terça-feira, 7 de agosto de 2012

Imagine Lovatic Hot - Capítulo 7.

                                          Você narrando.

Duas semanas se passaram, hoje nós iriamos nos mudar. Acordei, levantei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer para ficar em casa e nem passei maquiagem. Desci e o almoço já estava na mesa. Sentei-me e almoçamos conversando. Logo depois, eu subi e escovei os dentes. Fiquei a tarde inteira terminando de arrumar as minhas coisas. No final da tarde, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma calça jeans escura um pouco colada, uma blusa branca e um moletom do Bob Esponja e vesti o meu All Star. Qualé, eu sou fã do Bob, ele é divo. Passei uma make que marcasse meus olhos, peguei meu IPhone e desci. Estavam todos me esperando.
Sophia: Mais tu demora pra se arrumar, hein. Puta que pariu. - falou impaciente, eu ri. -
Pai: Não comecem a brigar vocês duas e vamos logo pro aeroporto. - falou. -
Você: As nossas malas já estão no carro? - perguntei. -
Mãe: Já.
Rafael: Então, vamos logo. - saímos, entramos no carro do pai e o motorista deu a partida. O nosso motorista ia nos levar e trazer o carro novamente. Quando chegamos no aeroporto, ele tirou nossas malas e nós entramos. Fizemos o Check-In e logo ouvimos a chamada para o nosso voo. Fomos para o portão de embarque, entregamos as passagens e essas coisas. Estava subindo a escadaria para entrar no avião, então, olhei para atrás e sorri. Entrei no avião e procurei pelo meu banco. Por uma grande sorte eu iria sentar com a Sophia e com o meu irmão. Sentei-me no banco da janela e fiquei olhando para fora. Logo o avião decolou, sorri novamente. -
Você: Vou sentir a sua falta Brasil. - sussurrei, peguei meu fone e conectei no IPhone então comecei a ouvir música. Acabei adormecendo. -
 Acordei com Sophia me chamando.
Você: O que foi, Sô? - perguntei sonolenta. -
Sophia: Nós estamos quase pousando. Te acordei para você ver a vista de Los Angeles. - abri os olhos e olhei pela janela. A vista era linda. Fiquei conversando com Sophia e meu irmão até que avisaram que iriamos pousar. Depois do pouso, descemos. Pegamos nossas malas e saímos do aeroporto. Nos dividimos em 2 táxis. Em um foram os meu pais e as malas que couberam. No outro foram o resto das malas, eu, Sophia e meu irmão. - Por favor, senhor. Siga aquele táxi ali. - falou em inglês e apontou para o táxi que estavam meus pais. Demos a partida. Depois de alguns minutos, entramos em um lindo condomínio aonde só tinha mansão. Passaram-se algumas ruas e paramos em frente a uma casa. Era A casa. Pagamos os táxis e entramos na casa com as nossas malas. Eu, Sophia e meu irmão ficamos paralisados. Aquela casa era enorme e linda. Vimos toda a casa e finalmente fomos ver nossos quartos. O meu quarto era gigante, tinha uma porta que abria e dava para um closet enorme e tinha uma porta no fim do closet que dava para o meu próprio banheiro. Coloquei minhas malas em cima da cama, abri-as e fui guardando todas as minhas roupas. Depois de horas, terminei. Desci e fui para a cozinha. Tomei um copo de água e fui para sala. Minha mãe estava deitada no sofá, quase dormindo. -
Mãe: Filha, vai nessa casa da frente dar um Olá, fale que tem vizinhos novos e essas coisas. - ela disse para mim. -
Você: Por que a Sophia ou o Rafa não vão? - perguntei. -
Mãe: Por que eles estão dormindo e eu estou com dor nas pernas. Vai logo. - suspirei. -
Você: Tá bom, tá bom, to indo. - falei saindo de casa. Parei no portão e olhei todas aquelas casas, estava deslumbrada. Era final da tarde, atravessei a rua, fui até a porta e toquei a campainha. Abaixei a cabeça esperando alguém atender, minutos depois pude ver alguém abrindo a porta. Levantei a cabeça para falar, mais quando vi, tudo ao redor parou e eu não consegui falar. Eu abri o maior sorriso de todos. - De.. Demi? - chamei-a, ela parecia paralisada. -
Demi: (Seu nome)? Ah, meu Deus. - ela me puxou e nós nos abraçamos fortemente. - Eu senti tanto a tua falta. - ela sussurrou no meu ouvido e o meu corpo estremeceu. -
Você: Eu também senti muito a sua falta. - nós nos soltamos e ficamos nos encarando com um sorriso no rosto. -
Demi: Cara, o que tu tá fazendo aqui e como tu sabia que essa era a minha casa? - perguntou, eu ri. -
Você: Eu acabei de me mudar pra cá e moro naquela casa. - apontei para minha casa, do outro lado da rua. - E eu não sabia que você morava aqui. Minha mãe me mandou vir dar Oi para os nossos vizinhos, eu vim e olha você aqui. - rimos. -
Demi: Entra. - ela deu espaço para mim entrar. Entrei e fiquei olhando cada canto daquela casa. -
Você: A sua casa é linda. - eu falei, ela sorriu e agradeceu. - Cadê a tua família? - perguntei. -
