me completa quando me beija, quando me toca, quando sorri pra mim, quando me abraça, quando pega na minha mão, quando diz que me ama. Me completa nas tardes e noites que nós passávamos juntas. Você é a minha outra metade, o meu motivo de seguir em frente todos os dias. - uma lágrima escorreu dos meus olhos e dos dela também. - Você é minha, Demi. Você é e sempre será minha. Eu te amo tanto, cara. Por favor, não desconfia disso. - falei, pedi. Ela me olhou. -
Demi: Eu não vou duvidar. - ela disse e então me abraçou. Apertei-a em meus braços, eu queria ela ali comigo. Não queria larga-la, não queria perde-lá novamente. Nos soltamos e ficamos nos olhando. - Desculpa ter desconfiado de ti, meu amor. É que o ciúmes bateu forte e eu acabei desconfiando de ti. Mas, eu juro que confio em ti. Eu juro, princesa. Eu senti tanto a sua falta. O seu abraço, o seu sorriso, o seu cheiro, o seu toque, tudo em você é uma parte de mim agora meu amor. Sem você não dá mais pra viver. Eu te amo, eu te amo amor. - ela disse olhando-me nos olhos. Eu sorri. -
Você: Eu te amo, minha princesa. - falei e selamos nossos lábios. Um beijo carinhoso, lento, suave, calmo, com amor. Aquele beijo transmitia todos os sentimentos que existia entre a gente. Nossas línguas brincavam uma com a outra. A falta de ar chegou e nós nos separamos. Sentei ao seu lado, e abracei-a de lado. Então, ficamos ali. Abraçadas de lado, ela com a sua cabeça deita no meu ombro, com o vento batendo no nosso rosto, vendo as ondas se quebrarem, juntas. E seria assim para sempre, deveria ser assim. Nós duas, juntas. -
Imagine Lovatic Hot.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 8.
Você narrando.
Entramos na minha casa de mãos dadas. Meu irmão, Sophia, minha mãe e meu pai estavam sentados no sofá. Quando entrei eles levantaram. Minha mãe veio até mim e me deu um abraço. Eu ri e logo nos separamos.
Mãe: Você tá louca menina? Aonde tu passou a noite? Tu tá bem? - ela começou a fazer uma pergunta atrás da outra. -
Você: Desculpa mãe. É que ontem, quando eu fui dar um "Olá" para os vizinhos, eu descobri que a Demi era a vizinha. E bom daí.. dai eu acabei dormindo lá e nem tive tempo de avisar. - meu pai estava subindo as escadas naquele momento. -
Pai: AHAM, EU SEI BEM ESSE DORMIR DE VOCÊS DUAS. - ele gritou da escada, eu corei. Minha mãe riu e subiu as escadas. Sophia e Rafael cumprimentaram Demi. Logo meus pais desceram novamente. - Venham aqui, todos vocês. - ele disse saindo para o lado de fora com minha mãe. Fomos até a frente do portão da garagem e ele abriu. Tomamos um susto quando vimos 5 carros lá dentro. - Bom, cada um de vocês tem um carro agora.
Mãe: (Seu nome), aquele carro é o teu. - ela disse apontando para um carro perfeito. Eu sempre quis ter um carro daquele. - Rafael, aquele carro é o teu. - apontou para um carro preto que estava do lado do meu. - Sophia, aquele carro é o teu. - apontou para um carro cinza, que estava do lado do carro do meu irmão. - E os outros dois carros são meu e do pai de vocês. - ela disse, nós estávamos boquiabertos. Eu e Sophia começamos a gritar. Eu pulei em cima do meu pai, abraçando-o. -
Você: Obrigado pai. - enchi seu rosto de beijos. - Obrigado mãe. - dei vários beijos em sua bochecha, eles riram. - Demi.. - peguei sua mãos e sai puxando-a para dentro de casa. Subimos as escadas e fomos para o meu quarto. Quando chegamos, eu fechei a porta e pulei na cama de baixo das coberta. Demi ficou me olhando e rindo. - Vem aqui comigo. - chamei-a e ela deitou comigo. Nós ficamos uma de frente para outra. Minhas mãos foram para o seu rosto, acariciando. - Ontem a noite foi perfeita. - eu disse sorrindo para ela, que aproximou-se de mim. -
Demi: Noite perfeita, com a mulher perfeita. A mulher perfeita para mim. - eu estremeci ao ouvir aquilo. Eu não quero que ela brinque comigo, eu não quero sofrer depois. -
Você: Demi, não brinca comigo.. por favor. - eu sussurrei. -
Demi: Eu não to brincando contigo. - ela se aproximou e me beijou. Quando o ar estava faltando, separei-me dela e levantei da cama. -
Você: Demi, não.. por favor, não. - eu falei. Não queria ser jogada de lado como eu fui da última vez. -
Demi narrando.
Eu pude sentir o desespero na voz dela pedindo para mim não brincar com ela.
(Seu nome): Demi, não.. por favor, não. - ela pediu, levantando-se da cama. Eu levantei ficando de frente para ela. -
Demi: Eu não vou brincar contigo, amor. Eu não to dizendo que amo você? - perguntei, ela me olhou. -
(Seu nome): ESSE É O PROBLEMA, DEMETRIA! VOCÊ TÁ DIZENDO QUE ME AMA. - ela gritou com os olhos cheios de lágrimas, fitei-a extremamente confusa. Suspirou, sentou-se na cama e começou a chorar. Meu coração apertou. Ajoelhei em sua frente e á abracei forte. - Eu não quero ouvir um eu te amo, ser iludida e sofrer como na última vez. Eu não quero, Demi. E se isso acontecer, eu não vou aguentar. Por que nem as tuas músicas que são o meu refúgio, eu vou poder ouvir porque irão me lembrar você. Não brinca comigo Demi, por favor.. - ela disse chorando abraçada comigo. Apertei-a mais entre meus braços. Então era isso. Ela tinha medo de sofrer como a última vez. Fiquei em silêncio até ela se acalmar. Separei-me dela, sequei as suas lágrimas e ela abaixou a cabeça. Levantei sua cabeça. -
Demi: Ei, olha pra mim. Por favor. - pedi. Ela me olhou com os olhos cheios de lágrimas. Doía vê-lá daquela maneira. Olhei nos seus olhos e acariciei o seu rosto. - Eu não estou brincando contigo, meu amor. Eu quero você e só você. E acho esse garoto que te fez sofrer o maior babaca do mundo, porque ele perder a mulher maravilhosa que você é. Só que agora, você é a minha mulher. - suspirei. - Eu digo a verdade quando falo que eu te amo. O meu coração não suporta a tua ausência, não suporta ver as tuas lágrimas. Eu fico feliz apenas de ver um sorriso teu. Eu quero estar do teu lado, para sempre. Eu te amo, meu amor. Eu te amo. - puxei-a para mais perto de mim. - (Seu nome), você.. você quer namorar comigo? - pedi. Ela me olhou na hora. Eu queri-a comigo, eu precisava dela. -
(Seu nome): Eu.. quero. - ela disse e assentiu com a cabeça. Eu sorri e selei nossos lábios. Nossas línguas dançavam juntas, uma perfeita sincronia entre ambas. A cada toque de sua língua na minha, um choque elétrico percorria o meu corpo. Ela tinha um poder enorme sobre mim. A falta de ar fez nós terminarmos o beijo. - Eu te amo. - ouvi ela dizer e abri os olhos que até então estava fechados. Ela me olhou. - Eu te amo, Demi. Eu te amo. - ela disse e eu sorri, abraçando-a. -
Demi: Eu te amo, muito. Eu te amo, minha namorada. - eu disse. Deitamos na cama dela, abraçadas e acabamos adormecendo ali, abraçadas. -
Um mês se passou desde que nós começamos a namorar, estava tudo tão perfeito. A cada dia que passava eu a amava mais. Eu tinha ficado com ela noite passada e nós adormecemos. Acordei e percebi que já era de noite do outro dia. Sai do quarto dela sem fazer barulho e desci as escadas. Rafael e Sophia estavam assistindo televisão.
Demi: Boa noite. - eu disse. eles me olharam. -
Sophia: Boa noite, Demi. - sorriram. Olhei-os. -
Demi: Rafa, cadê os pais de vocês? - perguntei. -
Rafael: Eles saíram mais cedo para a empresa e não voltaram ainda.
Demi: Ah, tá. - sorri. - Bom, vou indo para casa. Qualquer coisa, digam para a (Seu nome) ir lá. - sorri e sai de casa. Cheguei na minha casa, entrei e fui diretamente para o meu quarto. Coloquei meu pijama, deitei na cama e adormeci. -
Sophia narrando.
Já são 00:00, estamos aqui eu e Rafael assistindo televisão. Os pais deles não chegaram ainda. Estávamos conversando e rindo, até que o IPhone dele tocou. Atendeu.
Rafael: Alô?.. Sim, sou eu mesmo... Conheço sim, são meus pais.. O que? - ele levantou rapidamente. - Os dois?.. - perguntou com a voz falha. - Ok.. logo eu irei praí. - ele desligou o telefone, olhou-me e começou a chorar como um bebê. Me levantei e o abracei. -
Sô: Ei, o que aconteceu? - perguntei tentando acalmar ele. -
Rafael: Era do hospital. - olhei-o rapidamente. - Os meus pais sofreram um acidente de carro e eles.. eles morreram, Sophia. Os dois. - Meus olhos encheram-se de lágrimas. Ele levantou-se. - Eu vou ir acordar e contar para a minha irmã. - falou, enquanto chorava. Segurei seu braço. -
Sô: Não, eu vou chamar a Demi. - ele me olhou. - Vamos esperar a Demi aqui, para contar para a (Seu nome), vai ser bom a Demi do lado dela. - ele assentiu e sentou-se, começando a chorar novamente. - Eu vou na casa da Demi. - disse e sai correndo de casa. Atravessei a rua e toquei a campainha da casa de Demi rapidamente. Ninguém. Toquei a segunda, terceira, quarta. E finalmente alguém abriu, para minha sorte, era a Demi. -
Demi: Sophia? - ela me encarou. -
Sô: Demi, troca de roupa e vai na minha casa. Por favor Demi, rápido. Eu to te esperando. - disse e voltei para casa. Entrei e abracei Rafael começando a chorar. Minutos depois, eu vejo Demi entrar correndo em casa. -
Demi: O que aconteceu? Por que vocês estão chorando? Tá tudo bem com a (Seu nome)? - ela perguntava desesperada. Puxei-a pela mão, fazendo ela sentar. -
Sô: Demi, eu e o Rafa vamos precisar da tua ajuda. - eu disse e suspirei. -
Demi: Ajuda para que? - perguntou. -
Sô: Para contar pra (Seu nome) que os pais dela estão.. mortos. - falei a última palavra com a voz falha. Ela me encarou rapidamente. -
Demi: Como assim? Mortos? O que? - ela perguntou. -
Sô: Eu não sei, Demi. Ligaram do hospital. Eles sofreram um acidente grave e os dois morreram. - eu disse chorando, Demi levantou-se. -
Demi: Eu.. eu vou acordar a (Seu nome) e logo desço com ela. - Demi falou, suspirou e subiu as escadas. -
Demi narrando.
O meu coração estava apertado. Como assim eles estavam mortos? Céus, eu não queria nem imaginar como a minha garota vai ficar quando souber disso. As lágrimas queriam escorrer dos meus olhos, mais eu as segurei. Cheguei no quarto dela, sentei ao seu lado na cama e fiquei observando-a. É tão linda. Como eu vou falar isso pra ela? Céus.
Demi: Amor.. - acariciei o seu rosto e dei um beijo em sua bochecha. - Acorda, minha linda. - sussurrei em seu ouvido, dando beijos em sua bochecha. Ela sorriu e abriu os olhos. -
(Seu nome): Boa noite, amor. - ela disse e me deu um selinho. -
Demi: Amor, troca de roupa e desce lá na sala que nós precisamos falar contigo. - eu disse e ela levantou-se em um pulo. -
(Seu nome): Aconteceu alguma coisa, Demi? - ela me perguntou nervosa. -
Demi: Só troca de roupa e desce lá, amor. - suspirei, dei um beijo na sua testa e sai do seu quarto. Desci e sentei no sofá. - Ela já vai descer. - olhei para eles. Não consegui segurar e uma lágrima escorreu de meus olhos. Ficamos em silêncio, apenas ouvindo o barulho do choro um do outro. Logo vemos a minha menina, descendo as escadas. Quando ela vê que estamos chorando, corre em nossa direção. -
(Seu nome): Por que vocês estão chorando? O que aconteceu? - ela me olhou. - Amor, o que acotneceu? - perguntou nervosa. Peguei-a pela mão. -
Demi: Senta aqui, princesa. - Fiz ela sentar ao meu lado. Ela me encarou, olhei para ela. - Princesa, eu sei que não vai ser nada fácil mais eu vou estar do teu lado. - suspirei. -
(Seu nome): Fala logo Demi, vocês estão me assustando. - ela me olhou. Eu pude ver o medo, o susto no olhar dela. Meu coração se partiu. -
Demi: Amor, ligaram do hospital para cá. Os teus pais sofreram um acidente grave e.. - eu abaixei a cabeça. - o teu pai e a tua mãe, morreram amor. Eu sinto muito. - as lágrimas percorriam a minha face. Levantei a cabeça ao perceber que ela não tinha feito nada. Ela estava paralisada, olhando para mim, como se não acreditasse naquilo. -
Entramos na minha casa de mãos dadas. Meu irmão, Sophia, minha mãe e meu pai estavam sentados no sofá. Quando entrei eles levantaram. Minha mãe veio até mim e me deu um abraço. Eu ri e logo nos separamos.
Mãe: Você tá louca menina? Aonde tu passou a noite? Tu tá bem? - ela começou a fazer uma pergunta atrás da outra. -
Você: Desculpa mãe. É que ontem, quando eu fui dar um "Olá" para os vizinhos, eu descobri que a Demi era a vizinha. E bom daí.. dai eu acabei dormindo lá e nem tive tempo de avisar. - meu pai estava subindo as escadas naquele momento. -
Pai: AHAM, EU SEI BEM ESSE DORMIR DE VOCÊS DUAS. - ele gritou da escada, eu corei. Minha mãe riu e subiu as escadas. Sophia e Rafael cumprimentaram Demi. Logo meus pais desceram novamente. - Venham aqui, todos vocês. - ele disse saindo para o lado de fora com minha mãe. Fomos até a frente do portão da garagem e ele abriu. Tomamos um susto quando vimos 5 carros lá dentro. - Bom, cada um de vocês tem um carro agora.
Mãe: (Seu nome), aquele carro é o teu. - ela disse apontando para um carro perfeito. Eu sempre quis ter um carro daquele. - Rafael, aquele carro é o teu. - apontou para um carro preto que estava do lado do meu. - Sophia, aquele carro é o teu. - apontou para um carro cinza, que estava do lado do carro do meu irmão. - E os outros dois carros são meu e do pai de vocês. - ela disse, nós estávamos boquiabertos. Eu e Sophia começamos a gritar. Eu pulei em cima do meu pai, abraçando-o. -
Você: Obrigado pai. - enchi seu rosto de beijos. - Obrigado mãe. - dei vários beijos em sua bochecha, eles riram. - Demi.. - peguei sua mãos e sai puxando-a para dentro de casa. Subimos as escadas e fomos para o meu quarto. Quando chegamos, eu fechei a porta e pulei na cama de baixo das coberta. Demi ficou me olhando e rindo. - Vem aqui comigo. - chamei-a e ela deitou comigo. Nós ficamos uma de frente para outra. Minhas mãos foram para o seu rosto, acariciando. - Ontem a noite foi perfeita. - eu disse sorrindo para ela, que aproximou-se de mim. -
Demi: Noite perfeita, com a mulher perfeita. A mulher perfeita para mim. - eu estremeci ao ouvir aquilo. Eu não quero que ela brinque comigo, eu não quero sofrer depois. -
Você: Demi, não brinca comigo.. por favor. - eu sussurrei. -
Demi: Eu não to brincando contigo. - ela se aproximou e me beijou. Quando o ar estava faltando, separei-me dela e levantei da cama. -
Você: Demi, não.. por favor, não. - eu falei. Não queria ser jogada de lado como eu fui da última vez. -
Demi narrando.
Eu pude sentir o desespero na voz dela pedindo para mim não brincar com ela.
(Seu nome): Demi, não.. por favor, não. - ela pediu, levantando-se da cama. Eu levantei ficando de frente para ela. -
Demi: Eu não vou brincar contigo, amor. Eu não to dizendo que amo você? - perguntei, ela me olhou. -
(Seu nome): ESSE É O PROBLEMA, DEMETRIA! VOCÊ TÁ DIZENDO QUE ME AMA. - ela gritou com os olhos cheios de lágrimas, fitei-a extremamente confusa. Suspirou, sentou-se na cama e começou a chorar. Meu coração apertou. Ajoelhei em sua frente e á abracei forte. - Eu não quero ouvir um eu te amo, ser iludida e sofrer como na última vez. Eu não quero, Demi. E se isso acontecer, eu não vou aguentar. Por que nem as tuas músicas que são o meu refúgio, eu vou poder ouvir porque irão me lembrar você. Não brinca comigo Demi, por favor.. - ela disse chorando abraçada comigo. Apertei-a mais entre meus braços. Então era isso. Ela tinha medo de sofrer como a última vez. Fiquei em silêncio até ela se acalmar. Separei-me dela, sequei as suas lágrimas e ela abaixou a cabeça. Levantei sua cabeça. -
Demi: Ei, olha pra mim. Por favor. - pedi. Ela me olhou com os olhos cheios de lágrimas. Doía vê-lá daquela maneira. Olhei nos seus olhos e acariciei o seu rosto. - Eu não estou brincando contigo, meu amor. Eu quero você e só você. E acho esse garoto que te fez sofrer o maior babaca do mundo, porque ele perder a mulher maravilhosa que você é. Só que agora, você é a minha mulher. - suspirei. - Eu digo a verdade quando falo que eu te amo. O meu coração não suporta a tua ausência, não suporta ver as tuas lágrimas. Eu fico feliz apenas de ver um sorriso teu. Eu quero estar do teu lado, para sempre. Eu te amo, meu amor. Eu te amo. - puxei-a para mais perto de mim. - (Seu nome), você.. você quer namorar comigo? - pedi. Ela me olhou na hora. Eu queri-a comigo, eu precisava dela. -
(Seu nome): Eu.. quero. - ela disse e assentiu com a cabeça. Eu sorri e selei nossos lábios. Nossas línguas dançavam juntas, uma perfeita sincronia entre ambas. A cada toque de sua língua na minha, um choque elétrico percorria o meu corpo. Ela tinha um poder enorme sobre mim. A falta de ar fez nós terminarmos o beijo. - Eu te amo. - ouvi ela dizer e abri os olhos que até então estava fechados. Ela me olhou. - Eu te amo, Demi. Eu te amo. - ela disse e eu sorri, abraçando-a. -
Demi: Eu te amo, muito. Eu te amo, minha namorada. - eu disse. Deitamos na cama dela, abraçadas e acabamos adormecendo ali, abraçadas. -
Um mês se passou desde que nós começamos a namorar, estava tudo tão perfeito. A cada dia que passava eu a amava mais. Eu tinha ficado com ela noite passada e nós adormecemos. Acordei e percebi que já era de noite do outro dia. Sai do quarto dela sem fazer barulho e desci as escadas. Rafael e Sophia estavam assistindo televisão.
Demi: Boa noite. - eu disse. eles me olharam. -
Sophia: Boa noite, Demi. - sorriram. Olhei-os. -
Demi: Rafa, cadê os pais de vocês? - perguntei. -
Rafael: Eles saíram mais cedo para a empresa e não voltaram ainda.
Demi: Ah, tá. - sorri. - Bom, vou indo para casa. Qualquer coisa, digam para a (Seu nome) ir lá. - sorri e sai de casa. Cheguei na minha casa, entrei e fui diretamente para o meu quarto. Coloquei meu pijama, deitei na cama e adormeci. -
Sophia narrando.
Já são 00:00, estamos aqui eu e Rafael assistindo televisão. Os pais deles não chegaram ainda. Estávamos conversando e rindo, até que o IPhone dele tocou. Atendeu.
Rafael: Alô?.. Sim, sou eu mesmo... Conheço sim, são meus pais.. O que? - ele levantou rapidamente. - Os dois?.. - perguntou com a voz falha. - Ok.. logo eu irei praí. - ele desligou o telefone, olhou-me e começou a chorar como um bebê. Me levantei e o abracei. -
Sô: Ei, o que aconteceu? - perguntei tentando acalmar ele. -
Rafael: Era do hospital. - olhei-o rapidamente. - Os meus pais sofreram um acidente de carro e eles.. eles morreram, Sophia. Os dois. - Meus olhos encheram-se de lágrimas. Ele levantou-se. - Eu vou ir acordar e contar para a minha irmã. - falou, enquanto chorava. Segurei seu braço. -
Sô: Não, eu vou chamar a Demi. - ele me olhou. - Vamos esperar a Demi aqui, para contar para a (Seu nome), vai ser bom a Demi do lado dela. - ele assentiu e sentou-se, começando a chorar novamente. - Eu vou na casa da Demi. - disse e sai correndo de casa. Atravessei a rua e toquei a campainha da casa de Demi rapidamente. Ninguém. Toquei a segunda, terceira, quarta. E finalmente alguém abriu, para minha sorte, era a Demi. -
Demi: Sophia? - ela me encarou. -
Sô: Demi, troca de roupa e vai na minha casa. Por favor Demi, rápido. Eu to te esperando. - disse e voltei para casa. Entrei e abracei Rafael começando a chorar. Minutos depois, eu vejo Demi entrar correndo em casa. -
Demi: O que aconteceu? Por que vocês estão chorando? Tá tudo bem com a (Seu nome)? - ela perguntava desesperada. Puxei-a pela mão, fazendo ela sentar. -
Sô: Demi, eu e o Rafa vamos precisar da tua ajuda. - eu disse e suspirei. -
Demi: Ajuda para que? - perguntou. -
Sô: Para contar pra (Seu nome) que os pais dela estão.. mortos. - falei a última palavra com a voz falha. Ela me encarou rapidamente. -
Demi: Como assim? Mortos? O que? - ela perguntou. -
Sô: Eu não sei, Demi. Ligaram do hospital. Eles sofreram um acidente grave e os dois morreram. - eu disse chorando, Demi levantou-se. -
Demi: Eu.. eu vou acordar a (Seu nome) e logo desço com ela. - Demi falou, suspirou e subiu as escadas. -
Demi narrando.
O meu coração estava apertado. Como assim eles estavam mortos? Céus, eu não queria nem imaginar como a minha garota vai ficar quando souber disso. As lágrimas queriam escorrer dos meus olhos, mais eu as segurei. Cheguei no quarto dela, sentei ao seu lado na cama e fiquei observando-a. É tão linda. Como eu vou falar isso pra ela? Céus.
