terça-feira, 7 de agosto de 2012

Imagine Lovatic Hot - Capítulo 8.

                                                Você narrando.

Entramos na minha casa de mãos dadas. Meu irmão, Sophia, minha mãe e meu pai estavam sentados no sofá. Quando entrei eles levantaram. Minha mãe veio até mim e me deu um abraço. Eu ri e logo nos separamos.
Mãe: Você tá louca menina? Aonde tu passou a noite? Tu tá bem? - ela começou a fazer uma pergunta atrás da outra. -
Você: Desculpa mãe. É que ontem, quando eu fui dar um "Olá" para os vizinhos, eu descobri que a Demi era a vizinha. E bom daí.. dai eu acabei dormindo lá e nem tive tempo de avisar. - meu pai estava subindo as escadas naquele momento. -
Pai: AHAM, EU SEI BEM ESSE DORMIR DE VOCÊS DUAS. - ele gritou da escada, eu corei. Minha mãe riu e subiu as escadas. Sophia e Rafael cumprimentaram Demi. Logo meus pais desceram novamente. - Venham aqui, todos vocês. - ele disse saindo para o lado de fora com minha mãe. Fomos até a frente do portão da garagem e ele abriu. Tomamos um susto quando vimos 5 carros lá dentro. - Bom, cada um de vocês tem um carro agora.
Mãe: (Seu nome), aquele carro é o teu. - ela disse apontando para um carro perfeito. Eu sempre quis ter um carro daquele. - Rafael, aquele carro é o teu. - apontou para um carro preto que estava do lado do meu. - Sophia, aquele carro é o teu. - apontou para um carro cinza, que estava do lado do carro do meu irmão. - E os outros dois carros são meu e do pai de vocês. - ela disse, nós estávamos boquiabertos. Eu e Sophia começamos a gritar. Eu pulei em cima do meu pai, abraçando-o. -
Você: Obrigado pai. - enchi seu rosto de beijos. - Obrigado mãe. - dei vários beijos em sua bochecha, eles riram. - Demi.. - peguei sua mãos e sai puxando-a para dentro de casa. Subimos as escadas e fomos para o meu quarto. Quando chegamos, eu fechei a porta e pulei na cama de baixo das coberta. Demi ficou me olhando e rindo. - Vem aqui comigo. - chamei-a e ela deitou comigo. Nós ficamos uma de frente para outra. Minhas mãos foram para o seu rosto, acariciando. - Ontem a noite foi perfeita. - eu disse sorrindo para ela, que aproximou-se de mim. -
Demi: Noite perfeita, com a mulher perfeita. A mulher perfeita para mim. - eu estremeci ao ouvir aquilo. Eu não quero que ela brinque comigo, eu não quero sofrer depois. -
Você: Demi, não brinca comigo.. por favor. - eu sussurrei. -
Demi: Eu não to brincando contigo. - ela se aproximou e me beijou. Quando o ar estava faltando, separei-me dela e levantei da cama. - 
Você: Demi, não.. por favor, não. - eu falei. Não queria ser jogada de lado como eu fui da última vez. -

                                           Demi narrando.