Demi: Eles saíram e vão chegar tarde. - sorriu para mim. - Vem. - ela saiu me puxando pela mão. Subimos as escadas correndo e entramos em uma porta no final do corredor, que aparentemente era o quarto dela. Demi fechou a porta e me colocou contra a parede. - Estava com saudades de você.. - sussurrou no meu ouvido. - do seu corpo. - ela falou. Quando ouvi aquilo, puxei-a e beijei-a. Nossas línguas estavam em uma perfeita sincronia. Ela me puxava pela cintura para mais perto de si, nos beijávamos com saudade, com desejo. Quando percebi, já estávamos deitadas na cama apenas de lingerie. Virei-me, ficando por cima de Demi. Mordi o lóbulo de sua orelha -
Você: Você é minha. - sussurrei em seu ouvido, com uma voz rouca. -
Demi: Eu sou só sua. - ela disse e eu sorri. Comecei a beijar o pescoço de Demi e fui beijando lentamente. Minhas mãos foram até o seu sutiã, abri ele e tirei-o. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Demi virou-se ficando por cima de mim. Nossas peles estavam quentes pegando fogo, nossos corpos ardiam em desejo uma pela outra. Demi tirou rapidamente o meu sutiã e jogou-o em qualquer canto do quarto. Seus lábios suaves e quentes passavam pelo meu pescoço, arrepiando-me. Eu queria ela, eu precisava dela. Minha respiração estava acelerada. Gemi ao sentir Demi chupar um de meus seios. Minhas mãos passaram pelas costas nuas de Demi e arranhei-as lentamente. Os beijos de Demi foram abaixando e em um momento extremamente rápido, ela tirou a minha calcinha. Beijou a parte interna da minha coxa, suspirei alto. Mordeu e puxou o meu clitóris, gemi alto. Sem dar tempo de me preparar, Demi começou a chupar a minha intimidade. Eu gemia alto, agarrei os lençóis e puxei-os. Eu tentava mais não conseguia conter os meus gemidos altos. Demetria chupava minha intimidade com toda a sua vontade, até que veio o meu orgasmo. Ela subiu e beijou-me novamente. Penetrou-me com dois dedos e começou a fazer uma vai e vem. Eu arranhava as costas da Demi e gemia no seu ouvido. Ela começou a aumentar cada vez mais os movimentos e começou a fazer movimentos circulares. Gemi alto ao ter um orgasmo. Demi passou uma de suas pernas para um lado. Encostou sua intimidade na minha e começou a "esfregar" uma na outra. Demi ardia em desejo e estava me dando um prazer imenso. Ela começou a fazer movimentos de vai e vem com a sua intimidade rápido e nós duas gemiamos alto. Ela fazia os movimentos cada vez mais rápido, enquanto beijava o meu pescoço. Eu arranhava as costas de Demi e gemia em seu ouvido. -
Você: Ah, Demi.. ah, assim.. Demi.. - eu gemia no seu ouvido. Ela levou seus lábios até o meu ouvido. -
Demi: Gostosa. - ela sussurrou com uma voz rouca, sexy e cheia de desejo. Depois daquilo eu não ria me aguentar, virei-me rapidamente ficando por cima dela. -
Você: Você não deveria ter falado isso, Lovato. - disse em seu ouvido, meu corpo ardia em desejo. Minha mão foi até a sua calcinha e eu á tirei rapidamente. Comecei a dar beijos no seu pescoço, até que dei um chupão e Demi gemeu. Meus beijos foram para os seus seios e eu comecei a chupá-los. Demi gemia cada vez mais auto e arranhava as minhas costas. Na verdade, aquilo me dava mais prazer ainda. Meus beijos foram descendo cada vez mais. Dei uma mordida fraca na parte interna da sua coxa. Sem delongas, comecei a chupar a intimidade de Demi. Penetrei-a com a língua e comecei a fazer movimentos circulares. Demi gritava de prazer. Tirei minha língua e penetrei-a com dois dedos. Comecei a fazer movimentos rápidos com os dedos, enquanto chupava sua intimidade. -
Demi: AH.. (Seu nome) ISSO.. AH.. ASSIM.. - ela gritava de prazer. Finalmente, Demi teve um orgasmo. Subi e beijei-a. Comecei a "esfregar" nossas intimidades como Demi tinha feito comigo e então comecei a fazer movimentos de vai e vem. Nós duas gemíamos alto. O único som que existia naquela casa, naquele quarto, eram nossos gemidos. Nossas respirações estavam aceleradas, mordi o lóbulo da orelha de Demi. Fui parando de fazer os movimentos lentamente e deitei ao seu lado. Cobri-nos com o lençol e viramos uma de frente para a outra. Ficamos nos olhando nos olhos, ofegantes. Ela sorriu para mim. - Isso foi incrível. - ela disse ofegante, sorri. -
Você: Foi perfeito. - nos aproximamos e selamos nosso lábios em um beijo lento, carinhoso, suave. -
Demi: Eu não sei se é muito cedo para te dizer isso. Mais, eu percebi no tempo que ficamos uma longe da outra desde que eu voltei do Brasil e eu preciso te falar. - ela disse. -
Você: Pode falar, Demi. - ela suspirou e encarou-me nos olhos. Puxei-a pela cintura nos aproximando mais. -
Demi: Eu.. eu te amo. Eu te amo muito (Seu nome). - naquele momento o meu mundo parou. Aquelas palavras na voz dela se repetiam na minha cabeça. Todo esse tempo eu me perguntei se eu a amava, se eu estava apaixonada por ela, mas ao ouvir aquilo eu tive certeza. Meu coração estava acelerado e um sorriso abriu sobre os meus lábios. Eu amava ela. Levei minha mão até seu rosto, acariciando-o. Olhávamos nos olhos uma da outra. -
Você: Eu amo muito você, Demi. - eu disse e ela sorriu. Nos aproximamos e selemos nossos lábios dando um selinho demorado. Depois, puxei-a fazendo ela se aconchegar em meus braços e adormecemos abraçadas. -