Demi: Amor.. - acariciei o seu rosto e dei um beijo em sua bochecha. - Acorda, minha linda. - sussurrei em seu ouvido, dando beijos em sua bochecha. Ela sorriu e abriu os olhos. -
(Seu nome): Boa noite, amor. - ela disse e me deu um selinho. -
Demi: Amor, troca de roupa e desce lá na sala que nós precisamos falar contigo. - eu disse e ela levantou-se em um pulo. -
(Seu nome): Aconteceu alguma coisa, Demi? - ela me perguntou nervosa. -
Demi: Só troca de roupa e desce lá, amor. - suspirei, dei um beijo na sua testa e sai do seu quarto. Desci e sentei no sofá. - Ela já vai descer. - olhei para eles. Não consegui segurar e uma lágrima escorreu de meus olhos. Ficamos em silêncio, apenas ouvindo o barulho do choro um do outro. Logo vemos a minha menina, descendo as escadas. Quando ela vê que estamos chorando, corre em nossa direção. -
(Seu nome): Por que vocês estão chorando? O que aconteceu? - ela me olhou. - Amor, o que acotneceu? - perguntou nervosa. Peguei-a pela mão. -
Demi: Senta aqui, princesa. - Fiz ela sentar ao meu lado. Ela me encarou, olhei para ela. - Princesa, eu sei que não vai ser nada fácil mais eu vou estar do teu lado. - suspirei. -
(Seu nome): Fala logo Demi, vocês estão me assustando. - ela me olhou. Eu pude ver o medo, o susto no olhar dela. Meu coração se partiu. -
Demi: Amor, ligaram do hospital para cá. Os teus pais sofreram um acidente grave e.. - eu abaixei a cabeça. - o teu pai e a tua mãe, morreram amor. Eu sinto muito. - as lágrimas percorriam a minha face. Levantei a cabeça ao perceber que ela não tinha feito nada. Ela estava paralisada, olhando para mim, como se não acreditasse naquilo. -
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 7.
Você narrando.
Duas semanas se passaram, hoje nós iriamos nos mudar. Acordei, levantei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer para ficar em casa e nem passei maquiagem. Desci e o almoço já estava na mesa. Sentei-me e almoçamos conversando. Logo depois, eu subi e escovei os dentes. Fiquei a tarde inteira terminando de arrumar as minhas coisas. No final da tarde, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma calça jeans escura um pouco colada, uma blusa branca e um moletom do Bob Esponja e vesti o meu All Star. Qualé, eu sou fã do Bob, ele é divo. Passei uma make que marcasse meus olhos, peguei meu IPhone e desci. Estavam todos me esperando.
Sophia: Mais tu demora pra se arrumar, hein. Puta que pariu. - falou impaciente, eu ri. -
Pai: Não comecem a brigar vocês duas e vamos logo pro aeroporto. - falou. -
Você: As nossas malas já estão no carro? - perguntei. -
Mãe: Já.
Rafael: Então, vamos logo. - saímos, entramos no carro do pai e o motorista deu a partida. O nosso motorista ia nos levar e trazer o carro novamente. Quando chegamos no aeroporto, ele tirou nossas malas e nós entramos. Fizemos o Check-In e logo ouvimos a chamada para o nosso voo. Fomos para o portão de embarque, entregamos as passagens e essas coisas. Estava subindo a escadaria para entrar no avião, então, olhei para atrás e sorri. Entrei no avião e procurei pelo meu banco. Por uma grande sorte eu iria sentar com a Sophia e com o meu irmão. Sentei-me no banco da janela e fiquei olhando para fora. Logo o avião decolou, sorri novamente. -
Você: Vou sentir a sua falta Brasil. - sussurrei, peguei meu fone e conectei no IPhone então comecei a ouvir música. Acabei adormecendo. -
Acordei com Sophia me chamando.
Você: O que foi, Sô? - perguntei sonolenta. -
Sophia: Nós estamos quase pousando. Te acordei para você ver a vista de Los Angeles. - abri os olhos e olhei pela janela. A vista era linda. Fiquei conversando com Sophia e meu irmão até que avisaram que iriamos pousar. Depois do pouso, descemos. Pegamos nossas malas e saímos do aeroporto. Nos dividimos em 2 táxis. Em um foram os meu pais e as malas que couberam. No outro foram o resto das malas, eu, Sophia e meu irmão. - Por favor, senhor. Siga aquele táxi ali. - falou em inglês e apontou para o táxi que estavam meus pais. Demos a partida. Depois de alguns minutos, entramos em um lindo condomínio aonde só tinha mansão. Passaram-se algumas ruas e paramos em frente a uma casa. Era A casa. Pagamos os táxis e entramos na casa com as nossas malas. Eu, Sophia e meu irmão ficamos paralisados. Aquela casa era enorme e linda. Vimos toda a casa e finalmente fomos ver nossos quartos. O meu quarto era gigante, tinha uma porta que abria e dava para um closet enorme e tinha uma porta no fim do closet que dava para o meu próprio banheiro. Coloquei minhas malas em cima da cama, abri-as e fui guardando todas as minhas roupas. Depois de horas, terminei. Desci e fui para a cozinha. Tomei um copo de água e fui para sala. Minha mãe estava deitada no sofá, quase dormindo. -
Mãe: Filha, vai nessa casa da frente dar um Olá, fale que tem vizinhos novos e essas coisas. - ela disse para mim. -
Você: Por que a Sophia ou o Rafa não vão? - perguntei. -
Mãe: Por que eles estão dormindo e eu estou com dor nas pernas. Vai logo. - suspirei. -
Você: Tá bom, tá bom, to indo. - falei saindo de casa. Parei no portão e olhei todas aquelas casas, estava deslumbrada. Era final da tarde, atravessei a rua, fui até a porta e toquei a campainha. Abaixei a cabeça esperando alguém atender, minutos depois pude ver alguém abrindo a porta. Levantei a cabeça para falar, mais quando vi, tudo ao redor parou e eu não consegui falar. Eu abri o maior sorriso de todos. - De.. Demi? - chamei-a, ela parecia paralisada. -
Demi: (Seu nome)? Ah, meu Deus. - ela me puxou e nós nos abraçamos fortemente. - Eu senti tanto a tua falta. - ela sussurrou no meu ouvido e o meu corpo estremeceu. -
Você: Eu também senti muito a sua falta. - nós nos soltamos e ficamos nos encarando com um sorriso no rosto. -
Demi: Cara, o que tu tá fazendo aqui e como tu sabia que essa era a minha casa? - perguntou, eu ri. -
Você: Eu acabei de me mudar pra cá e moro naquela casa. - apontei para minha casa, do outro lado da rua. - E eu não sabia que você morava aqui. Minha mãe me mandou vir dar Oi para os nossos vizinhos, eu vim e olha você aqui. - rimos. -
Demi: Entra. - ela deu espaço para mim entrar. Entrei e fiquei olhando cada canto daquela casa. -
Você: A sua casa é linda. - eu falei, ela sorriu e agradeceu. - Cadê a tua família? - perguntei. -
Demi: Eles saíram e vão chegar tarde. - sorriu para mim. - Vem. - ela saiu me puxando pela mão. Subimos as escadas correndo e entramos em uma porta no final do corredor, que aparentemente era o quarto dela. Demi fechou a porta e me colocou contra a parede. - Estava com saudades de você.. - sussurrou no meu ouvido. - do seu corpo. - ela falou. Quando ouvi aquilo, puxei-a e beijei-a. Nossas línguas estavam em uma perfeita sincronia. Ela me puxava pela cintura para mais perto de si, nos beijávamos com saudade, com desejo. Quando percebi, já estávamos deitadas na cama apenas de lingerie. Virei-me, ficando por cima de Demi. Mordi o lóbulo de sua orelha -
Você: Você é minha. - sussurrei em seu ouvido, com uma voz rouca. -
Demi: Eu sou só sua. - ela disse e eu sorri. Comecei a beijar o pescoço de Demi e fui beijando lentamente. Minhas mãos foram até o seu sutiã, abri ele e tirei-o. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Demi virou-se ficando por cima de mim. Nossas peles estavam quentes pegando fogo, nossos corpos ardiam em desejo uma pela outra. Demi tirou rapidamente o meu sutiã e jogou-o em qualquer canto do quarto. Seus lábios suaves e quentes passavam pelo meu pescoço, arrepiando-me. Eu queria ela, eu precisava dela. Minha respiração estava acelerada. Gemi ao sentir Demi chupar um de meus seios. Minhas mãos passaram pelas costas nuas de Demi e arranhei-as lentamente. Os beijos de Demi foram abaixando e em um momento extremamente rápido, ela tirou a minha calcinha. Beijou a parte interna da minha coxa, suspirei alto. Mordeu e puxou o meu clitóris, gemi alto. Sem dar tempo de me preparar, Demi começou a chupar a minha intimidade. Eu gemia alto, agarrei os lençóis e puxei-os. Eu tentava mais não conseguia conter os meus gemidos altos. Demetria chupava minha intimidade com toda a sua vontade, até que veio o meu orgasmo. Ela subiu e beijou-me novamente. Penetrou-me com dois dedos e começou a fazer uma vai e vem. Eu arranhava as costas da Demi e gemia no seu ouvido. Ela começou a aumentar cada vez mais os movimentos e começou a fazer movimentos circulares. Gemi alto ao ter um orgasmo. Demi passou uma de suas pernas para um lado. Encostou sua intimidade na minha e começou a "esfregar" uma na outra. Demi ardia em desejo e estava me dando um prazer imenso. Ela começou a fazer movimentos de vai e vem com a sua intimidade rápido e nós duas gemiamos alto. Ela fazia os movimentos cada vez mais rápido, enquanto beijava o meu pescoço. Eu arranhava as costas de Demi e gemia em seu ouvido. -
Você: Ah, Demi.. ah, assim.. Demi.. - eu gemia no seu ouvido. Ela levou seus lábios até o meu ouvido. -
Demi: Gostosa. - ela sussurrou com uma voz rouca, sexy e cheia de desejo. Depois daquilo eu não ria me aguentar, virei-me rapidamente ficando por cima dela. -
Você: Você não deveria ter falado isso, Lovato. - disse em seu ouvido, meu corpo ardia em desejo. Minha mão foi até a sua calcinha e eu á tirei rapidamente. Comecei a dar beijos no seu pescoço, até que dei um chupão e Demi gemeu. Meus beijos foram para os seus seios e eu comecei a chupá-los. Demi gemia cada vez mais auto e arranhava as minhas costas. Na verdade, aquilo me dava mais prazer ainda. Meus beijos foram descendo cada vez mais. Dei uma mordida fraca na parte interna da sua coxa. Sem delongas, comecei a chupar a intimidade de Demi. Penetrei-a com a língua e comecei a fazer movimentos circulares. Demi gritava de prazer. Tirei minha língua e penetrei-a com dois dedos. Comecei a fazer movimentos rápidos com os dedos, enquanto chupava sua intimidade. -
Demi: AH.. (Seu nome) ISSO.. AH.. ASSIM.. - ela gritava de prazer. Finalmente, Demi teve um orgasmo. Subi e beijei-a. Comecei a "esfregar" nossas intimidades como Demi tinha feito comigo e então comecei a fazer movimentos de vai e vem. Nós duas gemíamos alto. O único som que existia naquela casa, naquele quarto, eram nossos gemidos. Nossas respirações estavam aceleradas, mordi o lóbulo da orelha de Demi. Fui parando de fazer os movimentos lentamente e deitei ao seu lado. Cobri-nos com o lençol e viramos uma de frente para a outra. Ficamos nos olhando nos olhos, ofegantes. Ela sorriu para mim. - Isso foi incrível. - ela disse ofegante, sorri. -
Você: Foi perfeito. - nos aproximamos e selamos nosso lábios em um beijo lento, carinhoso, suave. -
Demi: Eu não sei se é muito cedo para te dizer isso. Mais, eu percebi no tempo que ficamos uma longe da outra desde que eu voltei do Brasil e eu preciso te falar. - ela disse. -
Você: Pode falar, Demi. - ela suspirou e encarou-me nos olhos. Puxei-a pela cintura nos aproximando mais. -
Demi: Eu.. eu te amo. Eu te amo muito (Seu nome). - naquele momento o meu mundo parou. Aquelas palavras na voz dela se repetiam na minha cabeça. Todo esse tempo eu me perguntei se eu a amava, se eu estava apaixonada por ela, mas ao ouvir aquilo eu tive certeza. Meu coração estava acelerado e um sorriso abriu sobre os meus lábios. Eu amava ela. Levei minha mão até seu rosto, acariciando-o. Olhávamos nos olhos uma da outra. -
Você: Eu amo muito você, Demi. - eu disse e ela sorriu. Nos aproximamos e selemos nossos lábios dando um selinho demorado. Depois, puxei-a fazendo ela se aconchegar em meus braços e adormecemos abraçadas. -
Demi narrando.
Essa noite tinha sido a mais perfeita de todas. O meu mundo parou, meu coração acelerou, minhas pernas tremeram ao ouvir ela dizer que me amava. Acordei e fui tomar um banho. Fechei os olhos e deixei aquela água escorrendo pelo meu corpo. Meus pensamentos voaram para a noite de ontem. Minha mãe tinha razão, eu estava completamente apaixonada por ela. Sorri ao lembrar-me dela. Sinto alguém abraçando-me pela cintura e abro os olhos. Ela está me encarando com um sorriso no rosto. Um sorriso lindo, o sorriso que eu tanto amo. Acariciei seu rosto.
(Seu nome): Bom dia, amor. - ela sussurrou com nossos lábios praticamente colados um no outro. -
Demi: Bom dia, princesa. - respondi e selei. Ela passou a língua pelos meus lábios pedindo permissão e eu os entreabria. Ela invadiu minha boca com sua língua, fazendo um choque elétrico percorrer o meu corpo. Puxei-a pela nuca para mais perto de mim, enquanto ela me puxava pela cintura. Aquela água quente escorria por nosso corpo, nossas línguas dançavam uma com a outra. Era o momento perfeito. Tudo com ela era perfeito. Nos separamos e sorrimos. Tomamos banho entre vários abraços e beijos. Ela saiu um pouco antes de mim. Depois eu sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e nem passei make. Sai do banheiro e ela estava colocando o seu moletom do Bob Esponja. Escorei-me na porta do banheiro e fiquei olhando para ela. Quando percebeu que estava sendo observada, me olhou. -
(Seu nome): Por que tá me olhando assim? - perguntou sorrindo com aquela voz suave que só ela tem. -
Demi: Só estava vendo você colocar o moletom. Bob Esponja, é? - eu ri, aproximei-me dela e a abracei pela cintura. Ela passou seus braços envolta do meu pescoço. -
(Seu nome): Ah, eu sou uma eterna criança. - falou rindo. Olhei nos seus olhos. -
Demi: Minha eterna criança, só minha. - eu disse e então nós nos beijamos. Eu queria ela para mim, pra sempre. Eu precisava dela. Terminamos o beijo por falta de ar. - Vamos descer?
(Seu nome): Vamos. - sorriu. Abracei-a de lado, saímos do meu quarto e descemos as escadas. Minha mãe, Maddie e Dallas estavam sentadas no sofá assistindo televisão. Quando ouviram nós descendo as escadas e olharam um pouco assustadas quando viram-me com a (Seu nome). Puxei-a pela mão e levei até a frente delas. -
Demi: Mãe, Dallas, essa aqui é a (Seu nome) a garota do Brasil que eu falei para vocês. - sorri e minha mãe levantou-se. -
Dianna: Então foi você que roubou o coração da minha filha? - pude ver a minha garota corar e sorrir. -
(Seu nome): É, sou eu. Eu acho que sim. - ela me olhou rindo. Sorri. - É um prazer Dona Dianna. - ela disse voltando o olhar para minha mãe. -
Dianna: Ah não! - ela disse se jogando no sofá em cima de Dallas. - Me chame só de Dianna, pode tirando esse Dona daí. - disse e sorriu. -
(Seu nome): Ok, Dianna. - sorriu e me olhou. - Demi, eu tenho que ir para casa. Minha mãe deve estar louca atrás de mim. Porque, bom.. eu passei a noite fora de casa e nem deu tempo de avisar. - ela corou absurdamente, eu ri. -
Demi: Eu vou lá contigo, amor. - sorri. - Mãe, to indo ali na casa da frente. - falei já na porta de casa e fechei-a. Atravessemos a rua e entramos em sua casa de mãos dadas. -
Duas semanas se passaram, hoje nós iriamos nos mudar. Acordei, levantei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer para ficar em casa e nem passei maquiagem. Desci e o almoço já estava na mesa. Sentei-me e almoçamos conversando. Logo depois, eu subi e escovei os dentes. Fiquei a tarde inteira terminando de arrumar as minhas coisas. No final da tarde, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma calça jeans escura um pouco colada, uma blusa branca e um moletom do Bob Esponja e vesti o meu All Star. Qualé, eu sou fã do Bob, ele é divo. Passei uma make que marcasse meus olhos, peguei meu IPhone e desci. Estavam todos me esperando.
Sophia: Mais tu demora pra se arrumar, hein. Puta que pariu. - falou impaciente, eu ri. -
Pai: Não comecem a brigar vocês duas e vamos logo pro aeroporto. - falou. -
Você: As nossas malas já estão no carro? - perguntei. -
Mãe: Já.
Rafael: Então, vamos logo. - saímos, entramos no carro do pai e o motorista deu a partida. O nosso motorista ia nos levar e trazer o carro novamente. Quando chegamos no aeroporto, ele tirou nossas malas e nós entramos. Fizemos o Check-In e logo ouvimos a chamada para o nosso voo. Fomos para o portão de embarque, entregamos as passagens e essas coisas. Estava subindo a escadaria para entrar no avião, então, olhei para atrás e sorri. Entrei no avião e procurei pelo meu banco. Por uma grande sorte eu iria sentar com a Sophia e com o meu irmão. Sentei-me no banco da janela e fiquei olhando para fora. Logo o avião decolou, sorri novamente. -
Você: Vou sentir a sua falta Brasil. - sussurrei, peguei meu fone e conectei no IPhone então comecei a ouvir música. Acabei adormecendo. -
Acordei com Sophia me chamando.
Você: O que foi, Sô? - perguntei sonolenta. -
Sophia: Nós estamos quase pousando. Te acordei para você ver a vista de Los Angeles. - abri os olhos e olhei pela janela. A vista era linda. Fiquei conversando com Sophia e meu irmão até que avisaram que iriamos pousar. Depois do pouso, descemos. Pegamos nossas malas e saímos do aeroporto. Nos dividimos em 2 táxis. Em um foram os meu pais e as malas que couberam. No outro foram o resto das malas, eu, Sophia e meu irmão. - Por favor, senhor. Siga aquele táxi ali. - falou em inglês e apontou para o táxi que estavam meus pais. Demos a partida. Depois de alguns minutos, entramos em um lindo condomínio aonde só tinha mansão. Passaram-se algumas ruas e paramos em frente a uma casa. Era A casa. Pagamos os táxis e entramos na casa com as nossas malas. Eu, Sophia e meu irmão ficamos paralisados. Aquela casa era enorme e linda. Vimos toda a casa e finalmente fomos ver nossos quartos. O meu quarto era gigante, tinha uma porta que abria e dava para um closet enorme e tinha uma porta no fim do closet que dava para o meu próprio banheiro. Coloquei minhas malas em cima da cama, abri-as e fui guardando todas as minhas roupas. Depois de horas, terminei. Desci e fui para a cozinha. Tomei um copo de água e fui para sala. Minha mãe estava deitada no sofá, quase dormindo. -
Mãe: Filha, vai nessa casa da frente dar um Olá, fale que tem vizinhos novos e essas coisas. - ela disse para mim. -
Você: Por que a Sophia ou o Rafa não vão? - perguntei. -
Mãe: Por que eles estão dormindo e eu estou com dor nas pernas. Vai logo. - suspirei. -
Você: Tá bom, tá bom, to indo. - falei saindo de casa. Parei no portão e olhei todas aquelas casas, estava deslumbrada. Era final da tarde, atravessei a rua, fui até a porta e toquei a campainha. Abaixei a cabeça esperando alguém atender, minutos depois pude ver alguém abrindo a porta. Levantei a cabeça para falar, mais quando vi, tudo ao redor parou e eu não consegui falar. Eu abri o maior sorriso de todos. - De.. Demi? - chamei-a, ela parecia paralisada. -
Demi: (Seu nome)? Ah, meu Deus. - ela me puxou e nós nos abraçamos fortemente. - Eu senti tanto a tua falta. - ela sussurrou no meu ouvido e o meu corpo estremeceu. -
Você: Eu também senti muito a sua falta. - nós nos soltamos e ficamos nos encarando com um sorriso no rosto. -
Demi: Cara, o que tu tá fazendo aqui e como tu sabia que essa era a minha casa? - perguntou, eu ri. -
Você: Eu acabei de me mudar pra cá e moro naquela casa. - apontei para minha casa, do outro lado da rua. - E eu não sabia que você morava aqui. Minha mãe me mandou vir dar Oi para os nossos vizinhos, eu vim e olha você aqui. - rimos. -
Demi: Entra. - ela deu espaço para mim entrar. Entrei e fiquei olhando cada canto daquela casa. -
Você: A sua casa é linda. - eu falei, ela sorriu e agradeceu. - Cadê a tua família? - perguntei. -
Demi: Eles saíram e vão chegar tarde. - sorriu para mim. - Vem. - ela saiu me puxando pela mão. Subimos as escadas correndo e entramos em uma porta no final do corredor, que aparentemente era o quarto dela. Demi fechou a porta e me colocou contra a parede. - Estava com saudades de você.. - sussurrou no meu ouvido. - do seu corpo. - ela falou. Quando ouvi aquilo, puxei-a e beijei-a. Nossas línguas estavam em uma perfeita sincronia. Ela me puxava pela cintura para mais perto de si, nos beijávamos com saudade, com desejo. Quando percebi, já estávamos deitadas na cama apenas de lingerie. Virei-me, ficando por cima de Demi. Mordi o lóbulo de sua orelha -
Você: Você é minha. - sussurrei em seu ouvido, com uma voz rouca. -
Demi: Eu sou só sua. - ela disse e eu sorri. Comecei a beijar o pescoço de Demi e fui beijando lentamente. Minhas mãos foram até o seu sutiã, abri ele e tirei-o. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Demi virou-se ficando por cima de mim. Nossas peles estavam quentes pegando fogo, nossos corpos ardiam em desejo uma pela outra. Demi tirou rapidamente o meu sutiã e jogou-o em qualquer canto do quarto. Seus lábios suaves e quentes passavam pelo meu pescoço, arrepiando-me. Eu queria ela, eu precisava dela. Minha respiração estava acelerada. Gemi ao sentir Demi chupar um de meus seios. Minhas mãos passaram pelas costas nuas de Demi e arranhei-as lentamente. Os beijos de Demi foram abaixando e em um momento extremamente rápido, ela tirou a minha calcinha. Beijou a parte interna da minha coxa, suspirei alto. Mordeu e puxou o meu clitóris, gemi alto. Sem dar tempo de me preparar, Demi começou a chupar a minha intimidade. Eu gemia alto, agarrei os lençóis e puxei-os. Eu tentava mais não conseguia conter os meus gemidos altos. Demetria chupava minha intimidade com toda a sua vontade, até que veio o meu orgasmo. Ela subiu e beijou-me novamente. Penetrou-me com dois dedos e começou a fazer uma vai e vem. Eu arranhava as costas da Demi e gemia no seu ouvido. Ela começou a aumentar cada vez mais os movimentos e começou a fazer movimentos circulares. Gemi alto ao ter um orgasmo. Demi passou uma de suas pernas para um lado. Encostou sua intimidade na minha e começou a "esfregar" uma na outra. Demi ardia em desejo e estava me dando um prazer imenso. Ela começou a fazer movimentos de vai e vem com a sua intimidade rápido e nós duas gemiamos alto. Ela fazia os movimentos cada vez mais rápido, enquanto beijava o meu pescoço. Eu arranhava as costas de Demi e gemia em seu ouvido. -
Você: Ah, Demi.. ah, assim.. Demi.. - eu gemia no seu ouvido. Ela levou seus lábios até o meu ouvido. -
Demi: Gostosa. - ela sussurrou com uma voz rouca, sexy e cheia de desejo. Depois daquilo eu não ria me aguentar, virei-me rapidamente ficando por cima dela. -
Você: Você não deveria ter falado isso, Lovato. - disse em seu ouvido, meu corpo ardia em desejo. Minha mão foi até a sua calcinha e eu á tirei rapidamente. Comecei a dar beijos no seu pescoço, até que dei um chupão e Demi gemeu. Meus beijos foram para os seus seios e eu comecei a chupá-los. Demi gemia cada vez mais auto e arranhava as minhas costas. Na verdade, aquilo me dava mais prazer ainda. Meus beijos foram descendo cada vez mais. Dei uma mordida fraca na parte interna da sua coxa. Sem delongas, comecei a chupar a intimidade de Demi. Penetrei-a com a língua e comecei a fazer movimentos circulares. Demi gritava de prazer. Tirei minha língua e penetrei-a com dois dedos. Comecei a fazer movimentos rápidos com os dedos, enquanto chupava sua intimidade. -
Demi: AH.. (Seu nome) ISSO.. AH.. ASSIM.. - ela gritava de prazer. Finalmente, Demi teve um orgasmo. Subi e beijei-a. Comecei a "esfregar" nossas intimidades como Demi tinha feito comigo e então comecei a fazer movimentos de vai e vem. Nós duas gemíamos alto. O único som que existia naquela casa, naquele quarto, eram nossos gemidos. Nossas respirações estavam aceleradas, mordi o lóbulo da orelha de Demi. Fui parando de fazer os movimentos lentamente e deitei ao seu lado. Cobri-nos com o lençol e viramos uma de frente para a outra. Ficamos nos olhando nos olhos, ofegantes. Ela sorriu para mim. - Isso foi incrível. - ela disse ofegante, sorri. -
Você: Foi perfeito. - nos aproximamos e selamos nosso lábios em um beijo lento, carinhoso, suave. -
Demi: Eu não sei se é muito cedo para te dizer isso. Mais, eu percebi no tempo que ficamos uma longe da outra desde que eu voltei do Brasil e eu preciso te falar. - ela disse. -
Você: Pode falar, Demi. - ela suspirou e encarou-me nos olhos. Puxei-a pela cintura nos aproximando mais. -
Demi: Eu.. eu te amo. Eu te amo muito (Seu nome). - naquele momento o meu mundo parou. Aquelas palavras na voz dela se repetiam na minha cabeça. Todo esse tempo eu me perguntei se eu a amava, se eu estava apaixonada por ela, mas ao ouvir aquilo eu tive certeza. Meu coração estava acelerado e um sorriso abriu sobre os meus lábios. Eu amava ela. Levei minha mão até seu rosto, acariciando-o. Olhávamos nos olhos uma da outra. -
Você: Eu amo muito você, Demi. - eu disse e ela sorriu. Nos aproximamos e selemos nossos lábios dando um selinho demorado. Depois, puxei-a fazendo ela se aconchegar em meus braços e adormecemos abraçadas. -
Demi narrando.