Eu pude sentir o desespero na voz dela pedindo para mim não brincar com ela.
(Seu nome): Demi, não.. por favor, não. - ela pediu, levantando-se da cama. Eu levantei ficando de frente para ela. -
Demi: Eu não vou brincar contigo, amor. Eu não to dizendo que amo você? - perguntei, ela me olhou. -
(Seu nome): ESSE É O PROBLEMA, DEMETRIA! VOCÊ TÁ DIZENDO QUE ME AMA. - ela gritou com os olhos cheios de lágrimas, fitei-a extremamente confusa. Suspirou, sentou-se na cama e começou a chorar. Meu coração apertou. Ajoelhei em sua frente e á abracei forte. - Eu não quero ouvir um eu te amo, ser iludida e sofrer como na última vez. Eu não quero, Demi. E se isso acontecer, eu não vou aguentar. Por que nem as tuas músicas que são o meu refúgio, eu vou poder ouvir porque irão me lembrar você. Não brinca comigo Demi, por favor.. - ela disse chorando abraçada comigo. Apertei-a mais entre meus braços. Então era isso. Ela tinha medo de sofrer como a última vez. Fiquei em silêncio até ela se acalmar. Separei-me dela, sequei as suas lágrimas e ela abaixou a cabeça. Levantei sua cabeça. -
Demi: Ei, olha pra mim. Por favor. - pedi. Ela me olhou com os olhos cheios de lágrimas. Doía vê-lá daquela maneira. Olhei nos seus olhos e acariciei o seu rosto. - Eu não estou brincando contigo, meu amor. Eu quero você e só você. E acho esse garoto que te fez sofrer o maior babaca do mundo, porque ele perder a mulher maravilhosa que você é. Só que agora, você é a minha mulher. - suspirei. - Eu digo a verdade quando falo que eu te amo. O meu coração não suporta a tua ausência, não suporta ver as tuas lágrimas. Eu fico feliz apenas de ver um sorriso teu. Eu quero estar do teu lado, para sempre. Eu te amo, meu amor. Eu te amo. - puxei-a para mais perto de mim. - (Seu nome), você.. você quer namorar comigo? - pedi. Ela me olhou na hora. Eu queri-a comigo, eu precisava dela. -
(Seu nome): Eu.. quero. - ela disse e assentiu com a cabeça. Eu sorri e selei nossos lábios. Nossas línguas dançavam juntas, uma perfeita sincronia entre ambas. A cada toque de sua língua na minha, um choque elétrico percorria o meu corpo. Ela tinha um poder enorme sobre mim. A falta de ar fez nós terminarmos o beijo. - Eu te amo. - ouvi ela dizer e abri os olhos que até então estava fechados. Ela me olhou. - Eu te amo, Demi. Eu te amo. - ela disse e eu sorri, abraçando-a. -
Demi: Eu te amo, muito. Eu te amo, minha namorada. - eu disse. Deitamos na cama dela, abraçadas e acabamos adormecendo ali, abraçadas. - 
  Um mês se passou desde que nós começamos a namorar, estava tudo tão perfeito. A cada dia que passava eu a amava mais. Eu tinha ficado com ela noite passada e nós adormecemos. Acordei e percebi que já era de noite do outro dia. Sai do quarto dela sem fazer barulho e desci as escadas. Rafael e Sophia estavam assistindo televisão.
Demi: Boa noite. - eu disse. eles me olharam. -
Sophia: Boa noite, Demi. - sorriram. Olhei-os. -
Demi: Rafa, cadê os pais de vocês? - perguntei. -
Rafael: Eles saíram mais cedo para a empresa e não voltaram ainda.
Demi: Ah, tá. - sorri. - Bom, vou indo para casa. Qualquer coisa, digam para a (Seu nome) ir lá. - sorri e sai de casa. Cheguei na minha casa, entrei e fui diretamente para o meu quarto. Coloquei meu pijama, deitei na cama e adormeci. -

                                              Sophia narrando.