                                                Demi narrando.

Essa noite tinha sido a mais perfeita de todas. O meu mundo parou, meu coração acelerou, minhas pernas tremeram ao ouvir ela dizer que me amava. Acordei e fui tomar um banho. Fechei os olhos e deixei aquela água escorrendo pelo meu corpo. Meus pensamentos voaram para a noite de ontem. Minha mãe tinha razão, eu estava completamente apaixonada por ela. Sorri ao lembrar-me dela. Sinto alguém abraçando-me pela cintura e abro os olhos. Ela está me encarando com um sorriso no rosto. Um sorriso lindo, o sorriso que eu tanto amo. Acariciei seu rosto.
(Seu nome): Bom dia, amor. - ela sussurrou com nossos lábios praticamente colados um no outro. -
Demi: Bom dia, princesa. - respondi e selei. Ela passou a língua pelos meus lábios pedindo permissão e eu os entreabria. Ela invadiu minha boca com sua língua, fazendo um choque elétrico percorrer o meu corpo. Puxei-a pela nuca para mais perto de mim, enquanto ela me puxava pela cintura. Aquela água quente escorria por nosso corpo, nossas línguas dançavam uma com a outra. Era o momento perfeito. Tudo com ela era perfeito. Nos separamos e sorrimos. Tomamos banho entre vários abraços e beijos. Ela saiu um pouco antes de mim. Depois eu sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e nem passei make. Sai do banheiro e ela estava colocando o seu moletom do Bob Esponja. Escorei-me na porta do banheiro e fiquei olhando para ela. Quando percebeu que estava sendo observada, me olhou. -
(Seu nome): Por que tá me olhando assim? - perguntou sorrindo com aquela voz suave que só ela tem. -
Demi: Só estava vendo você colocar o moletom. Bob Esponja, é? - eu ri, aproximei-me dela e a abracei pela cintura. Ela passou seus braços envolta do meu pescoço. -
(Seu nome): Ah, eu sou uma eterna criança. - falou rindo. Olhei nos seus olhos. -
Demi: Minha eterna criança, só minha. - eu disse e então nós nos beijamos. Eu queria ela para mim, pra sempre. Eu precisava dela. Terminamos o beijo por falta de ar. - Vamos descer?
(Seu nome): Vamos. - sorriu. Abracei-a de lado, saímos do meu quarto e descemos as escadas. Minha mãe, Maddie e Dallas estavam sentadas no sofá assistindo televisão. Quando ouviram nós descendo as escadas e olharam um pouco assustadas quando viram-me com a (Seu nome). Puxei-a pela mão e levei até a frente delas. -
Demi: Mãe, Dallas, essa aqui é a (Seu nome) a garota do Brasil que eu falei para vocês. - sorri e minha mãe levantou-se. -
Dianna: Então foi você que roubou o coração da minha filha? - pude ver a minha garota corar e sorrir. -
(Seu nome): É, sou eu. Eu acho que sim. - ela me olhou rindo. Sorri. - É um prazer Dona Dianna. - ela disse voltando o olhar para minha mãe. -
Dianna: Ah não! - ela disse se jogando no sofá em cima de Dallas. - Me chame só de Dianna, pode tirando esse Dona daí. - disse e sorriu. -
(Seu nome): Ok, Dianna. - sorriu e me olhou. - Demi, eu tenho que ir para casa. Minha mãe deve estar louca atrás de mim. Porque, bom.. eu passei a noite fora de casa e nem deu tempo de avisar. - ela corou absurdamente, eu ri. -
Demi: Eu vou lá contigo, amor. - sorri. - Mãe, to indo ali na casa da frente. - falei já na porta de casa e fechei-a. Atravessemos a rua e entramos em sua casa de mãos dadas. -

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