Essa noite tinha sido a mais perfeita de todas. O meu mundo parou, meu coração acelerou, minhas pernas tremeram ao ouvir ela dizer que me amava. Acordei e fui tomar um banho. Fechei os olhos e deixei aquela água escorrendo pelo meu corpo. Meus pensamentos voaram para a noite de ontem. Minha mãe tinha razão, eu estava completamente apaixonada por ela. Sorri ao lembrar-me dela. Sinto alguém abraçando-me pela cintura e abro os olhos. Ela está me encarando com um sorriso no rosto. Um sorriso lindo, o sorriso que eu tanto amo. Acariciei seu rosto.
(Seu nome): Bom dia, amor. - ela sussurrou com nossos lábios praticamente colados um no outro. -
Demi: Bom dia, princesa. - respondi e selei. Ela passou a língua pelos meus lábios pedindo permissão e eu os entreabria. Ela invadiu minha boca com sua língua, fazendo um choque elétrico percorrer o meu corpo. Puxei-a pela nuca para mais perto de mim, enquanto ela me puxava pela cintura. Aquela água quente escorria por nosso corpo, nossas línguas dançavam uma com a outra. Era o momento perfeito. Tudo com ela era perfeito. Nos separamos e sorrimos. Tomamos banho entre vários abraços e beijos. Ela saiu um pouco antes de mim. Depois eu sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e nem passei make. Sai do banheiro e ela estava colocando o seu moletom do Bob Esponja. Escorei-me na porta do banheiro e fiquei olhando para ela. Quando percebeu que estava sendo observada, me olhou. -
(Seu nome): Por que tá me olhando assim? - perguntou sorrindo com aquela voz suave que só ela tem. -
Demi: Só estava vendo você colocar o moletom. Bob Esponja, é? - eu ri, aproximei-me dela e a abracei pela cintura. Ela passou seus braços envolta do meu pescoço. -
(Seu nome): Ah, eu sou uma eterna criança. - falou rindo. Olhei nos seus olhos. -
Demi: Minha eterna criança, só minha. - eu disse e então nós nos beijamos. Eu queria ela para mim, pra sempre. Eu precisava dela. Terminamos o beijo por falta de ar. - Vamos descer?
(Seu nome): Vamos. - sorriu. Abracei-a de lado, saímos do meu quarto e descemos as escadas. Minha mãe, Maddie e Dallas estavam sentadas no sofá assistindo televisão. Quando ouviram nós descendo as escadas e olharam um pouco assustadas quando viram-me com a (Seu nome). Puxei-a pela mão e levei até a frente delas. -
Demi: Mãe, Dallas, essa aqui é a (Seu nome) a garota do Brasil que eu falei para vocês. - sorri e minha mãe levantou-se. -
Dianna: Então foi você que roubou o coração da minha filha? - pude ver a minha garota corar e sorrir. -
(Seu nome): É, sou eu. Eu acho que sim. - ela me olhou rindo. Sorri. - É um prazer Dona Dianna. - ela disse voltando o olhar para minha mãe. -
Dianna: Ah não! - ela disse se jogando no sofá em cima de Dallas. - Me chame só de Dianna, pode tirando esse Dona daí. - disse e sorriu. -
(Seu nome): Ok, Dianna. - sorriu e me olhou. - Demi, eu tenho que ir para casa. Minha mãe deve estar louca atrás de mim. Porque, bom.. eu passei a noite fora de casa e nem deu tempo de avisar. - ela corou absurdamente, eu ri. -
Demi: Eu vou lá contigo, amor. - sorri. - Mãe, to indo ali na casa da frente. - falei já na porta de casa e fechei-a. Atravessemos a rua e entramos em sua casa de mãos dadas. -
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 6.
Demi narrando.
Acabei de chegar em LA. Desci do avião, peguei minhas malas e sai em direção a saída. Logo avistei meu pai esperando-me, sorri. Cheguei até ele e nós nos abraçamos.
Eddie: Que saudades de ti, filha. - ele deu um beijo no meu rosto. -
Demi: Eu também estava com saudades de ti, pai. - sorri. -
Eddie: Vamos?
Demi: Vamos. - sorri. Ele pegou minhas malas e fomos em direção ao carro. Logo entramos e ele deu a partida. Fiquei quieta, olhando para fora da janela. Estava com saudades da minha família, mais eu não queria deixar a (Seu nome) lá. Todos os momentos que eu passei com ela foram tão perfeitos e acabou assim. -
Eddie: Chegamos. - ele falou parando o carro em frente a minha casa. Desci e entrei rapidamente. Maddie veio correndo até mim. -
Maddie: Demi, que saudades. - abracei-a. -
Demi: Eu também estava com saudades, minha princesinha. - sorri e dei um beijo em sua bochecha. Cumprimentei e dei um abraço em minha mãe e na minha irmã Dallas. -
Dianna: Então, como foi lá no Brasil filha? - perguntou. -
Demi: Foi perfeito, mãe. - eu sorri ao lembrar-me de tudo o que passei lá. - Eu vou me deitar um pouco, por que estou cansada. - mandei beijos para todos e subi as escadas. Deitei-me na cama e fiquei perdidas em pensamentos. Eu não queria ter me separado da (Seu nome). Eu queria ela aqui comigo, nos meus braços. E agora, como vai ser? Ela irá esquecer de mim? Por que está machucando tanto a ausência dela? As imagens de todos os dias que eu passei com ela, começaram a passar em meus pensamentos. Um sorriso bobo abriu-se entre meus lábios. Despertei-me dos meus pensamentos, ao ouvir alguém batendo na porta do meu quarto. -
Dianna: Podemos entrar, filha? - perguntou, olhando-me apenas com a cabeça para dentro do quarto. Eu assenti e ela entrou junto com Dallas. Sentaram-se na minha cama, de frente para mim. - Filha, o que aconteceu? - perguntou. -
Demi: Como assim, mãe? - perguntei confusa. -
Dallas: É que tu chegou em casa tão quieta, o papai disse que você não falou nada o caminho inteiro para casa. Disse que tu não parecia muito animada vindo pra cá. - ela me olhou. - O que aconteceu? - perguntou, eu suspirei. Eu não conseguia esconder absolutamente N-A-D-A da minha irmã e da minha mãe. -
Demi: É que.. eu deixei uma pessoa muito especial lá no Brasil. - suspirei e uma lágrima escorreu de meus olhos, sequei-a rapidamente. -
Dallas: Sim, os teus Lovatics. - sorriu. -
Demi: Não. É que.. eu conheci uma garota lá no Brasil e.. - eu suspirei. -
Dianna: Você está apaixonada? - perguntou, eu dei um pulo da cama assutada. -
Demi: O que? Não, claro que não. - eu sentei na cama novamente. - Eu acho que não.
Dallas: O que aconteceu entre vocês, lá? - perguntou. -
Demi: Então, a gente se conheceu no M&G do show e.. - contei tudo para elas, desde o primeiro olhar, o primeiro beijo, a primeira tarde. Tudo. - E eu não queria ficar longe dela, sabe. Parece que está faltando uma metade de mim. - suspirei. - Eu sinceramente não sei o que estou sentindo. - suspirei novamente. -
Dianna: Você está apaixonada minha filha. Você só não se deu conta disso ainda. - ela deu um beijo na minha testa e levantou-se. Minha irmã foi até a porta junto com minha mãe e saíram. Antes de minha irmã sair, ela olhou para mim. -
Dallas: Pensa bem no que a mamãe disse. - saiu. Eu levantei, tirei a minha roupa e coloquei meu pijama. Deitei na cama, de baixo das cobertas e fechei os olhos. "Eu vou sentir a tua falta, Demi." "Parece que está faltando uma metade de mim" "Você é linda." "E você é perfeita." "Você está apaixonada." "Só não se deu conta disso ainda." Todos esses pensamentos passaram-se a mil dentro da minha cabeça. Eu estou mesmo apaixonada? Eu a amo? Céus. Peguei meu IPhone e entrei no twitter, então twittei: "@ddlovato Eu sinto a sua falta." Desliguei-o e coloquei no lugar. Acabei adormecendo entre tantos pensamentos. -
Você narrando.
Acordei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer e passei uma make leve. Peguei meu IPhone, deitei na cama e entrei no meu twitter. Fui diretamente visitar o twitter de Demi, para ver se ela tinha postado alguma coisa. Seu único tt desde que saiu do Brasil, foi: "@ddlovato Eu sinto a sua falta." Suspirei. Céus, por que ela não está aqui comigo? A saudade é tão grande e olha que ela foi embora ontem. Twittei: "@(Seu user) Eu sinto tanto a sua falta." Sai do twitter e desci. Já estava na hora do almoço. Almocei e subi novamente. Escovei os dentes e deitei na cama. Demi não saia da minha cabeça um minuto se quer. Até que ouço alguém entrando no meu quarto. Quando vejo, é Sophia. Ela se senta ao meu lado e olha para mim.
Sophia: Está com saudades dela? - perguntei. Sentei-me e a olhei. -
Você: Muita. - falei com meus olhos cheio de lágrimas. -
Sophia: Awn, amiga. - ela me abraçou. Ficamos conversando várias besteiras, ela conseguiu me distrair. Até que meu irmão entra no quarto. -
Rafael: (Seu nome) e Sophia desçam aqui, que a mãe e o pai querem falar com nós três. - ele falou e saiu. Eu e Sophia nos entreolhamos e descemos. Eles estavam sentados em duas "poltronas" que tinham na sala e nós sentamos no sofá de frente. Estava, Sophia, Eu e meu irmão. - Pode falar.
Pai: Vocês vão se assustar no começo, mais é preciso. - nós três nos entreolhamos. -
Mãe: Nós vamos nos mudar. - ela falou. -
Você: Sério? Para onde? - eu falei sorrindo. -
Pai: Não filha, você não entendeu. Nós vamos ir embora do Brasil. - ele disse e eu me espantei. -
Você: Como é que é? - eu quase gritei, suspirei. - Como assim? - perguntei. -
Mãe: É que nós vamos abrir uma nova filial das nossas empresas e teremos que nos mudar. Mais, essa casa continuará sendo nossa e poderemos vir passar um tempo aqui quando quisermos. - ela disse. -
Você: Mais pera ae.. eu não vou. - eles me olharam. - Eu não vou sem a Sophia. Ela é minha melhor amiga, vocês não podem me tirar de perto dela. - eu falei. -
Pai: É por isso que a Sophia tá nessa conversa também. Nós falamos com os pais dela e eles concordaram. Então, se ela aceitar, ela pode ir morar com a gente. - nesse momento eu e meu irmão olhamos para Sophia. -
Rafael: E ae, Sô? Vai ir ou não? - perguntou ansioso. -
Sophia: É claro que eu vou. - ela sorriu e nós duas nos abraçamos. - Mais espera ae. Para onde nós vamos?
Mãe: Nós vamos para Los Angeles - Califórnia. - naquele momento eu dei um pulo do sofá. -
Você: Como é que é?
Pai: É isso mesmo. - eu sorri. -
Você: Eu já volto. Depois vocês terminam de contar tudo. - eu falei e subi correndo as escadas. Entrei no meu quarto e me joguei na minha cama pegando o meu IPhone. Procurei na lista de contatos e quando achei, abri um sorriso. Liguei e no terceiro toque atendeu. -
~~ Início de Ligação. ~~
Demi: Alô? - falou com uma voz de sono, eu ri. -
Você: Princesa, tu tava dormindo? Desculpa, eu esqueci completamente do fuso horário.
Demi: (Seu nome)? É você?
Você: Sim, sou eu. - sorri. -
Demi: Ah meu Deus, eu sinto tanto a tua falta amor. - meu coração disparou. -
Você: Eu também sinto a tua falta, princesa. - suspirei. - Mais, então, eu liguei para te contar uma novidade. - ri. -
Demi: Conte-me.
Você: Eu vou ir embora do Brasil. - falei. -
Demi: O QUE? - ela gritou. Se conheço bem a Demi ela deu um pulo da cama, naquele momento. Eu ri. -
Você: É isso mesmo. Meus pais vão abrir uma nova filial das empresas deles e nós teremos que nos mudar. - sorri. -
Demi: E pra onde vocês vão ir? - perguntou. -
Você: Demi, se prepara. - eu ri. - Nós vamos para.. Los Angeles - Califórnia. - eu falei. -
Demi: O QUE? É SÉRIO? AH MEU DEUS, EU NÃO ACREDITO. É SÉRIO MESMO? - ela gritou. Eu tive que afastar um pouco o celular do meu ouvido, se não ficaria surda. Eu ri. -
Você: É verdade meu amor. - sorri. Pude ouvir alguém gritar o nome de Demi. -
Demi: Amor, eu tenho que desligar. Minha mãe está me chamando lá em baixo. - ela disse. -
Você: Ok, beijos. - disse. -
Demi: Beijos meu amor. - falou e então desligou. -
~~ Fim de Ligação. ~~
Um sorriso enorme brotou sobre os meus lábios ao ouvir ela me chamar de meu amor. Eu vou para LA. Agora, fica bem mais fácil de ver a Demi. Como vai ser daqui pra frente? Acabo adormecendo entre pensamentos.
Demi narrando.
COMO ASSIM? ELA VAI VIR PRA LA? A M-E-U D-E-U-S! Eu comecei a gritar no telefone, mais tive que desligar ao ouvir minha mãe me chamando. Despedi-me e desliguei. Desci as escadas e minha mãe estava sentada no sofá com a Dallas.
Demi: O que foi mãe? - falei descendo as escadas. -
Dianna: Menina, por que tu tava gritando? - perguntou-me. -
Demi: Ah, mãe, Dallas, vocês sabem a garota que eu conheci no Brasil, que eu contei para vocês? - elas assentiram. - Então, ela me ligou agora e.. - Dallas interrompeu. -
Dallas: Olha lá mãe, fica gritando daquele jeito só por que a menina ligou e depois ainda diz que não tá apaixonada. - falou e ela e minha mãe riram. -
Demi: Fica quieta e me deixa falar, Dallas. - revirei os olhos. - Então, ela me ligou agora e disse que vai se mudar do Brasil porque os pais irão abrir uma nova filial da empresa deles.
Dianna: Ah, que legal! E ela vai ir para onde? - perguntou. Olhei-as. -
Demi: LA - CALIFÓRNIA. - eu gritei e comecei a pular. Elas riram. -
Dallas: Tá feliz hein, Demi. - riu. -
Demi: Muito maninha, muito. - falei e me joguei no sofá vazio. -
Dianna: Ih, eu acho que alguém roubou o coração da minha princesinha. - minha mãe falou e eu ri. Abri um sorriso instantâneo ao lembrar-me da minha garota. -
Acabei de chegar em LA. Desci do avião, peguei minhas malas e sai em direção a saída. Logo avistei meu pai esperando-me, sorri. Cheguei até ele e nós nos abraçamos.
Eddie: Que saudades de ti, filha. - ele deu um beijo no meu rosto. -
Demi: Eu também estava com saudades de ti, pai. - sorri. -
Eddie: Vamos?
Demi: Vamos. - sorri. Ele pegou minhas malas e fomos em direção ao carro. Logo entramos e ele deu a partida. Fiquei quieta, olhando para fora da janela. Estava com saudades da minha família, mais eu não queria deixar a (Seu nome) lá. Todos os momentos que eu passei com ela foram tão perfeitos e acabou assim. -
Eddie: Chegamos. - ele falou parando o carro em frente a minha casa. Desci e entrei rapidamente. Maddie veio correndo até mim. -
Maddie: Demi, que saudades. - abracei-a. -
Demi: Eu também estava com saudades, minha princesinha. - sorri e dei um beijo em sua bochecha. Cumprimentei e dei um abraço em minha mãe e na minha irmã Dallas. -
Dianna: Então, como foi lá no Brasil filha? - perguntou. -
Demi: Foi perfeito, mãe. - eu sorri ao lembrar-me de tudo o que passei lá. - Eu vou me deitar um pouco, por que estou cansada. - mandei beijos para todos e subi as escadas. Deitei-me na cama e fiquei perdidas em pensamentos. Eu não queria ter me separado da (Seu nome). Eu queria ela aqui comigo, nos meus braços. E agora, como vai ser? Ela irá esquecer de mim? Por que está machucando tanto a ausência dela? As imagens de todos os dias que eu passei com ela, começaram a passar em meus pensamentos. Um sorriso bobo abriu-se entre meus lábios. Despertei-me dos meus pensamentos, ao ouvir alguém batendo na porta do meu quarto. -
Dianna: Podemos entrar, filha? - perguntou, olhando-me apenas com a cabeça para dentro do quarto. Eu assenti e ela entrou junto com Dallas. Sentaram-se na minha cama, de frente para mim. - Filha, o que aconteceu? - perguntou. -
Demi: Como assim, mãe? - perguntei confusa. -
Dallas: É que tu chegou em casa tão quieta, o papai disse que você não falou nada o caminho inteiro para casa. Disse que tu não parecia muito animada vindo pra cá. - ela me olhou. - O que aconteceu? - perguntou, eu suspirei. Eu não conseguia esconder absolutamente N-A-D-A da minha irmã e da minha mãe. -
Demi: É que.. eu deixei uma pessoa muito especial lá no Brasil. - suspirei e uma lágrima escorreu de meus olhos, sequei-a rapidamente. -
Dallas: Sim, os teus Lovatics. - sorriu. -
Demi: Não. É que.. eu conheci uma garota lá no Brasil e.. - eu suspirei. -
Dianna: Você está apaixonada? - perguntou, eu dei um pulo da cama assutada. -
Demi: O que? Não, claro que não. - eu sentei na cama novamente. - Eu acho que não.
Dallas: O que aconteceu entre vocês, lá? - perguntou. -
Demi: Então, a gente se conheceu no M&G do show e.. - contei tudo para elas, desde o primeiro olhar, o primeiro beijo, a primeira tarde. Tudo. - E eu não queria ficar longe dela, sabe. Parece que está faltando uma metade de mim. - suspirei. - Eu sinceramente não sei o que estou sentindo. - suspirei novamente. -
Dianna: Você está apaixonada minha filha. Você só não se deu conta disso ainda. - ela deu um beijo na minha testa e levantou-se. Minha irmã foi até a porta junto com minha mãe e saíram. Antes de minha irmã sair, ela olhou para mim. -
Dallas: Pensa bem no que a mamãe disse. - saiu. Eu levantei, tirei a minha roupa e coloquei meu pijama. Deitei na cama, de baixo das cobertas e fechei os olhos. "Eu vou sentir a tua falta, Demi." "Parece que está faltando uma metade de mim" "Você é linda." "E você é perfeita." "Você está apaixonada." "Só não se deu conta disso ainda." Todos esses pensamentos passaram-se a mil dentro da minha cabeça. Eu estou mesmo apaixonada? Eu a amo? Céus. Peguei meu IPhone e entrei no twitter, então twittei: "@ddlovato Eu sinto a sua falta." Desliguei-o e coloquei no lugar. Acabei adormecendo entre tantos pensamentos. -
Você narrando.