Já são 00:00, estamos aqui eu e Rafael assistindo televisão. Os pais deles não chegaram ainda. Estávamos conversando e rindo, até que o IPhone dele tocou. Atendeu.
Rafael: Alô?.. Sim, sou eu mesmo... Conheço sim, são meus pais.. O que? - ele levantou rapidamente. - Os dois?.. - perguntou com a voz falha. - Ok.. logo eu irei praí. - ele desligou o telefone, olhou-me e começou a chorar como um bebê. Me levantei e o abracei. -
: Ei, o que aconteceu? - perguntei tentando acalmar ele. -
Rafael: Era do hospital. - olhei-o rapidamente. - Os meus pais sofreram um acidente de carro e eles.. eles morreram, Sophia. Os dois. - Meus olhos encheram-se de lágrimas. Ele levantou-se. - Eu vou ir acordar e contar para a minha irmã. - falou, enquanto chorava. Segurei seu braço. -
: Não, eu vou chamar a Demi. - ele me olhou. - Vamos esperar a Demi aqui, para contar para a (Seu nome), vai ser bom a Demi do lado dela. - ele assentiu e sentou-se, começando a chorar novamente. - Eu vou na casa da Demi. - disse e sai correndo de casa. Atravessei a rua e toquei a campainha da casa de Demi rapidamente. Ninguém. Toquei a segunda, terceira, quarta. E finalmente alguém abriu, para minha sorte, era a Demi. -
Demi: Sophia? - ela me encarou. -
: Demi, troca de roupa e vai na minha casa. Por favor Demi, rápido. Eu to te esperando. - disse e voltei para casa. Entrei e abracei Rafael começando a chorar. Minutos depois, eu vejo Demi entrar correndo em casa. -
Demi: O que aconteceu? Por que vocês estão chorando? Tá tudo bem com a (Seu nome)? - ela perguntava desesperada. Puxei-a pela mão, fazendo ela sentar. - 
: Demi, eu e o Rafa vamos precisar da tua ajuda. - eu disse e suspirei. -
Demi: Ajuda para que? - perguntou. -
: Para contar pra (Seu nome) que os pais dela estão.. mortos. - falei a última palavra com a voz falha. Ela me encarou rapidamente. -
Demi: Como assim? Mortos? O que? - ela perguntou. -
: Eu não sei, Demi. Ligaram do hospital. Eles sofreram um acidente grave e os dois morreram. - eu disse chorando, Demi levantou-se. -
Demi: Eu.. eu vou acordar a (Seu nome) e logo desço com ela. - Demi falou, suspirou e subiu as escadas. -

                                              Demi narrando.

O meu coração estava apertado. Como assim eles estavam mortos? Céus, eu não queria nem imaginar como a minha garota vai ficar quando souber disso. As lágrimas queriam escorrer dos meus olhos, mais eu as segurei. Cheguei no quarto dela, sentei ao seu lado na cama e fiquei observando-a. É tão linda. Como eu vou falar isso pra ela? Céus.
Demi: Amor.. - acariciei o seu rosto e dei um beijo em sua bochecha. - Acorda, minha linda. - sussurrei em seu ouvido, dando beijos em sua bochecha. Ela sorriu e abriu os olhos. - 
(Seu nome): Boa noite, amor. - ela disse e me deu um selinho. -
Demi: Amor, troca de roupa e desce lá na sala que nós precisamos falar contigo. - eu disse e ela levantou-se em um pulo. -
(Seu nome): Aconteceu alguma coisa, Demi? - ela me perguntou nervosa. -
Demi: Só troca de roupa e desce lá, amor. - suspirei, dei um beijo na sua testa e sai do seu quarto. Desci e sentei no sofá. - Ela já vai descer. - olhei para eles. Não consegui segurar e uma lágrima escorreu de meus olhos. Ficamos em silêncio, apenas ouvindo o barulho do choro um do outro. Logo vemos a minha menina, descendo as escadas. Quando ela vê que estamos chorando, corre em nossa direção. -
(Seu nome): Por que vocês estão chorando? O que aconteceu? - ela me olhou. - Amor, o que acotneceu? - perguntou nervosa. Peguei-a pela mão. -
Demi: Senta aqui, princesa. - Fiz ela sentar ao meu lado. Ela me encarou, olhei para ela. - Princesa, eu sei que não vai ser nada fácil mais eu vou estar do teu lado. - suspirei. -
(Seu nome): Fala logo Demi, vocês estão me assustando. - ela me olhou. Eu pude ver o medo, o susto no olhar dela. Meu coração se partiu. -
Demi: Amor, ligaram do hospital para cá. Os teus pais sofreram um acidente grave e.. - eu abaixei a cabeça. - o teu pai e a tua mãe, morreram amor. Eu sinto muito. - as lágrimas percorriam a minha face. Levantei a cabeça ao perceber que ela não tinha feito nada. Ela estava paralisada, olhando para mim, como se não acreditasse naquilo. -

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