Acordei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer e passei uma make leve. Peguei meu IPhone, deitei na cama e entrei no meu twitter. Fui diretamente visitar o twitter de Demi, para ver se ela tinha postado alguma coisa. Seu único tt desde que saiu do Brasil, foi: "@ddlovato Eu sinto a sua falta." Suspirei. Céus, por que ela não está aqui comigo? A saudade é tão grande e olha que ela foi embora ontem. Twittei: "@(Seu user) Eu sinto tanto a sua falta." Sai do twitter e desci. Já estava na hora do almoço. Almocei e subi novamente. Escovei os dentes e deitei na cama. Demi não saia da minha cabeça um minuto se quer. Até que ouço alguém entrando no meu quarto. Quando vejo, é Sophia. Ela se senta ao meu lado e olha para mim.
Sophia: Está com saudades dela? - perguntei. Sentei-me e a olhei. -
Você: Muita. - falei com meus olhos cheio de lágrimas. -
Sophia: Awn, amiga. - ela me abraçou. Ficamos conversando várias besteiras, ela conseguiu me distrair. Até que meu irmão entra no quarto. -
Rafael: (Seu nome) e Sophia desçam aqui, que a mãe e o pai querem falar com nós três. - ele falou e saiu. Eu e Sophia nos entreolhamos e descemos. Eles estavam sentados em duas "poltronas" que tinham na sala e nós sentamos no sofá de frente. Estava, Sophia, Eu e meu irmão. - Pode falar.
Pai: Vocês vão se assustar no começo, mais é preciso. - nós três nos entreolhamos. -
Mãe: Nós vamos nos mudar. - ela falou. -
Você: Sério? Para onde? - eu falei sorrindo. -
Pai: Não filha, você não entendeu. Nós vamos ir embora do Brasil. - ele disse e eu me espantei. -
Você: Como é que é? - eu quase gritei, suspirei. - Como assim? - perguntei. -
Mãe: É que nós vamos abrir uma nova filial das nossas empresas e teremos que nos mudar. Mais, essa casa continuará sendo nossa e poderemos vir passar um tempo aqui quando quisermos. - ela disse. -
Você: Mais pera ae.. eu não vou. - eles me olharam. - Eu não vou sem a Sophia. Ela é minha melhor amiga, vocês não podem me tirar de perto dela. - eu falei. -
Pai: É por isso que a Sophia tá nessa conversa também. Nós falamos com os pais dela e eles concordaram. Então, se ela aceitar, ela pode ir morar com a gente. - nesse momento eu e meu irmão olhamos para Sophia. -
Rafael: E ae, Sô? Vai ir ou não? - perguntou ansioso. -
Sophia: É claro que eu vou. - ela sorriu e nós duas nos abraçamos. - Mais espera ae. Para onde nós vamos?
Mãe: Nós vamos para Los Angeles - Califórnia. - naquele momento eu dei um pulo do sofá. -
Você: Como é que é?
Pai: É isso mesmo. - eu sorri. -
Você: Eu já volto. Depois vocês terminam de contar tudo. - eu falei e subi correndo as escadas. Entrei no meu quarto e me joguei na minha cama pegando o meu IPhone. Procurei na lista de contatos e quando achei, abri um sorriso. Liguei e no terceiro toque atendeu. -
~~ Início de Ligação. ~~
Demi: Alô? - falou com uma voz de sono, eu ri. -
Você: Princesa, tu tava dormindo? Desculpa, eu esqueci completamente do fuso horário.
Demi: (Seu nome)? É você?
Você: Sim, sou eu. - sorri. -
Demi: Ah meu Deus, eu sinto tanto a tua falta amor. - meu coração disparou. -
Você: Eu também sinto a tua falta, princesa. - suspirei. - Mais, então, eu liguei para te contar uma novidade. - ri. -
Demi: Conte-me.
Você: Eu vou ir embora do Brasil. - falei. -
Demi: O QUE? - ela gritou. Se conheço bem a Demi ela deu um pulo da cama, naquele momento. Eu ri. -
Você: É isso mesmo. Meus pais vão abrir uma nova filial das empresas deles e nós teremos que nos mudar. - sorri. -
Demi: E pra onde vocês vão ir? - perguntou. -
Você: Demi, se prepara. - eu ri. - Nós vamos para.. Los Angeles - Califórnia. - eu falei. -
Demi: O QUE? É SÉRIO? AH MEU DEUS, EU NÃO ACREDITO. É SÉRIO MESMO? - ela gritou. Eu tive que afastar um pouco o celular do meu ouvido, se não ficaria surda. Eu ri. -
Você: É verdade meu amor. - sorri. Pude ouvir alguém gritar o nome de Demi. -
Demi: Amor, eu tenho que desligar. Minha mãe está me chamando lá em baixo. - ela disse. -
Você: Ok, beijos. - disse. -
Demi: Beijos meu amor. - falou e então desligou. -
~~ Fim de Ligação. ~~
Um sorriso enorme brotou sobre os meus lábios ao ouvir ela me chamar de meu amor. Eu vou para LA. Agora, fica bem mais fácil de ver a Demi. Como vai ser daqui pra frente? Acabo adormecendo entre pensamentos.
Demi narrando.
COMO ASSIM? ELA VAI VIR PRA LA? A M-E-U D-E-U-S! Eu comecei a gritar no telefone, mais tive que desligar ao ouvir minha mãe me chamando. Despedi-me e desliguei. Desci as escadas e minha mãe estava sentada no sofá com a Dallas.
Demi: O que foi mãe? - falei descendo as escadas. -
Dianna: Menina, por que tu tava gritando? - perguntou-me. -
Demi: Ah, mãe, Dallas, vocês sabem a garota que eu conheci no Brasil, que eu contei para vocês? - elas assentiram. - Então, ela me ligou agora e.. - Dallas interrompeu. -
Dallas: Olha lá mãe, fica gritando daquele jeito só por que a menina ligou e depois ainda diz que não tá apaixonada. - falou e ela e minha mãe riram. -
Demi: Fica quieta e me deixa falar, Dallas. - revirei os olhos. - Então, ela me ligou agora e disse que vai se mudar do Brasil porque os pais irão abrir uma nova filial da empresa deles.
Dianna: Ah, que legal! E ela vai ir para onde? - perguntou. Olhei-as. -
Demi: LA - CALIFÓRNIA. - eu gritei e comecei a pular. Elas riram. -
Dallas: Tá feliz hein, Demi. - riu. -
Demi: Muito maninha, muito. - falei e me joguei no sofá vazio. -
Dianna: Ih, eu acho que alguém roubou o coração da minha princesinha. - minha mãe falou e eu ri. Abri um sorriso instantâneo ao lembrar-me da minha garota. -
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 5.
Acordei com alguém pulando em cima de mim, isso era típico de Sophia.
Sophia: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAACORDA VADIA! - ela gritou, eu ri empurrando-a de cima de mim. -
Você: A tua sorte é que eu to de bom humor, se não eu te mataria agora Sophia. - disse e encarei ela. -
Sophia: Hum, e posso saber o por que desse bom humor? - perguntou. -
Você: Espera que eu vou trocar de roupa, depois eu conto. - fui para o banheiro, fiz minhas higienes matinal, coloquei uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e passei uma make leve. Quando sai, pude ver meu irmão e Sophia conversando. Na hora, eles me olharam. -
Rafael: Que história é essa que você e a Demi se beijaram? - perguntou, eu encarei Sophia na hora. -
Você: Sophia, sua fofoqueira. - dei um tapa na cabeça dela. -
Sophia: Ai, cala a boca os dois e agora conte-nos o porque desse bom humor. - eu sentei na cama e encarei os dois. -
Você: Ai gente, ontem foi a melhor tarde de todas. - eu sorri ao lembrar da tarde passada. Eles se entreolharam e depois olharam para mim. -
Rafael: O que aconteceu ontem? Conte-nos tudo agora. - ele falou. As vezes meu irmão parece ser mulher de tão curioso. Eu suspirei. -
Você: Ontem eu e a Demi passamos a tarde juntas. Se é que vocês dois me entendem. - eu disse rindo. Eles me olharam atentos na hora. -
Sophia: O QUE? É SÉRIO? - eu assenti. - AAAAAAAH, MEU DEUS! - ela começou a gritar e pular. Eu cai na gargalhada. -
Rafael: Então, como foi? - perguntou. -
Sophia: É, o que tu achou? - olhei para eles. -
Você: Ah, gente. - eu suspirei. - Foi perfeita. A Demi é perfeita. - eu falei com um sorriso bobo e safado nos lábios. -
Demi: O que tem eu que eu ouvi o meu nome? - ela perguntou entrando no meu quarto, eu dei um pulo. Sophia e meu irmão começaram a rir. -
Você: Demi, o que tu tá fazendo aqui? - perguntei surpresa. -
Demi: Eu vim te ver, ué. - ela riu. - Agora, fale. O que aconteceu? eu ouvi vocês falando o meu nome. - eu suspirei. -
Rafael: É que a minha irmãzinha estava dizendo para nós, que você deu um extremo prazer para ela ontem. - ele disse rindo, Demi me olhou na hora. Eu arregalei os olhos e encarei-o. -
Você: Ei, eu não disse isso. Eu disse que você é perfeita, Demi. - sorri olhando para ela. -
Sophia: É, você disse: "Ah, gente. Foi perfeita. A Demi é perfeita." - ela tentou imitar a minha voz. -
Rafael: E com um sorriso extremamente malicioso no rosto. - eu olhei para eles. -
Você: Seus vadios, por que vocês não calam a boca? - falei tacando o meu travesseiro na cara de cada um deles. -
Demi: Então, eles sabem de tudo o que a gente passou? - perguntou. -
Você: É, sabem. - eu correi. -
Demi: Ah, então. - ela se sentou ao meu lado. - Eu posso fazer isso aqui. - me puxou e me beijou. Nossas línguas estavam em perfeita sincronia, ela sorriu entre o beijo. Puxava minha nuca para mais perto dela e eu a puxava pela cintura. Chupei sua língua durante o beijo e ela suspirou. Estávamos nos beijando até ouvir uma pessoa dizer: "UOU" E não era Rafael e nem Sophia. Nos separamos rapidamente e olhei para a porta. Minha mãe estava ali, encarando-me. -
Mãe: Dá para alguém me dizer o que tá acontecendo aqui? - perguntou. -
Você: Droga. - sussurrei. - Mãe, vem aqui que eu vou te explicar tudo. - sai puxando ela pela mão, eu não tinha segredos algum com a minha mãe. Fomos para o quarto dela e sentamos na cama. Ele me encarou dizendo para mim explicar, contei tudo desde que conheci Demi. Ela ficou meio assustada, mas no fim nem deu bola. Voltei para o quarto. -
Sophia: E aí, o que ela fez? - joguei-me na cama. -
Você: Como sempre, nada. - falei. -
Rafael: Eu amo a nossa mãe, cara. Ela é muito foda- ele falou e riu. -
Você: Tem mais uma pessoa que você ama e não é a nossa mãe. - disse e ele me encarou já sabendo o que eu ia falar. -
Sophia: Quem? - perguntou. -
Você: Você, Sophia. - disse com um sorriso. -
Rafael: Maninha querida, cala essa tua boca. - disse sorrindo para mim. -
Você: Quem manda dizer que eu falei coisas sem eu falar nada, querido. - disse debochada. -
Rafael: A, é isso mesmo? - perguntou, eu assenti. - Então, você vai ter guerra. - ele subiu em cima de mim na hora e começou a fazer cócegas em mim. Eu ria muito, pedia para ele parar e ele não parava. - Diz que eu sou o melhor irmão do mundo. - falou. -
Você: Vo..cê é o m..elhor i..rmão do mu..ndo - falei entre risadas, começando a ficar sem ar. Ele saiu de cima de mim, parando de fazer cócegas. Respirei fundo, tomando ar. - Seu desgraçado, nunca mais faça isso. - mostrei o dedo, Demi e Sophia só riam da nossa cara. - Agora, será que você minha querida Sophia e você meu amado irmão, poderiam sair do meu quarto? - pedi debochada. -
Sophia: Ah não, tá tão bom aqui. - ela disse só para me irritar. -
Você: AGORA! - gritei. -
Sophia: Credo, estamos indo. - ela reclamou e os dois saíram. Deitei na cama e Demi deitou-se também ficando de frente pra mim. Eu acariciava o seu rosto, enquanto ficávamos nos olhando em silêncio. -
Demi: Você é linda. - ela disse sorrindo para mim. Me aproximei dela. -
Você: E você é perfeita. - falei sorrindo, nos aproximamos e selamos os nossos lábios. Ela passou a língua pelos meus lábios e eu os entreabri, então ela invadiu minha boca com sua língua. Os lábios dela eram quentes, macios, suaves. Puxei-a pela cintura, ela pegou impulso e acabou ficando por cima de mim. O nosso beijo se aprofundou e já transbordava de desejo. Chupei a sua língua com toda a minha vontade e ouvi ela gemer. Minhas mãos estavam passeando por todo o seu corpo, parei-a em cima da bunda de Demi. Puxei-a para baixo, fazendo nossos corpos se colarem mais ainda. Demi passou os seus beijos para o meu pescoço. Puxei o rosto de Demi suavemente e beijei-a novamente. Terminei o beijo chupando o seu lábio inferior. Ela sorriu para mim e deitou-se ao meu lado, ficamos ali abraçadas. Até ouvir minha mãe gritando que o almoço estava pronto. Descemos e fomos almoçar. -
Sophia: Então, vamos fazer o que hoje de tarde? - perguntou. -
Você: Sei lá, podíamos sair nós quatro, ir em uma sorveteria e tals. - falei. Ficamos combinando. Subi para o quarto e escovei os dentes. Desci e fiquei abraçada com Demi, conversando com a Sô e o Rafa. Quando eram umas duas e meia. -
Rafael: Vamos na sorveteria, meninas? Está mega calor. - concordamos. Peguei a chave do carro da minha mãe, já que meu pai tinha saído. Rafael foi dirigindo até uma das melhores sorveterias do Rio. Quando chegamos, fomos nos sentar em uma mesa mais afastada. Por incrível que pareça, não vieram multidões de fãs loucos atrás da Demi. Ficamos rindo, conversando e tomando o sorvete. Depois caminhamos um pouco e voltamos para o carro, já no fim da tarde. -
Sophia: Ei, por que nós não vamos no Cristo Redentor? - perguntou. - Nesse horário, a vista lá de cima fica linda. - concordamos, entramos no carro e partimos até ela. Rafael trancou o carro quando chegamos e subimos. Quando estávamos lá em cima, por um grande milagre não tinha ninguém, só nós. Sophia e Rafael foram para um canto, enquanto eu e Demi sentamos para ficar olhando o pôr-do-sol. Demi estava entre minhas pernas e eu a abraçava por trás. Aquilo estava perfeito, ainda mais com ela ao meu lado. -
Demi: Essa vista é perfeita. - ela disse. -
Você: Ainda mais com você aqui. - eu falei e ela me olhou. Antes de nos beijarmos pude ela ouvir ela sussurrar um "Linda." Sorri e nos beijamos. Nossas línguas brincavam uma com a outra. Depois do beijo, ficamos vendo aquela visto sem falar nada. Até que Demi resolve se pronunciar. -
Demi: Amor.. - meu corpo inteiro estremeu ao ouvir ela me chamar de amor. - olha ali. - ela apontou para um canto, aonde eu pude ver a Sô e o Rafa se beijando. Sorri ao ver aquela cena. -
Você: Os dois sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca admitiram. - sorri e encarei Demi. -
Demi: O amor é lindo, né? - perguntou encarando-me nos olhos. Sorri. -
Você: Ele é perfeito. - sorri e nos beijamos novamente. Seus lábios suaves, tocando nos meus. Nossas línguas dançando uma com a outra. Sua mão em minha nuca acariciando-a. Minhas mão em sua cintura, segurando-a. Nossos corpos estremecendo a cada toque. E um sentimento, um sentimento que eu não sabia qual era. Mais que ali, entre nós duas, existia. -
As semanas foram se passando e hoje era o último dia da Demi no Brasil. O meu coração apertava só de pensar que eu nunca mais irei vê-lá. Acordei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti a minha roupa, passei uma make leve e desci. Meu irmão estava assistindo.
Rafael: Bom dia, princesa. - sorriu para mim. -
Você: Bom dia, maninho lindo. - dei um beijo na sua bochecha, e sentei-me ao seu lado. -
Rafael: Então, hoje é o último dia da Demi aqui, né? - perguntou. -
Você: Sim. - suspirei. -
Rafael: E, tu vai passar a tarde com ela? - perguntou. -
Você: Acho que sim. - sorri. -
Rafael: (Seu nome), como vai ser depois que ela for embora? - perguntou me encarando. -
Você: Eu sinceramente não sei, Rafa. Eu tenho medo de nunca mais vê-lá. - falei triste. -
Rafael: Ô, minha princesinha, não fica assim não. - ele me puxou, abraçou-me e deu um beijo na minha testa. Eu sorri. -
Você: Obrigado por tudo, tá? - acariciei o seu rosto. -
Rafael: Não precisa agradecer, tu é a minha irmãzinha linda e eu vou estar do teu lado sempre que precisar. - ele disse sorrindo. Nós nos abraçamos. Minha mãe nos chamou para almoçar. Fomos almoçar e depois ficamos conversando. Até que ouço meu celular tocar, corro para o quarto, vejo que é Demi e atendo com um sorriso. -
~~ Início de Ligação. ~~
Você: Oi Demi. - sorri. -
Demi: Oi princesa. - ela falou e meu corpo estremeceu ao ouvir sua voz. - Então, tu vai vir aqui passar a tarde comigo? - ela perguntou e eu até pude ver um sorriso safado abri sobre os lábios dela. -
Você: Eu vou sim. - sorri. - Que horas tu quer que eu vá? - perguntei. -
Demi: Pode ser, daqui a 15 minutos aqui no hotel?
Você: Claro. Daqui a pouco estou ai, então. Beijos.
Demi: Beijos. - desliguei o celular. -
~~ Fim de Ligação. ~~
Desci as escadas correndo e parei na frente da minha mãe que estava assistindo televisão com meu irmão.
Você: Mãe, você vai usar o carro hoje? - perguntei. -
Mãe: Não, hoje não vou precisar ir para a empresa. - sorriu. -
Você: Tem como tu emprestar a chave do teu carro? É que amanhã a Demi vai embora e eu vou ir passar essa tarde com ela. Por favor. - fiz cara de bebê. -
Mãe: Tá bom. Aqui está. - ela tirou a chave do bolso e me entregou. -
Você: Obrigado mãe mais linda do mundo. - falei pegando a chave, dei um beijo no seu rosto e sai de casa. Entrei no carro e logo dei a partida saindo rumo ao hotel. Quando cheguei lá, estacionei, tranquei o carro e entrei no hotel. Chamei o elevador e ele logo veio. Entrei, apertei o botão do andar da Demi e ele logo chegou. Sai e fui andando calmamente até a porta do quarto dela. Bati uma vez e ela logo abriu com um sorriso, entrei no quarto e ela fechou a porta. Logo veio até mim e me abraçou pela cintura, acariciei o seu rosto. - Então, hoje é o seu último dia aqui. - eu falei suspirando. -
Demi: Eu vou sentir a sua falta. - ela falou com um sorriso triste. -
Você: Eu também vou sentir a tua falta, Demi. - nós nos abraçamos e então eu respirei aquele perfume que me enlouquecia. Olhei-a. - Vamos aproveitar, ok? Nada de ficarmos tristes. - eu sorri. -
Demi: É pra já. - ela disse sorrindo e me beijou logo em seguida. Fomos andando enquanto nos beijávamos e ela me deitou lentamente na cama, ficando por cima de mim. Quando percebi já estávamos nuas, dando prazer uma a outra. Então, passamos a nossa tarde inteira ali, até que caímos uma do lado da outra cansadas e adormecemos. Acordamos já de noite, levantamos e colocamos nossas roupas. Eu tinha que ir embora. Olhei para Demi. -
Você: Eu tenho que ir embora, Demi. - falei. - E tu tem que se arrumar, porque daqui a algumas horas o teu voo sai. - falei. Sem dizer nada, ela se aproximou de mim e me abraçou forte. Eu não queria soltá-la. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. -
Demi: Todo esse tempo que eu passei contigo, foi perfeito. Eu nunca vou esquecer de ti, ok? - eu assenti. - E tu vai esquecer de mim? - perguntou, aproximei-me dela. -
Você: Eu nunca vou me esquecer de ti. Eu vou continuar sendo a sua Lovatic. - sorri. - Eu.. eu tenho que ir.
Demi: Ok. - ela me levou até a porta e antes de abri-lá, puxou-me pela cintura e nos beijamos. Um beijo calmo, com carinho, com suavidade. Um beijo que nós nunca iríamos esquecer, talvez o nosso último beijo. Terminamos por conta da falta de ar. Abri a porta e antes de sair disse: -
Você: Tchau Demi.
Demi: Tchau (Seu nome). - olhei-a mais uma vez antes de sair e fui embora. Quando cheguei no carro, dei logo a partida, deixando o motivo do meu sorriso para trás. Quando cheguei em casa, fui direto para o meu quarto. Deitei-me na cama e comecei a pensar nela. As lágrimas começaram a escorrer de meus olhos. Será que eu iria vê-lá novamente? Será que ela iria esquecer de mim? E por que está doendo tanto assim? Por que eu não quero deixá-lá ir? Acabo adormecendo entre tantas perguntas e lágrimas. -
Sophia: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAACORDA VADIA! - ela gritou, eu ri empurrando-a de cima de mim. -
Você: A tua sorte é que eu to de bom humor, se não eu te mataria agora Sophia. - disse e encarei ela. -
Sophia: Hum, e posso saber o por que desse bom humor? - perguntou. -
Você: Espera que eu vou trocar de roupa, depois eu conto. - fui para o banheiro, fiz minhas higienes matinal, coloquei uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e passei uma make leve. Quando sai, pude ver meu irmão e Sophia conversando. Na hora, eles me olharam. -
Rafael: Que história é essa que você e a Demi se beijaram? - perguntou, eu encarei Sophia na hora. -
Você: Sophia, sua fofoqueira. - dei um tapa na cabeça dela. -
Sophia: Ai, cala a boca os dois e agora conte-nos o porque desse bom humor. - eu sentei na cama e encarei os dois. -
Você: Ai gente, ontem foi a melhor tarde de todas. - eu sorri ao lembrar da tarde passada. Eles se entreolharam e depois olharam para mim. -
Rafael: O que aconteceu ontem? Conte-nos tudo agora. - ele falou. As vezes meu irmão parece ser mulher de tão curioso. Eu suspirei. -
Você: Ontem eu e a Demi passamos a tarde juntas. Se é que vocês dois me entendem. - eu disse rindo. Eles me olharam atentos na hora. -
Sophia: O QUE? É SÉRIO? - eu assenti. - AAAAAAAH, MEU DEUS! - ela começou a gritar e pular. Eu cai na gargalhada. -
Rafael: Então, como foi? - perguntou. -
Sophia: É, o que tu achou? - olhei para eles. -
Você: Ah, gente. - eu suspirei. - Foi perfeita. A Demi é perfeita. - eu falei com um sorriso bobo e safado nos lábios. -
Demi: O que tem eu que eu ouvi o meu nome? - ela perguntou entrando no meu quarto, eu dei um pulo. Sophia e meu irmão começaram a rir. -
Você: Demi, o que tu tá fazendo aqui? - perguntei surpresa. -
Demi: Eu vim te ver, ué. - ela riu. - Agora, fale. O que aconteceu? eu ouvi vocês falando o meu nome. - eu suspirei. -
Rafael: É que a minha irmãzinha estava dizendo para nós, que você deu um extremo prazer para ela ontem. - ele disse rindo, Demi me olhou na hora. Eu arregalei os olhos e encarei-o. -
Você: Ei, eu não disse isso. Eu disse que você é perfeita, Demi. - sorri olhando para ela. -
Sophia: É, você disse: "Ah, gente. Foi perfeita. A Demi é perfeita." - ela tentou imitar a minha voz. -
Rafael: E com um sorriso extremamente malicioso no rosto. - eu olhei para eles. -
Você: Seus vadios, por que vocês não calam a boca? - falei tacando o meu travesseiro na cara de cada um deles. -
Demi: Então, eles sabem de tudo o que a gente passou? - perguntou. -
Você: É, sabem. - eu correi. -
Demi: Ah, então. - ela se sentou ao meu lado. - Eu posso fazer isso aqui. - me puxou e me beijou. Nossas línguas estavam em perfeita sincronia, ela sorriu entre o beijo. Puxava minha nuca para mais perto dela e eu a puxava pela cintura. Chupei sua língua durante o beijo e ela suspirou. Estávamos nos beijando até ouvir uma pessoa dizer: "UOU" E não era Rafael e nem Sophia. Nos separamos rapidamente e olhei para a porta. Minha mãe estava ali, encarando-me. -
Mãe: Dá para alguém me dizer o que tá acontecendo aqui? - perguntou. -
Você: Droga. - sussurrei. - Mãe, vem aqui que eu vou te explicar tudo. - sai puxando ela pela mão, eu não tinha segredos algum com a minha mãe. Fomos para o quarto dela e sentamos na cama. Ele me encarou dizendo para mim explicar, contei tudo desde que conheci Demi. Ela ficou meio assustada, mas no fim nem deu bola. Voltei para o quarto. -
Sophia: E aí, o que ela fez? - joguei-me na cama. -
Você: Como sempre, nada. - falei. -
Rafael: Eu amo a nossa mãe, cara. Ela é muito foda- ele falou e riu. -
Você: Tem mais uma pessoa que você ama e não é a nossa mãe. - disse e ele me encarou já sabendo o que eu ia falar. -
Sophia: Quem? - perguntou. -
Você: Você, Sophia. - disse com um sorriso. -
Rafael: Maninha querida, cala essa tua boca. - disse sorrindo para mim. -
Você: Quem manda dizer que eu falei coisas sem eu falar nada, querido. - disse debochada. -
Rafael: A, é isso mesmo? - perguntou, eu assenti. - Então, você vai ter guerra. - ele subiu em cima de mim na hora e começou a fazer cócegas em mim. Eu ria muito, pedia para ele parar e ele não parava. - Diz que eu sou o melhor irmão do mundo. - falou. -
Você: Vo..cê é o m..elhor i..rmão do mu..ndo - falei entre risadas, começando a ficar sem ar. Ele saiu de cima de mim, parando de fazer cócegas. Respirei fundo, tomando ar. - Seu desgraçado, nunca mais faça isso. - mostrei o dedo, Demi e Sophia só riam da nossa cara. - Agora, será que você minha querida Sophia e você meu amado irmão, poderiam sair do meu quarto? - pedi debochada. -
Sophia: Ah não, tá tão bom aqui. - ela disse só para me irritar. -
Você: AGORA! - gritei. -
Sophia: Credo, estamos indo. - ela reclamou e os dois saíram. Deitei na cama e Demi deitou-se também ficando de frente pra mim. Eu acariciava o seu rosto, enquanto ficávamos nos olhando em silêncio. -
Demi: Você é linda. - ela disse sorrindo para mim. Me aproximei dela. -
Você: E você é perfeita. - falei sorrindo, nos aproximamos e selamos os nossos lábios. Ela passou a língua pelos meus lábios e eu os entreabri, então ela invadiu minha boca com sua língua. Os lábios dela eram quentes, macios, suaves. Puxei-a pela cintura, ela pegou impulso e acabou ficando por cima de mim. O nosso beijo se aprofundou e já transbordava de desejo. Chupei a sua língua com toda a minha vontade e ouvi ela gemer. Minhas mãos estavam passeando por todo o seu corpo, parei-a em cima da bunda de Demi. Puxei-a para baixo, fazendo nossos corpos se colarem mais ainda. Demi passou os seus beijos para o meu pescoço. Puxei o rosto de Demi suavemente e beijei-a novamente. Terminei o beijo chupando o seu lábio inferior. Ela sorriu para mim e deitou-se ao meu lado, ficamos ali abraçadas. Até ouvir minha mãe gritando que o almoço estava pronto. Descemos e fomos almoçar. -
Sophia: Então, vamos fazer o que hoje de tarde? - perguntou. -
Você: Sei lá, podíamos sair nós quatro, ir em uma sorveteria e tals. - falei. Ficamos combinando. Subi para o quarto e escovei os dentes. Desci e fiquei abraçada com Demi, conversando com a Sô e o Rafa. Quando eram umas duas e meia. -
Rafael: Vamos na sorveteria, meninas? Está mega calor. - concordamos. Peguei a chave do carro da minha mãe, já que meu pai tinha saído. Rafael foi dirigindo até uma das melhores sorveterias do Rio. Quando chegamos, fomos nos sentar em uma mesa mais afastada. Por incrível que pareça, não vieram multidões de fãs loucos atrás da Demi. Ficamos rindo, conversando e tomando o sorvete. Depois caminhamos um pouco e voltamos para o carro, já no fim da tarde. -
Sophia: Ei, por que nós não vamos no Cristo Redentor? - perguntou. - Nesse horário, a vista lá de cima fica linda. - concordamos, entramos no carro e partimos até ela. Rafael trancou o carro quando chegamos e subimos. Quando estávamos lá em cima, por um grande milagre não tinha ninguém, só nós. Sophia e Rafael foram para um canto, enquanto eu e Demi sentamos para ficar olhando o pôr-do-sol. Demi estava entre minhas pernas e eu a abraçava por trás. Aquilo estava perfeito, ainda mais com ela ao meu lado. -
Demi: Essa vista é perfeita. - ela disse. -
Você: Ainda mais com você aqui. - eu falei e ela me olhou. Antes de nos beijarmos pude ela ouvir ela sussurrar um "Linda." Sorri e nos beijamos. Nossas línguas brincavam uma com a outra. Depois do beijo, ficamos vendo aquela visto sem falar nada. Até que Demi resolve se pronunciar. -
Demi: Amor.. - meu corpo inteiro estremeu ao ouvir ela me chamar de amor. - olha ali. - ela apontou para um canto, aonde eu pude ver a Sô e o Rafa se beijando. Sorri ao ver aquela cena. -
Você: Os dois sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca admitiram. - sorri e encarei Demi. -
Demi: O amor é lindo, né? - perguntou encarando-me nos olhos. Sorri. -
Você: Ele é perfeito. - sorri e nos beijamos novamente. Seus lábios suaves, tocando nos meus. Nossas línguas dançando uma com a outra. Sua mão em minha nuca acariciando-a. Minhas mão em sua cintura, segurando-a. Nossos corpos estremecendo a cada toque. E um sentimento, um sentimento que eu não sabia qual era. Mais que ali, entre nós duas, existia. -
As semanas foram se passando e hoje era o último dia da Demi no Brasil. O meu coração apertava só de pensar que eu nunca mais irei vê-lá. Acordei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti a minha roupa, passei uma make leve e desci. Meu irmão estava assistindo.
Rafael: Bom dia, princesa. - sorriu para mim. -
Você: Bom dia, maninho lindo. - dei um beijo na sua bochecha, e sentei-me ao seu lado. -
Rafael: Então, hoje é o último dia da Demi aqui, né? - perguntou. -
Você: Sim. - suspirei. -
Rafael: E, tu vai passar a tarde com ela? - perguntou. -
Você: Acho que sim. - sorri. -
Rafael: (Seu nome), como vai ser depois que ela for embora? - perguntou me encarando. -
Você: Eu sinceramente não sei, Rafa. Eu tenho medo de nunca mais vê-lá. - falei triste. -
Rafael: Ô, minha princesinha, não fica assim não. - ele me puxou, abraçou-me e deu um beijo na minha testa. Eu sorri. -
Você: Obrigado por tudo, tá? - acariciei o seu rosto. -
Rafael: Não precisa agradecer, tu é a minha irmãzinha linda e eu vou estar do teu lado sempre que precisar. - ele disse sorrindo. Nós nos abraçamos. Minha mãe nos chamou para almoçar. Fomos almoçar e depois ficamos conversando. Até que ouço meu celular tocar, corro para o quarto, vejo que é Demi e atendo com um sorriso. -
~~ Início de Ligação. ~~
Você: Oi Demi. - sorri. -
Demi: Oi princesa. - ela falou e meu corpo estremeceu ao ouvir sua voz. - Então, tu vai vir aqui passar a tarde comigo? - ela perguntou e eu até pude ver um sorriso safado abri sobre os lábios dela. -
Você: Eu vou sim. - sorri. - Que horas tu quer que eu vá? - perguntei. -
Demi: Pode ser, daqui a 15 minutos aqui no hotel?
Você: Claro. Daqui a pouco estou ai, então. Beijos.
Demi: Beijos. - desliguei o celular. -
~~ Fim de Ligação. ~~
Desci as escadas correndo e parei na frente da minha mãe que estava assistindo televisão com meu irmão.
Você: Mãe, você vai usar o carro hoje? - perguntei. -
Mãe: Não, hoje não vou precisar ir para a empresa. - sorriu. -
Você: Tem como tu emprestar a chave do teu carro? É que amanhã a Demi vai embora e eu vou ir passar essa tarde com ela. Por favor. - fiz cara de bebê. -
Mãe: Tá bom. Aqui está. - ela tirou a chave do bolso e me entregou. -
Você: Obrigado mãe mais linda do mundo. - falei pegando a chave, dei um beijo no seu rosto e sai de casa. Entrei no carro e logo dei a partida saindo rumo ao hotel. Quando cheguei lá, estacionei, tranquei o carro e entrei no hotel. Chamei o elevador e ele logo veio. Entrei, apertei o botão do andar da Demi e ele logo chegou. Sai e fui andando calmamente até a porta do quarto dela. Bati uma vez e ela logo abriu com um sorriso, entrei no quarto e ela fechou a porta. Logo veio até mim e me abraçou pela cintura, acariciei o seu rosto. - Então, hoje é o seu último dia aqui. - eu falei suspirando. -
Demi: Eu vou sentir a sua falta. - ela falou com um sorriso triste. -
Você: Eu também vou sentir a tua falta, Demi. - nós nos abraçamos e então eu respirei aquele perfume que me enlouquecia. Olhei-a. - Vamos aproveitar, ok? Nada de ficarmos tristes. - eu sorri. -
Demi: É pra já. - ela disse sorrindo e me beijou logo em seguida. Fomos andando enquanto nos beijávamos e ela me deitou lentamente na cama, ficando por cima de mim. Quando percebi já estávamos nuas, dando prazer uma a outra. Então, passamos a nossa tarde inteira ali, até que caímos uma do lado da outra cansadas e adormecemos. Acordamos já de noite, levantamos e colocamos nossas roupas. Eu tinha que ir embora. Olhei para Demi. -
Você: Eu tenho que ir embora, Demi. - falei. - E tu tem que se arrumar, porque daqui a algumas horas o teu voo sai. - falei. Sem dizer nada, ela se aproximou de mim e me abraçou forte. Eu não queria soltá-la. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. -
Demi: Todo esse tempo que eu passei contigo, foi perfeito. Eu nunca vou esquecer de ti, ok? - eu assenti. - E tu vai esquecer de mim? - perguntou, aproximei-me dela. -
Você: Eu nunca vou me esquecer de ti. Eu vou continuar sendo a sua Lovatic. - sorri. - Eu.. eu tenho que ir.
Demi: Ok. - ela me levou até a porta e antes de abri-lá, puxou-me pela cintura e nos beijamos. Um beijo calmo, com carinho, com suavidade. Um beijo que nós nunca iríamos esquecer, talvez o nosso último beijo. Terminamos por conta da falta de ar. Abri a porta e antes de sair disse: -
Você: Tchau Demi.
Demi: Tchau (Seu nome). - olhei-a mais uma vez antes de sair e fui embora. Quando cheguei no carro, dei logo a partida, deixando o motivo do meu sorriso para trás. Quando cheguei em casa, fui direto para o meu quarto. Deitei-me na cama e comecei a pensar nela. As lágrimas começaram a escorrer de meus olhos. Será que eu iria vê-lá novamente? Será que ela iria esquecer de mim? E por que está doendo tanto assim? Por que eu não quero deixá-lá ir? Acabo adormecendo entre tantas perguntas e lágrimas. -
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 4.
Acordei, levantei e fui tomar um banho. A água escorria por meu corpo e as imagens passavam-se pela minha cabeça, então novamente os nossos beijos vieram em meus pensamentos. Sorri ao lembrar-me de Demi. Ontem eu e Sophia tínhamos ficado mais um tempo conversando e depois ela foi embora. Sai do banho, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer, sequei meus cabelos e passei uma make leve. Já estava na hora do almoço. Desci correndo e fui para mesa almoçar. Almocei e fiquei conversando um tempo com meu irmão. Até que ouvi o meu IPhone tocar, corri para o meu quarto e atendi.
~~ Ligação On ~~
Você: Alô?
XxX: (Seu nome)? é a Demi. - eu estremeci ao ouvir a voz dela. -
Você: Ah, oi Demi. - sorri. - O que devo a honra de sua ligação? - perguntei. -
Demi: Então, ér, eu queria te chamar para vir aqui. É que, bom, a gente podia dar uma volta, sei lá. - eu sorri. -
Você: Eu vou sim, Demi. - falei. - Daqui uns 15 minutos, eu passo aí. Pode ser?
Demi: Claro que sim. Vou te esperar, beijos. - então ela desligou. -
~~ Ligação Of. ~~
Desci as escadas com meu IPhone na mão.
Você: Maninho, cadê o pai? - perguntei. -
Rafael: Saiu com a mãe no carro dela. Aliás, ele falou que se tu quisesse o carro podia pegar a chave. - sorri, fui até o porta-chaves e peguei a chave do carro de meu pai. Quando estava saindo de casa, gritei. -
Você: TO SAINDO, RAFA! - fechei a porta, fui até o carro, linguei-o e sai. Em 15 minutos cheguei no hotel, estacionei, entrei e chamei o elevador. Alguns minutos e ele chegou, apertei o número do andar da Demi. Como seria quando nós nos vessemos depois de ontem? Ah, céus. O elevador chegou no andar dela e eu fui andando até a porta do seu quarto. Fiquei encarando-a por alguns segundos, então criei coragem e bati na porta. -
Ela abriu a porta, só conseguia ver a sua cabeça.
Demi: Entra. - ela disse sorrindo. Eu entrei e ela fechou a porta. Virei para encara-lá e tomei um susto ao ver que ela estava apenas de lingerie. - Ah, foi mal. É que eu acabei de sair do banho. - ela riu. -
Você: Ah, não, tá tudo bem. - eu falei. Os meus olhos passaram por todo o seu corpo e involuntariamente eu mordi o meu lábio. Céus, que corpo era aquele? Que perfeição era aquela? Demi percebeu que eu olhava para o seu corpo e foi se aproximando de mim. A nossa distância miníma, ela de lingerie na minha frente, aquilo estava me enlouquecendo. Eu fui recuando, enquanto ela chegava mais perto, só que acabei caindo deitada na cama dela que sorriu e foi deitando por cima de mim. - Demi, não.. não.. - eu falava com a respiração acelerada, eu iria perder o controle a qualquer momento. -
Demi: Quieta. - ela sussurrou olhando-me nos olhos e então me beijou. Nossas línguas brincavam uma com outra. Uma de minhas mãos estavam em sua nuca e a outra passeava por toda a extensão do seu corpo. O desejo apenas aumentava e qualquer momento eu perderia o controle. Separei-me lentamente dela. -
Você: Demi, eu acho melhor.. - eu não terminei de falar e suspirei ao sentir a mão de Demi passando por todo o meu corpo. -
Demi: Quieta. - ela repetiu e colou nossos lábios novamente. Nos beijávamos rapidamente, com malicia, com desejo. Minha mão passava por todo o corpo de Demi. Virei-me rapidamente ficando por cima dela e beijando-a mais ferozmente. Eu tinha sido completamente tomada pelo desejo que abitava o meu corpo. Os meus beijos passaram para o pescoço de Demi, eu beijava, dava leves mordidas. Senti a mão de Demi ir até a minha camisa, tirando-a e jogando em qualquer canto do quarto. Quando percebi, estava apenas de lingerie como Demi. Ela virou-se ficando por cima de mim. Foi arranhando de leve a minha barriga, fazendo-me gemer baixo. Suas mãos foram para o fecho do meu sutiã, abrindo-o, tirando e jogando no chão do quarto. Ela olhou para os meus seios, e eu vi um sorriso malicioso abrir sobre os meus lábios. Ela foi beijando o meu pescoço e eu suspirei tomada pelo desejo. Eu sabia aonde aquilo iria dar e não iria parar. Eu não queria parar, eu deseja aquilo e sentia que Demi também desejava. Nossos olhos transbordavam de desejo. Gemi alto ao sentir Demi chupando um de meios seios. Levei minhas mãos até o fecho do sutiã dela e abri, tirando-o em seguida. Ela chupava um de meus seios e passava a mão no outro. Uma de minhas mãos foram para um de seus seios, apertando-o e fazendo ela gemer baixinho, enquanto minha outra mão foi para suas costas arranhando-a levemente. Logo ela foi abaixando os beijos, fazendo-me suspirar. Demi agarrou minha calcinha com os dentes e foi tirando-a enquanto me encarava, eu mordi os lábios ao ver aquilo. Quando minha calcinha já estava no chão, ela deu um beijo na parte interna da minha coxa. Suspirei alto. Os beijos dela foram subindo, até chegar na minha intimidade. Ela deu um "selinho" ali fazendo-me dar um gemido abafado. Então, em seguida, lambeu. Gemi um pouco mais alto. Sem exitar, ela começou a chupar minha intimidade, não me controlei e comecei a gemer extremamente alto. O prazer era imenso, agarrei o lençol com a minha mão e comecei a puxar. Gritei alto de prazer, ao sentir Demi me penetrar com a sua língua. Ela começou a fazer movimento de vai e vem e movimentos circulares com a sua língua. Ela puxou-me pela cintura para baixo, fazendo sua língua entrar mais ainda dentro de mim. Eu gritava entre gemidos, até que o meu orgasmo chegou. Ela subiu e beijou-me novamente. Durante o beijo, pude sentir Demi me penetrar com dois dedos, gemi. Ela começou a fazer movimentos de vai e vem lentamente. -
Você: Demi, ah.. mais.. rápido, Demi. - eu pedi entre gemidos, ela estava me levando a completa loucura. Então, ela aumentou a velocidade dos movimentos, fazendo-me gemer auto. Eu sentia o prazer da Demi aumentando ao ouvir-me gemer em seu ouvido. Acabei por ter um orgasmo e Demi tirou os seus dois dedos de mim. Rapidamente, eu virei ficando por cima dela e sem dar tempo para nada beijei-a. Minha mão foi para a sua bunda, apertando-a. Senti Demi gemer entre o beijo. Aquele beijo transbordava desejo. Meu beijos foram descendo e eu comecei a chupar os seios de Demetria. Chupava e mordiscava um, enquanto apertava outro. Pudia ouvir Demi tentar controlar os gemidos. Minhas mãos foram passeando por todo o seu corpo, até chegar em sua calcinha, tirando-a rapidamente. Então, meus beijos foram descendo. Dei um beijo na sua coxa do lado inteiro, ela suspirou. Sem deixar Demi se preparar para nada, comecei a chupar sua intimidade. Demi soltou um grito de prazer. Eu chupava sua intimidade com toda a minha vontade, então fiz como ela e puxei sua cintura para baixo, fazendo minha língua entrar com tudo dentro dela que deu um gemido extremamente auto de prazer. Ao sentir ela gozar, subi e beijei-a novamente. Durante o beijo, penetrei-a com dois dedos. Abaixei meus beijos novamente e comecei a chupar sua intimidade novamente, enquanto penetrava e fazia um vai e vem rápido com meus dois dedos. Parei de chupar e voltei a beijá-la. Aumentei a velocidade dos movimentos e comecei a fazer movimentos circulares, arrancando gritos de prazer da Demi. Então, o orgasmo dela veio. Deitei ao lado dela, com a respiração ofegante. Ela me puxou e me aconchegou em seus braços, puxei o lençol, cobrindo-nos e acabei por adormecer ali nos braços da Demi. -
Demi narrando.
Ah meu Deus. Isso foi INCRÍVEL! Eu me vi tomada pelo desejo e a (Seu nome) me deu um prazer tão grande, um prazer que eu nunca senti com ninguém. Ela adormeceu ali nos meus braços e eu fiquei observando-a até adormecer. Acordei e percebi que ela não estava na cama. Abri os olhos lentamente passando-o por todo o quarto, até ouvir o barulho do chuveiro. Sorri, levantei-me e fui para lá sem fazer barulho algum. Abri a porta do box, em total silêncio. Pude ver ela ali, de costas para mim, de olhos fechados aparentemente, com a água correndo por todo o seu corpo. Céus, como ela era sexy. Entrei e fechei o box em total silêncio. Fui até ela e abracei-a por trás. Pude ver um sorriso abrir sobre os seus lábios. Ela virou para mim, encarando-me com um sorriso no rosto. Sorri também. Puxei-a pela cintura, beijando-a. Um beijo calmo, com carinho e com um sentimento a mais, que eu não conseguia reconhecer o que era. Só que o beijo foi se aprofundando, um beijo cheio de desejo. Ela me prensou contra a parede do banheiro e foi abaixando os beijos, eu soltei um gemido alto de prazer ao sentir ela dar um chupão entre meus seios. Quando percebi, minhas pernas estavam entrelaçadas em sua cintura, ela me prensava contra parede e segurava-me pela cintura. Nos beijávamos com desejo e então eu senti ela me penetrando com dois dedos. Começou a fazer um vai e vem rápido e movimentos circulares. Eu gemia alto, gritava de prazer.
Demi: AH MEU DEUS.. AH.. - eram as únicas coisas que eu conseguia gemer. Eu queria aquele momento para sempre. Em alguns minutos, eu tive um orgasmo e senti minhas pernas bambearem. Lentamente coloquei meus pés no chão e nós nos beijamos novamente. Tomamos banho entre beijos. Saímos e nos secamos. Passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer e sai do banheiro. Ela já estava vestida com a roupa que tinha chegado aqui. -
(Seu nome): Demi, eu tenho que ir embora. - ela disse, eu me aproximei dela abraçando-a pela cintura. -
Demi: Ah, não. Fica mais um pouco aqui comigo. - falei, não queria que ela fosse embora. Ela suspirou. -
(Seu nome): Eu queria ficar mais aqui contigo Demi, mais eu realmente não posso. Já está de noite e eu tenho que devolver o carro para o meu pai. - ela fez um biquinho. -
Demi: Mas, amanhã nós vamos nos ver né? - perguntei. -
(Seu nome): Vamos sim. Qualquer coisa você me liga, ok? - sorriu. -
Demi: Pode deixar. - sorri e levei-a até a porta. Nos beijamos novamente e então ela saiu. Joguei-me na minha cama com as lembranças da tarde de hoje vindo a tona nos meus pensamentos. Céus, aquela garota é perfeita. Adormeci com um sorriso bobo nos lábios. -
Você narrando.
Quando eu entrei no elevador, suspirei. O que foi essa tarde, senhor? A Demi é perfeita, céus. Quando o elevador chegou, sai e fui para o carro. Liguei-o e dei a partida. Quando cheguei em casa, guardei ele e entrei em casa. Meu irmão estava deitado no sofá, assistindo.
Rafael: Demorou, hein. - disse me olhando. -
Você: Demorei e agora vou dormir. - eu disse rindo. Subi as escadas e fui para o meu quarto. Coloquei meu pijama e deitei na cama de baixo das cobertas. Todas as lembranças dessa tarde veio nos meus pensamentos e imagens passando. Céus, hoje tinha realmente sido perfeito. Acabo por adormecer com um sorriso bobo no rosto. -
~~ Ligação On ~~
Você: Alô?
XxX: (Seu nome)? é a Demi. - eu estremeci ao ouvir a voz dela. -
Você: Ah, oi Demi. - sorri. - O que devo a honra de sua ligação? - perguntei. -
Demi: Então, ér, eu queria te chamar para vir aqui. É que, bom, a gente podia dar uma volta, sei lá. - eu sorri. -
Você: Eu vou sim, Demi. - falei. - Daqui uns 15 minutos, eu passo aí. Pode ser?
Demi: Claro que sim. Vou te esperar, beijos. - então ela desligou. -
~~ Ligação Of. ~~
Desci as escadas com meu IPhone na mão.
Você: Maninho, cadê o pai? - perguntei. -
Rafael: Saiu com a mãe no carro dela. Aliás, ele falou que se tu quisesse o carro podia pegar a chave. - sorri, fui até o porta-chaves e peguei a chave do carro de meu pai. Quando estava saindo de casa, gritei. -
Você: TO SAINDO, RAFA! - fechei a porta, fui até o carro, linguei-o e sai. Em 15 minutos cheguei no hotel, estacionei, entrei e chamei o elevador. Alguns minutos e ele chegou, apertei o número do andar da Demi. Como seria quando nós nos vessemos depois de ontem? Ah, céus. O elevador chegou no andar dela e eu fui andando até a porta do seu quarto. Fiquei encarando-a por alguns segundos, então criei coragem e bati na porta. -
Ela abriu a porta, só conseguia ver a sua cabeça.
Demi: Entra. - ela disse sorrindo. Eu entrei e ela fechou a porta. Virei para encara-lá e tomei um susto ao ver que ela estava apenas de lingerie. - Ah, foi mal. É que eu acabei de sair do banho. - ela riu. -
Você: Ah, não, tá tudo bem. - eu falei. Os meus olhos passaram por todo o seu corpo e involuntariamente eu mordi o meu lábio. Céus, que corpo era aquele? Que perfeição era aquela? Demi percebeu que eu olhava para o seu corpo e foi se aproximando de mim. A nossa distância miníma, ela de lingerie na minha frente, aquilo estava me enlouquecendo. Eu fui recuando, enquanto ela chegava mais perto, só que acabei caindo deitada na cama dela que sorriu e foi deitando por cima de mim. - Demi, não.. não.. - eu falava com a respiração acelerada, eu iria perder o controle a qualquer momento. -
Demi: Quieta. - ela sussurrou olhando-me nos olhos e então me beijou. Nossas línguas brincavam uma com outra. Uma de minhas mãos estavam em sua nuca e a outra passeava por toda a extensão do seu corpo. O desejo apenas aumentava e qualquer momento eu perderia o controle. Separei-me lentamente dela. -
Você: Demi, eu acho melhor.. - eu não terminei de falar e suspirei ao sentir a mão de Demi passando por todo o meu corpo. -
Demi: Quieta. - ela repetiu e colou nossos lábios novamente. Nos beijávamos rapidamente, com malicia, com desejo. Minha mão passava por todo o corpo de Demi. Virei-me rapidamente ficando por cima dela e beijando-a mais ferozmente. Eu tinha sido completamente tomada pelo desejo que abitava o meu corpo. Os meus beijos passaram para o pescoço de Demi, eu beijava, dava leves mordidas. Senti a mão de Demi ir até a minha camisa, tirando-a e jogando em qualquer canto do quarto. Quando percebi, estava apenas de lingerie como Demi. Ela virou-se ficando por cima de mim. Foi arranhando de leve a minha barriga, fazendo-me gemer baixo. Suas mãos foram para o fecho do meu sutiã, abrindo-o, tirando e jogando no chão do quarto. Ela olhou para os meus seios, e eu vi um sorriso malicioso abrir sobre os meus lábios. Ela foi beijando o meu pescoço e eu suspirei tomada pelo desejo. Eu sabia aonde aquilo iria dar e não iria parar. Eu não queria parar, eu deseja aquilo e sentia que Demi também desejava. Nossos olhos transbordavam de desejo. Gemi alto ao sentir Demi chupando um de meios seios. Levei minhas mãos até o fecho do sutiã dela e abri, tirando-o em seguida. Ela chupava um de meus seios e passava a mão no outro. Uma de minhas mãos foram para um de seus seios, apertando-o e fazendo ela gemer baixinho, enquanto minha outra mão foi para suas costas arranhando-a levemente. Logo ela foi abaixando os beijos, fazendo-me suspirar. Demi agarrou minha calcinha com os dentes e foi tirando-a enquanto me encarava, eu mordi os lábios ao ver aquilo. Quando minha calcinha já estava no chão, ela deu um beijo na parte interna da minha coxa. Suspirei alto. Os beijos dela foram subindo, até chegar na minha intimidade. Ela deu um "selinho" ali fazendo-me dar um gemido abafado. Então, em seguida, lambeu. Gemi um pouco mais alto. Sem exitar, ela começou a chupar minha intimidade, não me controlei e comecei a gemer extremamente alto. O prazer era imenso, agarrei o lençol com a minha mão e comecei a puxar. Gritei alto de prazer, ao sentir Demi me penetrar com a sua língua. Ela começou a fazer movimento de vai e vem e movimentos circulares com a sua língua. Ela puxou-me pela cintura para baixo, fazendo sua língua entrar mais ainda dentro de mim. Eu gritava entre gemidos, até que o meu orgasmo chegou. Ela subiu e beijou-me novamente. Durante o beijo, pude sentir Demi me penetrar com dois dedos, gemi. Ela começou a fazer movimentos de vai e vem lentamente. -
Você: Demi, ah.. mais.. rápido, Demi. - eu pedi entre gemidos, ela estava me levando a completa loucura. Então, ela aumentou a velocidade dos movimentos, fazendo-me gemer auto. Eu sentia o prazer da Demi aumentando ao ouvir-me gemer em seu ouvido. Acabei por ter um orgasmo e Demi tirou os seus dois dedos de mim. Rapidamente, eu virei ficando por cima dela e sem dar tempo para nada beijei-a. Minha mão foi para a sua bunda, apertando-a. Senti Demi gemer entre o beijo. Aquele beijo transbordava desejo. Meu beijos foram descendo e eu comecei a chupar os seios de Demetria. Chupava e mordiscava um, enquanto apertava outro. Pudia ouvir Demi tentar controlar os gemidos. Minhas mãos foram passeando por todo o seu corpo, até chegar em sua calcinha, tirando-a rapidamente. Então, meus beijos foram descendo. Dei um beijo na sua coxa do lado inteiro, ela suspirou. Sem deixar Demi se preparar para nada, comecei a chupar sua intimidade. Demi soltou um grito de prazer. Eu chupava sua intimidade com toda a minha vontade, então fiz como ela e puxei sua cintura para baixo, fazendo minha língua entrar com tudo dentro dela que deu um gemido extremamente auto de prazer. Ao sentir ela gozar, subi e beijei-a novamente. Durante o beijo, penetrei-a com dois dedos. Abaixei meus beijos novamente e comecei a chupar sua intimidade novamente, enquanto penetrava e fazia um vai e vem rápido com meus dois dedos. Parei de chupar e voltei a beijá-la. Aumentei a velocidade dos movimentos e comecei a fazer movimentos circulares, arrancando gritos de prazer da Demi. Então, o orgasmo dela veio. Deitei ao lado dela, com a respiração ofegante. Ela me puxou e me aconchegou em seus braços, puxei o lençol, cobrindo-nos e acabei por adormecer ali nos braços da Demi. -
Demi narrando.
Ah meu Deus. Isso foi INCRÍVEL! Eu me vi tomada pelo desejo e a (Seu nome) me deu um prazer tão grande, um prazer que eu nunca senti com ninguém. Ela adormeceu ali nos meus braços e eu fiquei observando-a até adormecer. Acordei e percebi que ela não estava na cama. Abri os olhos lentamente passando-o por todo o quarto, até ouvir o barulho do chuveiro. Sorri, levantei-me e fui para lá sem fazer barulho algum. Abri a porta do box, em total silêncio. Pude ver ela ali, de costas para mim, de olhos fechados aparentemente, com a água correndo por todo o seu corpo. Céus, como ela era sexy. Entrei e fechei o box em total silêncio. Fui até ela e abracei-a por trás. Pude ver um sorriso abrir sobre os seus lábios. Ela virou para mim, encarando-me com um sorriso no rosto. Sorri também. Puxei-a pela cintura, beijando-a. Um beijo calmo, com carinho e com um sentimento a mais, que eu não conseguia reconhecer o que era. Só que o beijo foi se aprofundando, um beijo cheio de desejo. Ela me prensou contra a parede do banheiro e foi abaixando os beijos, eu soltei um gemido alto de prazer ao sentir ela dar um chupão entre meus seios. Quando percebi, minhas pernas estavam entrelaçadas em sua cintura, ela me prensava contra parede e segurava-me pela cintura. Nos beijávamos com desejo e então eu senti ela me penetrando com dois dedos. Começou a fazer um vai e vem rápido e movimentos circulares. Eu gemia alto, gritava de prazer.
Demi: AH MEU DEUS.. AH.. - eram as únicas coisas que eu conseguia gemer. Eu queria aquele momento para sempre. Em alguns minutos, eu tive um orgasmo e senti minhas pernas bambearem. Lentamente coloquei meus pés no chão e nós nos beijamos novamente. Tomamos banho entre beijos. Saímos e nos secamos. Passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer e sai do banheiro. Ela já estava vestida com a roupa que tinha chegado aqui. -
(Seu nome): Demi, eu tenho que ir embora. - ela disse, eu me aproximei dela abraçando-a pela cintura. -
Demi: Ah, não. Fica mais um pouco aqui comigo. - falei, não queria que ela fosse embora. Ela suspirou. -
(Seu nome): Eu queria ficar mais aqui contigo Demi, mais eu realmente não posso. Já está de noite e eu tenho que devolver o carro para o meu pai. - ela fez um biquinho. -
Demi: Mas, amanhã nós vamos nos ver né? - perguntei. -
(Seu nome): Vamos sim. Qualquer coisa você me liga, ok? - sorriu. -
Demi: Pode deixar. - sorri e levei-a até a porta. Nos beijamos novamente e então ela saiu. Joguei-me na minha cama com as lembranças da tarde de hoje vindo a tona nos meus pensamentos. Céus, aquela garota é perfeita. Adormeci com um sorriso bobo nos lábios. -
Você narrando.
Quando eu entrei no elevador, suspirei. O que foi essa tarde, senhor? A Demi é perfeita, céus. Quando o elevador chegou, sai e fui para o carro. Liguei-o e dei a partida. Quando cheguei em casa, guardei ele e entrei em casa. Meu irmão estava deitado no sofá, assistindo.
Rafael: Demorou, hein. - disse me olhando. -
Você: Demorei e agora vou dormir. - eu disse rindo. Subi as escadas e fui para o meu quarto. Coloquei meu pijama e deitei na cama de baixo das cobertas. Todas as lembranças dessa tarde veio nos meus pensamentos e imagens passando. Céus, hoje tinha realmente sido perfeito. Acabo por adormecer com um sorriso bobo no rosto. -
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 3.
Você narrando.
Acordei e fiquei pensando o que eu iria fazer hoje. Percebi que estava calor, então decidi dar uma corrida na praia. Tomei um banho rápido, sai, passei meus cremes, vesti um top branco e um shorts jeans curto. Coloquei um chinelo mesmo, amarrei meu cabelo e desci. Estavam todos dormindo ainda, povo preguiçoso. Peguei a chave do carro do meu pai e deixei um bilhete avisando que eu tinha pegado. Entrei no carro, liguei e dei a partida. Quando cheguei na praia, sai e desliguei o carro. Comecei a andar, sentindo aquele vento bater no meu rosto. Relaxei um pouco e depois comecei a correr. Tinha uma pessoa vindo na minha direção, andando calmamente, mais eu não vi e acabei esbarrando nela e fazendo nós cairmos. Eu acabei caindo por cima dela. Nossos olhares se encontraram por entre os óculos de sol dela. Eu sabia que conhecia aquela pessoa, mais não consegui reconhecer por causa do óculos. Ajudei-a a levantar e pedi desculpas. Quando eu ouvi a voz dela dizendo que estava tudo bem, tudo parou. Eu conhecia ela e isso só se confirmou quando ela tirou os óculos, fazendo-me ver aqueles olhos perfeitos. Era ela, a garota que não sai dos meus pensamentos, Demetria. Depois de uns minutos ela pediu para mim tirá-la dali por causa dos fãs. Quando ela entrelaçou suas mãos com a minha, o meu corpo estremeceu de uma maneira inexplicável. Levei-a até o carro e entramos. Percebi que estava quase na hora do almoço e falei que iria levá-la para almoçar na minha casa e depois mostraria o Rio de Janeiro inteiro para ela. Aceitou, então eu dei a partida, rumo a minha casa. Eu pude perceber que durante o caminho ela olhava para mim algumas vezes.
Você: Eu vou colocar uma música para tocar. - liguei o rádio do carro e dei play no CD que estava ali. Era o meu Unbroken, olhei para Demi e ri. -
Demi: Sério que tá tocando a minha música? - ela disse rindo. -
Você: Eu não tenho culpa que você tem uma voz perfeita e eu sou tua fã. - sorri. -
Demi: Pare com isso, se não você me deixa com vergonha. - ela disse e colocou a mão no rosto, tampando-o. Eu dei uma gargalhada. -
Você: Minha mãe desde pequena me ensinou a não mentir, então estou falando a verdade. - falei. - Aliás, também não tenho culpa de até o meu pai ser teu fã e o teu CD estar tocando no carro dele. - ri. -
Demi: Já que você diz, né. - ela riu, fui passando as músicas, até chegar em Skyscraper. -
Você: You can take everything i have, you can break everything i am. Like i'm made of glass, like i'm made of paper. Go on and try to tear me down, i will be rising from the ground. Like a skyscraper, like a skyscraper... - eu cantarolei, Demi olhou-me. -
Demi: Nossa. A tua voz é linda. - ela disse me encarando, eu corei. -
Você: Se a minha voz é linda, a tua é o extremo de perfeita né. - eu sorri e estacionei o carro na frente da minha casa. -
Demi: UAU! Essa casa é tua? - perguntou. -
Você: É sim. - eu sorri e sai do carro. Dei a volta correndo e abri a porta para Demi, ela desceu do carro sorrindo para mim. -
Demi: Obrigado.
Você: Não precisa agradecer. - eu tranquei o carro. - Vem. - estendi a mão para ela, que pegou sorrindo e novamente aquele choque elétrico percorreu o meu corpo. Subimos as escadas e entramos. Fui com ela até a sala e vi Rafael sentado no sofá, com Sophia deitada no colo dele. Eu sorri. - Awn, quanto amor vocês dois. - falei, em inglês. -
Sophia: Vai se foder, mano. - ela disse rindo, e olhou para mim. Quando ela viu Demi do meu lado deu um pulo do sofá, fazendo meu irmão ver também. Sophia se aproximou da gente. - Demi? - perguntou. -
Demi: Essa sou eu. - ela disse rindo. -
Sophia: A MEU DEUS! - ela disse também em inglês. - Só um minuto, por favor. - ela disse e foi correndo pra cozinha. Do nada, a gente ouvir uma pessoa gritando, eu ri. Logo Sophia voltou. - Voltei.
Você: Senhor, tu é louca menina. - revirei os olhos. - Demi, essa é a Sophia a louca da minha melhor amiga. - sorri. - E aquele ali - apontei para meu irmão. - é o meu irmão, Rafael. - ele veio até nós. -
Rafael: Oi Demi. - ele a cumprimentou. -
Você: Cadê a mãe e o pai? - perguntei. -
Rafael: Tão lá em cima. Eles vão pirar quando verem a Demi. - a Demi riu. -
Você: MAAAAAAAAAAAAAE, PAAAAAAAAAAAAI, DESCEM AQUI! - gritei e Demi deu um pulo. -
Demi: Credo menina, vai me deixar surda. - revirei os olhos rindo. Logo meus pais desceram. -
Mãe: Por que tu tá falando em inglês menina? - ela perguntou de cabeça baixa, em inglês. -
Você: Levanta a cabeça que tu vai saber. - eu falei, ela levantou a cabeça. -
Mãe: A MEU DEUS! - ela gritou e veio correndo até nós. Eu ri. - Senhor, tu não é aquela Demi Lovato? - perguntou, eu gargalhei. -
Demi: É, sou eu. - ela riu. Minha mãe e ela se cumprimentaram. -
Mãe: Menina, a minha filha fala de ti 24 horas por dia. - ela disse e eu a olhei. -
Você: Mãe, credo. - eu ri e nós ficamos conversando. Logo o almoço ficou pronto e nós fomos almoçar. Eu e Demi ficamos trocando olhares entre o almoço. Conversávamos e riamos. E eu me peguei várias vezes parada, olhando ela, vendo o seu sorriso. Por que ela tem que ser tão perfeita? Depois do almoço, eu e Demi subimos para o meu quarto. Fui escovar os dentes e voltei. Ela estava sentada na minha cama. -
Demi: Eu posso te fazer uma pergunta? - eu olhei para ela e sentei-me na cama de frente para Demi. -
Você: Claro que pode. - eu disse. -
Demi narrando.
Todos que abitavam a casa da (seu nome) são extremamente engraçados. Eu ri muito com eles, durante o almoço. Troquei alguns olhares com ela e várias vezes peguei-me a observando. O sorriso dela é tão lindo, o olhar então nem se fala.
Demi: Eu posso te fazer uma pergunta? - perguntei, quando já estávamos no quarto dela apenas nós duas. Ela me olhou e sentou na cama de frente para mim. -
(Seu nome): Claro que pode. - ela respondeu. -
Demi: Ontem no M&G você disse que eu salvei a tua vida. Ér.. o que aconteceu? - perguntei. Eu estava curiosa, eu precisava saber. Ela suspirou. -
(Seu nome): É que quando eu tinha 15 anos, eu me apaixonei por um menino e ele era tudo de bom. Ele começou a dizer que me amava e essas coisas e a gente começou a namorar. Com 3 meses de namoro, eu.. eu tive a minha primeira vez com ele. - ela disse as últimas palavras em um sussurro. - E no outro dia, ele terminou comigo, ele me largou. A única coisa que ele queria era me levar para cama. Eu me sentia um lixo, me sentia suja Demi. Então, eu vim pra casa chorando, me tranquei no quarto e me cortei pela primeira vez. Eu me senti mais aliviada, era como uma fuga da dor. E aquilo começou a se repetir, os cortes e tudo mais. E eu sempre fui tua fã, quando eu vi que tu saiu da rehab com um sorriso de vitória no rosto. Quando eu vi que tu tinha sido forte o suficiente pra passar por tudo o que tu passou, eu decidi procurar ajuda. Então, eu me internei em uma clínica e fiquei lá por 2 meses. E faz praticamente um ano que eu não me corto mais. - uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Eu levei minha mão até seu rosto e sequei as lágrimas. Ela me olhou nos olhos. - Você sempre foi tudo pra mim, Demi. Você foi o que me fez lutar, lutar pra viver. Foi você que me deu forças pra passar por tudo. O meu refúgio agora é você e as tuas músicas, não são mais os cortes. Tudo mudou depois que tu saiu daquela rehab. Você mudou a minha vida, cara. - ela disse, uma lágrima escorreu dos meus olhos. -
Demi: Eu fico tão feliz em saber que tu viu em mim um exemplo. - dei um sorriso leve. - E fique sabendo que tu é forte sim. - eu disse. Ela colocou a sua mão sobre a minha e aproximou o seu corpo de mim. -
(Seu nome): Eu sou forte, porque você me dá forças Demi. - ela disse. Nossos olhares se encontraram e tudo parou novamente. E uma vontade de beijá-la me invadiu. Coloquei uma de minhas mãos em sua cintura e puxei ela para mais perto de mim, fazendo nossos corpos se colarem. Fomos nos aproximando lentamente, eu já podia sentir a sua respiração misturando-se com a minha. Parecia que o meu coração ia sair pela boca, ele estava batendo á mil por hora. Eu estava nervosa, eu queria muito aquele beijo. Pude sentir o seu nariz encostando-se no meu. Ela fechou os olhos e eu também. Então, finalmente, eu senti os seus lábios quentes encostando-se nos meus. Passei a língua por seus lábios pedindo permissão e ela entreabriu os seus lábios, então eu invadi a sua boca com a minha língua. Pude ouvir um suspiro dela, quando eu puxei-a pela cintura. Sua mão estava em minha nuca, puxando o meu rosto para mais perto do dela e as minhas mãos estavam em sua cintura, puxando seu corpo para mais perto de mim. Nossas línguas brincavam uma com a outra. Uma alegria enorme tomou conta do meu corpo. Estávamos em uma perfeita sincronia. Era como se nossas línguas estivessem dançando uma com a outra. O ar começou a faltar, mais nós não paramos. Eu queria aquele beijo, eu queria ela. Eu não sei por que estou me sentindo assim, só que eu não quero parar de beijá-la, queria que esse momento se eternizasse. Só que a falta de ar estava tão grande, que nós separamos nossos lábios lentamente. Encostamos nossas testas e ficamos ali, respirando ofegante de olhos fechados. Aproveitando aquele momento. -
Você narrando.
Quando a Demi me perguntou aquilo, eu suspirei. Não gostava muito de tocar naquele assunto, mais eu contaria para ela. Depois de tudo, ela disse que eu era forte e eu disse que era forte porque ela me dava forças. E então.. a gente se beijou. O meu corpo todo estremeceu. Nos beijávamos como se necessitássemos daquilo. E eu necessitava, necessitava dela. Não sei porque estava sentindo-me assim, mais eu aproveitei aquele beijo. Quando eu abri os olhos, pude ver que ela me olhava com um leve sorriso no rosto. Eu levantei da cama com tudo, percebendo o que tínhamos acabado de fazer.
Você: Ér, desculpa por isso Demi. É sério, eu não queria é. Isso não vai mais acontecer, ok? - falei. Eu menti ao dizer que eu não queria. Por que eu queria, queria muito. -
Demi: Ah, é, tudo bem, pode deixar. - ela falou com uma ponta de.. decepção na voz. -
Você: Então, vamos? - perguntei. - Ainda tenho que te mostrar o Rio de Janeiro. - ri e ela sorriu. -
Demi: Vamos, claro. - ela falou. Descemos, peguei a chave do carro do meu pai e saímos de casa. Entramos no carro, liguei e dei a partida. -
Agora estamos no último lugar que eu iria mostrar para ela. O Cristo Redentor. Estávamos lá em cima, vendo a vista do Rio de Janeiro.
Demi: UAU! Essa vista é linda. - ela falou deslumbrada. Estávamos a uns 10 minutos ali, vendo a vista sem falar nada. Sorri. -
Você: Realmente, Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa. - falei sorrindo, ela suspirou. -
Demi: Tu pode me levar pro hotel? É que eu to cansada, andamos muito hoje. - ela riu. -
Você: Claro, vamos. - eu disse. Descemos, entramos no carro e eu dei a partida. Não tinha fã nenhum na entrada do hotel. - Acho que teus fãs foram descansar. - falei rindo. -
Demi: Pois é, eles tem que descansar mesmo. - riu e então eu parei o carro. -
Você: Está entregue, senhorita Lovato. - falei e ela me olhou. -
Demi: Vamos comigo até lá em cima? Eu não quero ir até lá sozinha. - ela fez uma cara de bebê. Eu ri. -
Você: Nada folgada você, né? - ri. - Eu vou sim. - saímos do carro e eu tranquei. Entramos no hotel e pegamos o elevador. Fui até a porta do quarto dela e ela abriu a porta e então me olhou. - Está entregue. - sorrimos e ficamos nos encarando. - Então, ér, tchau Demi. Eu tenho que ir. - falei. -
Demi: Posso fazer uma coisa antes? - perguntou. -
Você: Pode. - falei um pouco confusa. - Aliás, fazer o que? - perguntei. -
Demi: Isso. - ela me puxou pela cintura para dentro do quarto dela e me encostou na parede, fechando a porta logo em seguida. Prensava o meu corpo entre a parede e o seu corpo. Minha respiração estava acelerada. -
Você: De..mi, eu.. - ela me interrompeu. -
Demi: Não fala nada. - ela disse e logo em seguida me beijou. Invadiu minha boca com a sua língua. Cada contato meu com ela o meu corpo estremecia. Eu queria mais, o meu corpo pedia mais. Ela me puxava pela cintura, colando mais ainda nossos corpos. Levei minhas mãos até sua nuca, colocando elas entre os seus cabelos e puxei seu rosto para mais perto de mim. Era um beijo rápido, selvagem, com desejo. Ela me encostou com tudo na parede, fazendo seu corpo me prensar mais ainda, não consegui me segurar e soltei um gemido baixo entre o beijo. A falta de ar começou, mais eu não queria parar aquele beijo. Só que tivemos que nos separar e ficamos nos encarando por segundos. -
Você: Demi, eu.. eu tenho que ir. É, eu tenho que ir. - falei, ia abrir a porta do quarto dela mais parei. Olhei-a. - Mas, antes eu preciso fazer uma coisa. - puxei-a pela cintura e a prensei contra a parede. Estava perdendo os meus sentidos, o desejo estava tomando conta de mim. Eu precisava do seu beijo. Então, sem dar tempo para me arrepender, tomei os seus lábios inciando um beijo. Ficamos ali, nos beijando até o ar faltar novamente. Nos separamos, olhei-a e sorri. Então, abri a porta do quarto dela e sai. Quando entrei no elevador e vi a porta dele se fechando, suspirei alto. O que foi aquilo? Como ela me deixou louca daquela maneira? E o beijo dela? Ah, céus. Fiquei perdida em pensamentes até ver a porta do elevador se abrir. Sai praticamente correndo, entrei no meu carro e dei a partida indo para casa. Quando cheguei, coloquei o carro na garagem, tranquei-o e entrei em casa. Subi as escadas e fui até o quarto do meu irmão. - Cadê a Sophia? - perguntei e ele me olhou. -
Rafael: Ela foi pra casa. - ele disse, eu assenti e fui para o meu quarto. Eu precisava conversar com alguém, eu precisava desabafar se não iria explodir. Peguei meu IPhone e mandei uma mensagem para Sô: "Vem aqui em casa rápido, preciso muito falar contigo. É urgente." Logo depois de enviar a mensagem fui para o banheiro e tomei um banho. A água escorria pelo meu corpo e as imagens vinham na minha cabeça com tudo. Os lábios dela tocando no meu, o gosto do seu beijo. Suspirei e sai do banho. Passei meus cremes, coloquei minha lingerie e vesti meu pijama. Quando sai do banheiro, Sophia estava deitada na minha cama me esperando. Me viu e deu um pulo, sentando. -
Sophia: O que aconteceu que tu mandou eu vir aqui rápido? - perguntou. Eu sentei de frente para ela. -
Você: Sô, tu tem que me prometer que não vai dar ataque. Promete?
Sophia: Prometo. - ela revirou os olhos. - Agora, conte-me o que aconteceu.
Você: Eu.. - suspirei. - Eu e a Demi nos beijamos. - falei. -
Sophia: O QUE? - ela gritou dando um pulo da cama. -
Você: Sophia, cala a boca não fica gritando. - falei. -
Sophia: Ah, foi mal. - ela disse e se sentou novamente. - Agora, conte-me tudo. Como isso aconteceu? - como sempre, Sophia estava curiosa. -
Você: Então, foi assim.. - eu contei tudo para ela. As trocas de olhares desde ontem no show, tudo. O primeiro, o segundo, o terceiro beijo. - E foi isso. - disse após contar tudo. Ela me olhava. -
Sophia: Ah meu Deus, amiga. - ela sorriu. - E o que tu achou? - perguntou. -
Você: Como assim? - encarei-a confusa. -
Sophia: O que tu achou do beijo? - perguntou novamente. -
Você: Ah, eu não sei Sophia. O lábio dela é doce, quente, macio. Cada vez dá vontade de beijar mais e mais. - suspirei e olhei para minha amiga. - Foi o melhor beijo da minha vida. - eu disse. Ela começou a pular. - Foi o melhor beijo da minha vida. - eu disse isso em um sussurro para mim mesmo. E um sorriso brotou sobre os meus lábios, lembrando-me do nosso beijo. -
Acordei e fiquei pensando o que eu iria fazer hoje. Percebi que estava calor, então decidi dar uma corrida na praia. Tomei um banho rápido, sai, passei meus cremes, vesti um top branco e um shorts jeans curto. Coloquei um chinelo mesmo, amarrei meu cabelo e desci. Estavam todos dormindo ainda, povo preguiçoso. Peguei a chave do carro do meu pai e deixei um bilhete avisando que eu tinha pegado. Entrei no carro, liguei e dei a partida. Quando cheguei na praia, sai e desliguei o carro. Comecei a andar, sentindo aquele vento bater no meu rosto. Relaxei um pouco e depois comecei a correr. Tinha uma pessoa vindo na minha direção, andando calmamente, mais eu não vi e acabei esbarrando nela e fazendo nós cairmos. Eu acabei caindo por cima dela. Nossos olhares se encontraram por entre os óculos de sol dela. Eu sabia que conhecia aquela pessoa, mais não consegui reconhecer por causa do óculos. Ajudei-a a levantar e pedi desculpas. Quando eu ouvi a voz dela dizendo que estava tudo bem, tudo parou. Eu conhecia ela e isso só se confirmou quando ela tirou os óculos, fazendo-me ver aqueles olhos perfeitos. Era ela, a garota que não sai dos meus pensamentos, Demetria. Depois de uns minutos ela pediu para mim tirá-la dali por causa dos fãs. Quando ela entrelaçou suas mãos com a minha, o meu corpo estremeceu de uma maneira inexplicável. Levei-a até o carro e entramos. Percebi que estava quase na hora do almoço e falei que iria levá-la para almoçar na minha casa e depois mostraria o Rio de Janeiro inteiro para ela. Aceitou, então eu dei a partida, rumo a minha casa. Eu pude perceber que durante o caminho ela olhava para mim algumas vezes.
Você: Eu vou colocar uma música para tocar. - liguei o rádio do carro e dei play no CD que estava ali. Era o meu Unbroken, olhei para Demi e ri. -
Demi: Sério que tá tocando a minha música? - ela disse rindo. -
Você: Eu não tenho culpa que você tem uma voz perfeita e eu sou tua fã. - sorri. -
Demi: Pare com isso, se não você me deixa com vergonha. - ela disse e colocou a mão no rosto, tampando-o. Eu dei uma gargalhada. -
Você: Minha mãe desde pequena me ensinou a não mentir, então estou falando a verdade. - falei. - Aliás, também não tenho culpa de até o meu pai ser teu fã e o teu CD estar tocando no carro dele. - ri. -
Demi: Já que você diz, né. - ela riu, fui passando as músicas, até chegar em Skyscraper. -
Você: You can take everything i have, you can break everything i am. Like i'm made of glass, like i'm made of paper. Go on and try to tear me down, i will be rising from the ground. Like a skyscraper, like a skyscraper... - eu cantarolei, Demi olhou-me. -
Demi: Nossa. A tua voz é linda. - ela disse me encarando, eu corei. -
Você: Se a minha voz é linda, a tua é o extremo de perfeita né. - eu sorri e estacionei o carro na frente da minha casa. -
Demi: UAU! Essa casa é tua? - perguntou. -
Você: É sim. - eu sorri e sai do carro. Dei a volta correndo e abri a porta para Demi, ela desceu do carro sorrindo para mim. -
Demi: Obrigado.
Você: Não precisa agradecer. - eu tranquei o carro. - Vem. - estendi a mão para ela, que pegou sorrindo e novamente aquele choque elétrico percorreu o meu corpo. Subimos as escadas e entramos. Fui com ela até a sala e vi Rafael sentado no sofá, com Sophia deitada no colo dele. Eu sorri. - Awn, quanto amor vocês dois. - falei, em inglês. -
Sophia: Vai se foder, mano. - ela disse rindo, e olhou para mim. Quando ela viu Demi do meu lado deu um pulo do sofá, fazendo meu irmão ver também. Sophia se aproximou da gente. - Demi? - perguntou. -
Demi: Essa sou eu. - ela disse rindo. -
Sophia: A MEU DEUS! - ela disse também em inglês. - Só um minuto, por favor. - ela disse e foi correndo pra cozinha. Do nada, a gente ouvir uma pessoa gritando, eu ri. Logo Sophia voltou. - Voltei.
Você: Senhor, tu é louca menina. - revirei os olhos. - Demi, essa é a Sophia a louca da minha melhor amiga. - sorri. - E aquele ali - apontei para meu irmão. - é o meu irmão, Rafael. - ele veio até nós. -
Rafael: Oi Demi. - ele a cumprimentou. -
Você: Cadê a mãe e o pai? - perguntei. -
Rafael: Tão lá em cima. Eles vão pirar quando verem a Demi. - a Demi riu. -
Você: MAAAAAAAAAAAAAE, PAAAAAAAAAAAAI, DESCEM AQUI! - gritei e Demi deu um pulo. -
Demi: Credo menina, vai me deixar surda. - revirei os olhos rindo. Logo meus pais desceram. -
Mãe: Por que tu tá falando em inglês menina? - ela perguntou de cabeça baixa, em inglês. -
Você: Levanta a cabeça que tu vai saber. - eu falei, ela levantou a cabeça. -
Mãe: A MEU DEUS! - ela gritou e veio correndo até nós. Eu ri. - Senhor, tu não é aquela Demi Lovato? - perguntou, eu gargalhei. -
Demi: É, sou eu. - ela riu. Minha mãe e ela se cumprimentaram. -
Mãe: Menina, a minha filha fala de ti 24 horas por dia. - ela disse e eu a olhei. -
Você: Mãe, credo. - eu ri e nós ficamos conversando. Logo o almoço ficou pronto e nós fomos almoçar. Eu e Demi ficamos trocando olhares entre o almoço. Conversávamos e riamos. E eu me peguei várias vezes parada, olhando ela, vendo o seu sorriso. Por que ela tem que ser tão perfeita? Depois do almoço, eu e Demi subimos para o meu quarto. Fui escovar os dentes e voltei. Ela estava sentada na minha cama. -
Demi: Eu posso te fazer uma pergunta? - eu olhei para ela e sentei-me na cama de frente para Demi. -
Você: Claro que pode. - eu disse. -
Demi narrando.
Todos que abitavam a casa da (seu nome) são extremamente engraçados. Eu ri muito com eles, durante o almoço. Troquei alguns olhares com ela e várias vezes peguei-me a observando. O sorriso dela é tão lindo, o olhar então nem se fala.
Demi: Eu posso te fazer uma pergunta? - perguntei, quando já estávamos no quarto dela apenas nós duas. Ela me olhou e sentou na cama de frente para mim. -
(Seu nome): Claro que pode. - ela respondeu. -
Demi: Ontem no M&G você disse que eu salvei a tua vida. Ér.. o que aconteceu? - perguntei. Eu estava curiosa, eu precisava saber. Ela suspirou. -
(Seu nome): É que quando eu tinha 15 anos, eu me apaixonei por um menino e ele era tudo de bom. Ele começou a dizer que me amava e essas coisas e a gente começou a namorar. Com 3 meses de namoro, eu.. eu tive a minha primeira vez com ele. - ela disse as últimas palavras em um sussurro. - E no outro dia, ele terminou comigo, ele me largou. A única coisa que ele queria era me levar para cama. Eu me sentia um lixo, me sentia suja Demi. Então, eu vim pra casa chorando, me tranquei no quarto e me cortei pela primeira vez. Eu me senti mais aliviada, era como uma fuga da dor. E aquilo começou a se repetir, os cortes e tudo mais. E eu sempre fui tua fã, quando eu vi que tu saiu da rehab com um sorriso de vitória no rosto. Quando eu vi que tu tinha sido forte o suficiente pra passar por tudo o que tu passou, eu decidi procurar ajuda. Então, eu me internei em uma clínica e fiquei lá por 2 meses. E faz praticamente um ano que eu não me corto mais. - uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Eu levei minha mão até seu rosto e sequei as lágrimas. Ela me olhou nos olhos. - Você sempre foi tudo pra mim, Demi. Você foi o que me fez lutar, lutar pra viver. Foi você que me deu forças pra passar por tudo. O meu refúgio agora é você e as tuas músicas, não são mais os cortes. Tudo mudou depois que tu saiu daquela rehab. Você mudou a minha vida, cara. - ela disse, uma lágrima escorreu dos meus olhos. -
Demi: Eu fico tão feliz em saber que tu viu em mim um exemplo. - dei um sorriso leve. - E fique sabendo que tu é forte sim. - eu disse. Ela colocou a sua mão sobre a minha e aproximou o seu corpo de mim. -
(Seu nome): Eu sou forte, porque você me dá forças Demi. - ela disse. Nossos olhares se encontraram e tudo parou novamente. E uma vontade de beijá-la me invadiu. Coloquei uma de minhas mãos em sua cintura e puxei ela para mais perto de mim, fazendo nossos corpos se colarem. Fomos nos aproximando lentamente, eu já podia sentir a sua respiração misturando-se com a minha. Parecia que o meu coração ia sair pela boca, ele estava batendo á mil por hora. Eu estava nervosa, eu queria muito aquele beijo. Pude sentir o seu nariz encostando-se no meu. Ela fechou os olhos e eu também. Então, finalmente, eu senti os seus lábios quentes encostando-se nos meus. Passei a língua por seus lábios pedindo permissão e ela entreabriu os seus lábios, então eu invadi a sua boca com a minha língua. Pude ouvir um suspiro dela, quando eu puxei-a pela cintura. Sua mão estava em minha nuca, puxando o meu rosto para mais perto do dela e as minhas mãos estavam em sua cintura, puxando seu corpo para mais perto de mim. Nossas línguas brincavam uma com a outra. Uma alegria enorme tomou conta do meu corpo. Estávamos em uma perfeita sincronia. Era como se nossas línguas estivessem dançando uma com a outra. O ar começou a faltar, mais nós não paramos. Eu queria aquele beijo, eu queria ela. Eu não sei por que estou me sentindo assim, só que eu não quero parar de beijá-la, queria que esse momento se eternizasse. Só que a falta de ar estava tão grande, que nós separamos nossos lábios lentamente. Encostamos nossas testas e ficamos ali, respirando ofegante de olhos fechados. Aproveitando aquele momento. -
Você narrando.
Quando a Demi me perguntou aquilo, eu suspirei. Não gostava muito de tocar naquele assunto, mais eu contaria para ela. Depois de tudo, ela disse que eu era forte e eu disse que era forte porque ela me dava forças. E então.. a gente se beijou. O meu corpo todo estremeceu. Nos beijávamos como se necessitássemos daquilo. E eu necessitava, necessitava dela. Não sei porque estava sentindo-me assim, mais eu aproveitei aquele beijo. Quando eu abri os olhos, pude ver que ela me olhava com um leve sorriso no rosto. Eu levantei da cama com tudo, percebendo o que tínhamos acabado de fazer.
Você: Ér, desculpa por isso Demi. É sério, eu não queria é. Isso não vai mais acontecer, ok? - falei. Eu menti ao dizer que eu não queria. Por que eu queria, queria muito. -
Demi: Ah, é, tudo bem, pode deixar. - ela falou com uma ponta de.. decepção na voz. -
Você: Então, vamos? - perguntei. - Ainda tenho que te mostrar o Rio de Janeiro. - ri e ela sorriu. -
Demi: Vamos, claro. - ela falou. Descemos, peguei a chave do carro do meu pai e saímos de casa. Entramos no carro, liguei e dei a partida. -
Agora estamos no último lugar que eu iria mostrar para ela. O Cristo Redentor. Estávamos lá em cima, vendo a vista do Rio de Janeiro.
Demi: UAU! Essa vista é linda. - ela falou deslumbrada. Estávamos a uns 10 minutos ali, vendo a vista sem falar nada. Sorri. -
Você: Realmente, Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa. - falei sorrindo, ela suspirou. -
Demi: Tu pode me levar pro hotel? É que eu to cansada, andamos muito hoje. - ela riu. -
Você: Claro, vamos. - eu disse. Descemos, entramos no carro e eu dei a partida. Não tinha fã nenhum na entrada do hotel. - Acho que teus fãs foram descansar. - falei rindo. -
Demi: Pois é, eles tem que descansar mesmo. - riu e então eu parei o carro. -
Você: Está entregue, senhorita Lovato. - falei e ela me olhou. -
Demi: Vamos comigo até lá em cima? Eu não quero ir até lá sozinha. - ela fez uma cara de bebê. Eu ri. -
Você: Nada folgada você, né? - ri. - Eu vou sim. - saímos do carro e eu tranquei. Entramos no hotel e pegamos o elevador. Fui até a porta do quarto dela e ela abriu a porta e então me olhou. - Está entregue. - sorrimos e ficamos nos encarando. - Então, ér, tchau Demi. Eu tenho que ir. - falei. -
Demi: Posso fazer uma coisa antes? - perguntou. -
Você: Pode. - falei um pouco confusa. - Aliás, fazer o que? - perguntei. -
Demi: Isso. - ela me puxou pela cintura para dentro do quarto dela e me encostou na parede, fechando a porta logo em seguida. Prensava o meu corpo entre a parede e o seu corpo. Minha respiração estava acelerada. -
Você: De..mi, eu.. - ela me interrompeu. -
Demi: Não fala nada. - ela disse e logo em seguida me beijou. Invadiu minha boca com a sua língua. Cada contato meu com ela o meu corpo estremecia. Eu queria mais, o meu corpo pedia mais. Ela me puxava pela cintura, colando mais ainda nossos corpos. Levei minhas mãos até sua nuca, colocando elas entre os seus cabelos e puxei seu rosto para mais perto de mim. Era um beijo rápido, selvagem, com desejo. Ela me encostou com tudo na parede, fazendo seu corpo me prensar mais ainda, não consegui me segurar e soltei um gemido baixo entre o beijo. A falta de ar começou, mais eu não queria parar aquele beijo. Só que tivemos que nos separar e ficamos nos encarando por segundos. -
Você: Demi, eu.. eu tenho que ir. É, eu tenho que ir. - falei, ia abrir a porta do quarto dela mais parei. Olhei-a. - Mas, antes eu preciso fazer uma coisa. - puxei-a pela cintura e a prensei contra a parede. Estava perdendo os meus sentidos, o desejo estava tomando conta de mim. Eu precisava do seu beijo. Então, sem dar tempo para me arrepender, tomei os seus lábios inciando um beijo. Ficamos ali, nos beijando até o ar faltar novamente. Nos separamos, olhei-a e sorri. Então, abri a porta do quarto dela e sai. Quando entrei no elevador e vi a porta dele se fechando, suspirei alto. O que foi aquilo? Como ela me deixou louca daquela maneira? E o beijo dela? Ah, céus. Fiquei perdida em pensamentes até ver a porta do elevador se abrir. Sai praticamente correndo, entrei no meu carro e dei a partida indo para casa. Quando cheguei, coloquei o carro na garagem, tranquei-o e entrei em casa. Subi as escadas e fui até o quarto do meu irmão. - Cadê a Sophia? - perguntei e ele me olhou. -
Rafael: Ela foi pra casa. - ele disse, eu assenti e fui para o meu quarto. Eu precisava conversar com alguém, eu precisava desabafar se não iria explodir. Peguei meu IPhone e mandei uma mensagem para Sô: "Vem aqui em casa rápido, preciso muito falar contigo. É urgente." Logo depois de enviar a mensagem fui para o banheiro e tomei um banho. A água escorria pelo meu corpo e as imagens vinham na minha cabeça com tudo. Os lábios dela tocando no meu, o gosto do seu beijo. Suspirei e sai do banho. Passei meus cremes, coloquei minha lingerie e vesti meu pijama. Quando sai do banheiro, Sophia estava deitada na minha cama me esperando. Me viu e deu um pulo, sentando. -
Sophia: O que aconteceu que tu mandou eu vir aqui rápido? - perguntou. Eu sentei de frente para ela. -
Você: Sô, tu tem que me prometer que não vai dar ataque. Promete?
Sophia: Prometo. - ela revirou os olhos. - Agora, conte-me o que aconteceu.
Você: Eu.. - suspirei. - Eu e a Demi nos beijamos. - falei. -
Sophia: O QUE? - ela gritou dando um pulo da cama. -
Você: Sophia, cala a boca não fica gritando. - falei. -
Sophia: Ah, foi mal. - ela disse e se sentou novamente. - Agora, conte-me tudo. Como isso aconteceu? - como sempre, Sophia estava curiosa. -
Você: Então, foi assim.. - eu contei tudo para ela. As trocas de olhares desde ontem no show, tudo. O primeiro, o segundo, o terceiro beijo. - E foi isso. - disse após contar tudo. Ela me olhava. -
Sophia: Ah meu Deus, amiga. - ela sorriu. - E o que tu achou? - perguntou. -
Você: Como assim? - encarei-a confusa. -
Sophia: O que tu achou do beijo? - perguntou novamente. -
Você: Ah, eu não sei Sophia. O lábio dela é doce, quente, macio. Cada vez dá vontade de beijar mais e mais. - suspirei e olhei para minha amiga. - Foi o melhor beijo da minha vida. - eu disse. Ela começou a pular. - Foi o melhor beijo da minha vida. - eu disse isso em um sussurro para mim mesmo. E um sorriso brotou sobre os meus lábios, lembrando-me do nosso beijo. -
Imagine Lovatic Hot - Capítulo 2.
Os fãs que iram para o M&G seguiram o segurança. Quando chegamos lá, a fila já estava enorme. Eu ainda não conseguia ver a Demi e a cada passo que eu dava os meus olhos se enchiam de lágrimas, o meu coração acelerava. Finalmente, eu pude ver a Demi. Ela abraçava os fãs e sorria. Ah céus, como o sorriso dela pode ser tão perfeito assim? Ela olhou para o lado vendo a fila de fãs, até que o seu olhar parou em mim. Os nossos olhares se encontraram e tudo ao redor parecia não existir, só eu e ela. Mais logo ela desviou o olhar, dando atenção a fã que estava ao seu lado. Assim foi se passando. Eu era a última da fila. Logo chegou a nossa vez. Primeiro foi meu irmão, abraçou-a e tirou foto. Depois foi a Sophia. E o meu coração estava saindo pela boca praticamente. Finalmente, tinha chegado a minha vez. O meu maior sonho iria se realizar em segundos. Sophia despediu-se dela e saiu. Era a minha vez. Eu caminhei em passou lentos até ela, enquanto ela sorria para mim. Tudo tinha parado ali. As lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos, ela chegou perto de mim e secou minhas lágrimas. Eu sorri.
Demi: Como é o seu nome? - perguntou, em inglês claro. Ainda bem que eu falava e entendia fluentemente. -
Você: (Seu nome.) Eu.. eu.. eu te amo tanto. - respondi, foi as únicas coisas que eu conseguia falar. Ela me puxou e me abraçou, comecei a chorar mais ainda. Ela me apertava contra seu corpo, como se quisesse me proteger. -
Demi: Ei linda, não precisa chorar. - ela sussurrou no meu ouvido, fazendo-me estremecer. -
Você: É que - eu separei-me dela e olhei nos seus olhos. - Você salvou a minha vida, Demi. Se não fosse por você, eu acho que eu não estaria mais aqui. - falei enquanto as inúmeras lágrimas escorriam dos meus olhos. -
Demi: Vem. - ela estendeu a mão para mim sorrindo. Eu peguei e ela me puxou para perto de si, tiramos uma foto. Era evidente para qualquer um a minha felicidade ali. -
Você: Bom, eu vou indo.
Demi: Tchau. - ela se despediu e me abraçou novamente. As minhas pernas bambearam, eu queria ficar nos braços dela para sempre. Sorri e sussurrei um "Eu amo muito você, Demetria." em seu ouvido. Separei-me dela e pude ver ela com um sorriso no rosto. Sai dali, voltando para a fila. Eu encontrei Sophia e meu irmão conversando com um sorriso enorme no rosto. Eles me olharam. -
Rafael: E aí, como está se sentindo? - perguntou. -
Você: Eu.. eu.. - não consegui falar nada, simplesmente comecei a chorar. Eu queria sair pulando e gritando por aí de tanta felicidade. Sophia e Rafael me abraçaram. Consegui me conter, sequei as lágrimas e ficamos ali conversando. 18:00 horas os portões foram abertos. Era correria pra lá e pra cá. Eu, Sophia e Rafael fomos correndo para a Prista Premium. Quando entramos lá, corremos mais ainda. E por um milagre, conseguimos ficar na primeira fila. Estávamos colados no palco. Eu já queria chorar de felicidade novamente, mais me segurei. As horas foram se passando, todos gritando pela Demi. E do nada, veio o sorriso dela na minha mente. O abraço, a voz. Como eu queria poder ficar nos braços dela pro resto da vida. Então, as luzes se apagaram. E começou a tocar All Night Long. Então a Demi apareceu cantando, ela estava tão.. tão.. perfeita. O sorriso no rosto dela era tão verdadeiro. Então, enquanto eu cantava as lágrimas escorriam dos meus olhos. Eu pulava, cantava, chorava. Até que ela olhou para a primeira fila e nossos olhares se encontraram pela segunda vez. Nos olhávamos como se nada mais existisse. Só que não durou muito, já que ela tinha que voltar sua atenção para o show. Meu corpo estremeceu e eu senti uma vontade de beijá-la, tocá-la. O que diabos estava acontecendo comigo? As músicas foram se passando e a voz dela ficava cada vez mais perfeita. Comecei a chorar mais ainda quando ela cantou Skyscraper. Transbordava emoção na sua voz. E aquela multidão de Lovatics começaram a gritar: "Demi, eu te amo. Demi, eu te amo." E um sorriso brotou nos lábios dela e novamente o meu mundo parou. Como ela tinha tanto poder assim sobre mim, com apenas um sorriso? Então ela cantou, Unbroken e para encerrar Give Your Heart A Break. Então ela se despediu e saiu do palco. Aquele tinha sido o melhor show da minha vida, sem dúvidas. Saímos do local do show. -
Rafael: Meninas, por que não vamos naquela pizzaria que tem perto de casa? Eu to morto da fome. - ele disse. -
Você: Por mim, tudo bem. Também estou com fome. - olhamos para Sophia. -
Sophia: Vamos. - ela sorriu. Pegamos um táxi e fomos. Chegamos, sentamos em uma mesa lá no fundo da pizzaria e fizemos nosso pedido. Conversamos, comemos, rimos. Falamos sobre o show, claro. Depois fomos para casa. Chegando lá, eu fui diretamente para o meu quarto e Sophia foi para o quarto de hospedes. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti meu pijama e deitei na cama exausta. Por mais cansada que eu estivesse não conseguia dormir. Demetria não saia da minha cabeça um minuto se quer. Eu sorri ao lembrar-me dela. Logo em seguida adormeci. -
Demi narrando.
Os meus fãs do Brasil eram os melhores. Eu amava eles cada dia mais. Nesse momento, estou sentada no meu camarim depois do show. Foi o show mais perfeito de todos. E então uma lembrança veio na minha mente. A última fã do M&G. Céus, ela era tão linda. Quando eu abracei ela, sei lá, eu senti uma imensa vontade de nunca mais soltá-la, eu queria ela ali comigo e nem sei por que. Então, o seu sorriso veio nos meus pensamentos. Lembrei-me de quando nossos olhares se encontraram no show. Naquele momento, parecia que toda a gritaria tinha sido abafada, nada mais existia, só eu e ela. O seu sorriso, céus. Por que eu estava sentindo-me assim? Por que ela não sai da minha cabeça? Levantei e fui para o carro. Sai do locau aonde tinha sido o show e fui para o hotel. Fãs que tinham ido no show estavam na frente do hotel gritando. Como não amar eles? Desci do carro e entrei correndo no hotel. Subi com o elevador e logo cheguei no andar do meu quarto. Abri a porta, fechei e tranquei. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti meu pijama e deitei-me na cama. Eu queria dormir, estava exaustava. Mas, não conseguia. Por que eu não conseguia? Por que aquela garota não saia da minha cabeça, um minuto se quer. Tudo nela encantava-me. Céus, o que está acontecendo? Em meio a inúmeros pensamentos, eu acabo adormecendo. Acordei, levantei-me, tomei um banho rápido, sai, passei meus cremes. Fiquei pensando no que iria fazer hoje então decidi ir dar uma volta na praia. Coloquei um biquine, um shorts jeans curto e uma blusa soltinha por cima. Coloquei um chinelo mesmo, meu óculos de sol e fiz um coque no meu cabelo. Tranquei o quarto, desci e por incrível que pareça não tinha nenhum fã na porta do hotel. Que bom, eu preciso relaxar um pouco. Atravessei a rua e quando cheguei na praia, segurei meu chinelo com a mão e fui andando descalço na areia da praia. Era bom sentir o vento batendo no rosto, sem gritaria, sem ter que ficar correndo para um lado e para outro, sem ter que ir trabalhar. Claro, eu amo meu trabalho e amo meus fãs mais que tudo. Só que as vezes eu preciso de um descanso, preciso de um tempo para mim mesmo. Estava muito calor, então tirei minha blusa, ficando apenas com o shorts e com a parte de cima do biquine. Sentei-me na areia, olhando o mar. As ondas se quebrando, o vendo batendo no rosto, tudo tinha parado e então eu permiti-me relaxar. Sorri. Fiquei ali por alguns minutos, depois levantei-me novamente e comecei a andar pela praia. Estava tudo tão bom, até que uma pessoa correndo na minha frente não me vê e acaba esbarrando em mim e caindo no chão, derrubando-me junto. A garota caiu por cima de mim. Quando olhei para ela, nossos olhares se encontraram e naquele momento eu soube quem era. Era ela, a menina do show. A menina que não sai dos meus pensamentos um minuto se quer.
(Seu nome): Ah, desculpa, desculpa, - ela disse. Parece não ter me reconhecido. Levantou e estendeu a mão para mim, peguei-a sentindo o meu corpo estremecer ao sentir sua mão tocando a minha. Levantei. -
Demi: Está tudo bem. - eu disse sorrindo e tirei os meus óculos. Ela arregalou os olhos ao me ver. -
(Seu nome): De.. Demi? - ela perguntou e eu dei uma risadinha baixa. -
Demi: É o meu nome. - falei rindo, ela me acompanhou. -
(Seu nome): Então, me desculpa mesmo. Eu não queria te derrubar e.. - eu a interrompi. -
Demi: Ei, tá tudo bem. Sério, não precisa pedir desculpas. - eu falei rindo. Tive um querido pressentimento e olhei para trás. Legal. Tinha uma multidão de fãs na porta do hotel e eles logo me veriam. - Então, sem querer abusar, tem como você me tirar daqui? - pedi. -
(Seu nome): Como? - perguntou confusa. -
Demi: Então, é que tem uma multidão de fãs na porta do hotel. - apontei discretamente. - E se eles me virem vão vir todos para cá e eu estou sem os meus seguranças. E os fãs brasileiros são meio loucos. - eu disse e ri. -
(Seu nome): Ah, claro. Vem comigo. - ela estendeu a mão para mim, sorri. Peguei-a entrelaçando nossos dedos e um choque elétrico percorreu todo o meu corpo. Coloquei meu óculos e ela saiu puxando-me pela mão. Eu estava de cabeça baixa, ela apertou um botão em uma chave e eu pude ouvir o alarme de um carro apitar. Ela levou-me discretamente até o carro e nós entramos. Respirei aliviada. -
Demi: Ufa, obrigado. - eu disse e ela riu. -
(Seu nome): Não precisa agradecer. Então, quer ir para aonde? - perguntou. -
Demi: Não tenho a miníma ideia. - eu disse rindo. Ela olhou no relógio. -
(Seu nome): Céus, já está na hora do almoço. Então, vamos fazer assim, tu vai comigo pra minha casa, você almoça lá e de tarde eu te levo para conhecer o Rio de Janeiro. Topa? - perguntou. "Com você eu topo ir para qualquer lugar." pensei. Que porra de pensamento são esses? Eu hein. -
Demi: Claro que topo. - disse sorrindo. -
(Seu nome): Então vamos antes que esses fãs enlouquecidos percebam que você tá aqui. - ela disse rindo, ligou o carro e saiu rumo a casa dela. -
Demi: Como é o seu nome? - perguntou, em inglês claro. Ainda bem que eu falava e entendia fluentemente. -
Você: (Seu nome.) Eu.. eu.. eu te amo tanto. - respondi, foi as únicas coisas que eu conseguia falar. Ela me puxou e me abraçou, comecei a chorar mais ainda. Ela me apertava contra seu corpo, como se quisesse me proteger. -
Demi: Ei linda, não precisa chorar. - ela sussurrou no meu ouvido, fazendo-me estremecer. -
Você: É que - eu separei-me dela e olhei nos seus olhos. - Você salvou a minha vida, Demi. Se não fosse por você, eu acho que eu não estaria mais aqui. - falei enquanto as inúmeras lágrimas escorriam dos meus olhos. -
Demi: Vem. - ela estendeu a mão para mim sorrindo. Eu peguei e ela me puxou para perto de si, tiramos uma foto. Era evidente para qualquer um a minha felicidade ali. -
Você: Bom, eu vou indo.
Demi: Tchau. - ela se despediu e me abraçou novamente. As minhas pernas bambearam, eu queria ficar nos braços dela para sempre. Sorri e sussurrei um "Eu amo muito você, Demetria." em seu ouvido. Separei-me dela e pude ver ela com um sorriso no rosto. Sai dali, voltando para a fila. Eu encontrei Sophia e meu irmão conversando com um sorriso enorme no rosto. Eles me olharam. -
Rafael: E aí, como está se sentindo? - perguntou. -
Você: Eu.. eu.. - não consegui falar nada, simplesmente comecei a chorar. Eu queria sair pulando e gritando por aí de tanta felicidade. Sophia e Rafael me abraçaram. Consegui me conter, sequei as lágrimas e ficamos ali conversando. 18:00 horas os portões foram abertos. Era correria pra lá e pra cá. Eu, Sophia e Rafael fomos correndo para a Prista Premium. Quando entramos lá, corremos mais ainda. E por um milagre, conseguimos ficar na primeira fila. Estávamos colados no palco. Eu já queria chorar de felicidade novamente, mais me segurei. As horas foram se passando, todos gritando pela Demi. E do nada, veio o sorriso dela na minha mente. O abraço, a voz. Como eu queria poder ficar nos braços dela pro resto da vida. Então, as luzes se apagaram. E começou a tocar All Night Long. Então a Demi apareceu cantando, ela estava tão.. tão.. perfeita. O sorriso no rosto dela era tão verdadeiro. Então, enquanto eu cantava as lágrimas escorriam dos meus olhos. Eu pulava, cantava, chorava. Até que ela olhou para a primeira fila e nossos olhares se encontraram pela segunda vez. Nos olhávamos como se nada mais existisse. Só que não durou muito, já que ela tinha que voltar sua atenção para o show. Meu corpo estremeceu e eu senti uma vontade de beijá-la, tocá-la. O que diabos estava acontecendo comigo? As músicas foram se passando e a voz dela ficava cada vez mais perfeita. Comecei a chorar mais ainda quando ela cantou Skyscraper. Transbordava emoção na sua voz. E aquela multidão de Lovatics começaram a gritar: "Demi, eu te amo. Demi, eu te amo." E um sorriso brotou nos lábios dela e novamente o meu mundo parou. Como ela tinha tanto poder assim sobre mim, com apenas um sorriso? Então ela cantou, Unbroken e para encerrar Give Your Heart A Break. Então ela se despediu e saiu do palco. Aquele tinha sido o melhor show da minha vida, sem dúvidas. Saímos do local do show. -
Rafael: Meninas, por que não vamos naquela pizzaria que tem perto de casa? Eu to morto da fome. - ele disse. -
Você: Por mim, tudo bem. Também estou com fome. - olhamos para Sophia. -
Sophia: Vamos. - ela sorriu. Pegamos um táxi e fomos. Chegamos, sentamos em uma mesa lá no fundo da pizzaria e fizemos nosso pedido. Conversamos, comemos, rimos. Falamos sobre o show, claro. Depois fomos para casa. Chegando lá, eu fui diretamente para o meu quarto e Sophia foi para o quarto de hospedes. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti meu pijama e deitei na cama exausta. Por mais cansada que eu estivesse não conseguia dormir. Demetria não saia da minha cabeça um minuto se quer. Eu sorri ao lembrar-me dela. Logo em seguida adormeci. -
Demi narrando.
Os meus fãs do Brasil eram os melhores. Eu amava eles cada dia mais. Nesse momento, estou sentada no meu camarim depois do show. Foi o show mais perfeito de todos. E então uma lembrança veio na minha mente. A última fã do M&G. Céus, ela era tão linda. Quando eu abracei ela, sei lá, eu senti uma imensa vontade de nunca mais soltá-la, eu queria ela ali comigo e nem sei por que. Então, o seu sorriso veio nos meus pensamentos. Lembrei-me de quando nossos olhares se encontraram no show. Naquele momento, parecia que toda a gritaria tinha sido abafada, nada mais existia, só eu e ela. O seu sorriso, céus. Por que eu estava sentindo-me assim? Por que ela não sai da minha cabeça? Levantei e fui para o carro. Sai do locau aonde tinha sido o show e fui para o hotel. Fãs que tinham ido no show estavam na frente do hotel gritando. Como não amar eles? Desci do carro e entrei correndo no hotel. Subi com o elevador e logo cheguei no andar do meu quarto. Abri a porta, fechei e tranquei. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti meu pijama e deitei-me na cama. Eu queria dormir, estava exaustava. Mas, não conseguia. Por que eu não conseguia? Por que aquela garota não saia da minha cabeça, um minuto se quer. Tudo nela encantava-me. Céus, o que está acontecendo? Em meio a inúmeros pensamentos, eu acabo adormecendo. Acordei, levantei-me, tomei um banho rápido, sai, passei meus cremes. Fiquei pensando no que iria fazer hoje então decidi ir dar uma volta na praia. Coloquei um biquine, um shorts jeans curto e uma blusa soltinha por cima. Coloquei um chinelo mesmo, meu óculos de sol e fiz um coque no meu cabelo. Tranquei o quarto, desci e por incrível que pareça não tinha nenhum fã na porta do hotel. Que bom, eu preciso relaxar um pouco. Atravessei a rua e quando cheguei na praia, segurei meu chinelo com a mão e fui andando descalço na areia da praia. Era bom sentir o vento batendo no rosto, sem gritaria, sem ter que ficar correndo para um lado e para outro, sem ter que ir trabalhar. Claro, eu amo meu trabalho e amo meus fãs mais que tudo. Só que as vezes eu preciso de um descanso, preciso de um tempo para mim mesmo. Estava muito calor, então tirei minha blusa, ficando apenas com o shorts e com a parte de cima do biquine. Sentei-me na areia, olhando o mar. As ondas se quebrando, o vendo batendo no rosto, tudo tinha parado e então eu permiti-me relaxar. Sorri. Fiquei ali por alguns minutos, depois levantei-me novamente e comecei a andar pela praia. Estava tudo tão bom, até que uma pessoa correndo na minha frente não me vê e acaba esbarrando em mim e caindo no chão, derrubando-me junto. A garota caiu por cima de mim. Quando olhei para ela, nossos olhares se encontraram e naquele momento eu soube quem era. Era ela, a menina do show. A menina que não sai dos meus pensamentos um minuto se quer.
(Seu nome): Ah, desculpa, desculpa, - ela disse. Parece não ter me reconhecido. Levantou e estendeu a mão para mim, peguei-a sentindo o meu corpo estremecer ao sentir sua mão tocando a minha. Levantei. -
Demi: Está tudo bem. - eu disse sorrindo e tirei os meus óculos. Ela arregalou os olhos ao me ver. -
(Seu nome): De.. Demi? - ela perguntou e eu dei uma risadinha baixa. -
Demi: É o meu nome. - falei rindo, ela me acompanhou. -
(Seu nome): Então, me desculpa mesmo. Eu não queria te derrubar e.. - eu a interrompi. -
Demi: Ei, tá tudo bem. Sério, não precisa pedir desculpas. - eu falei rindo. Tive um querido pressentimento e olhei para trás. Legal. Tinha uma multidão de fãs na porta do hotel e eles logo me veriam. - Então, sem querer abusar, tem como você me tirar daqui? - pedi. -
(Seu nome): Como? - perguntou confusa. -
Demi: Então, é que tem uma multidão de fãs na porta do hotel. - apontei discretamente. - E se eles me virem vão vir todos para cá e eu estou sem os meus seguranças. E os fãs brasileiros são meio loucos. - eu disse e ri. -
(Seu nome): Ah, claro. Vem comigo. - ela estendeu a mão para mim, sorri. Peguei-a entrelaçando nossos dedos e um choque elétrico percorreu todo o meu corpo. Coloquei meu óculos e ela saiu puxando-me pela mão. Eu estava de cabeça baixa, ela apertou um botão em uma chave e eu pude ouvir o alarme de um carro apitar. Ela levou-me discretamente até o carro e nós entramos. Respirei aliviada. -
Demi: Ufa, obrigado. - eu disse e ela riu. -
(Seu nome): Não precisa agradecer. Então, quer ir para aonde? - perguntou. -
Demi: Não tenho a miníma ideia. - eu disse rindo. Ela olhou no relógio. -
(Seu nome): Céus, já está na hora do almoço. Então, vamos fazer assim, tu vai comigo pra minha casa, você almoça lá e de tarde eu te levo para conhecer o Rio de Janeiro. Topa? - perguntou. "Com você eu topo ir para qualquer lugar." pensei. Que porra de pensamento são esses? Eu hein. -
Demi: Claro que topo. - disse sorrindo. -
(Seu nome): Então vamos antes que esses fãs enlouquecidos percebam que você tá aqui. - ela disse rindo, ligou o carro e saiu rumo a casa dela. -
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