segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Imagine Lovatic Hot - Capítulo 5.

Acordei com alguém pulando em cima de mim, isso era típico de Sophia.
Sophia: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAACORDA VADIA! - ela gritou, eu ri empurrando-a de cima de mim. -
Você: A tua sorte é que eu to de bom humor, se não eu te mataria agora Sophia. - disse e encarei ela. -
Sophia: Hum, e posso saber o por que desse bom humor? - perguntou. -
Você: Espera que eu vou trocar de roupa, depois eu conto. - fui para o banheiro, fiz minhas higienes matinal, coloquei uma roupa qualquer, arrumei meu cabelo e passei uma make leve. Quando sai, pude ver meu irmão e Sophia conversando. Na hora, eles me olharam. -
Rafael: Que história é essa que você e a Demi se beijaram? - perguntou, eu encarei Sophia na hora. -
Você: Sophia, sua fofoqueira. - dei um tapa na cabeça dela. -
Sophia: Ai, cala a boca os dois e agora conte-nos o porque desse bom humor. - eu sentei na cama e encarei os dois. -
Você: Ai gente, ontem foi a melhor tarde de todas. - eu sorri ao lembrar da tarde passada. Eles se entreolharam e depois olharam para mim. -
Rafael: O que aconteceu ontem? Conte-nos tudo agora. - ele falou. As vezes meu irmão parece ser mulher de tão curioso. Eu suspirei. -
Você: Ontem eu e a Demi passamos a tarde juntas. Se é que vocês dois me entendem. - eu disse rindo. Eles me olharam atentos na hora. -
Sophia: O QUE? É SÉRIO? - eu assenti. - AAAAAAAH, MEU DEUS! - ela começou a gritar e pular. Eu cai na gargalhada. -
Rafael: Então, como foi? - perguntou. -
Sophia: É, o que tu achou? - olhei para eles. -
Você: Ah, gente. - eu suspirei. - Foi perfeita. A Demi é perfeita. - eu falei com um sorriso bobo e safado nos lábios. -
Demi: O que tem eu que eu ouvi o meu nome? - ela perguntou entrando no meu quarto, eu dei um pulo. Sophia e meu irmão começaram a rir. -
Você: Demi, o que tu tá fazendo aqui? - perguntei surpresa. -
Demi: Eu vim te ver, ué. - ela riu. - Agora, fale. O que aconteceu? eu ouvi vocês falando o meu nome. - eu suspirei. -
Rafael: É que a minha irmãzinha estava dizendo para nós, que você deu um extremo prazer para ela ontem. - ele disse rindo, Demi me olhou na hora. Eu arregalei os olhos e encarei-o. -
Você: Ei, eu não disse isso. Eu disse que você é perfeita, Demi. - sorri olhando para ela. -
Sophia: É, você disse: "Ah, gente. Foi perfeita. A Demi é perfeita." - ela tentou imitar a minha voz. -
Rafael: E com um sorriso extremamente malicioso no rosto. - eu olhei para eles. -
Você: Seus vadios, por que vocês não calam a boca? - falei tacando o meu travesseiro na cara de cada um deles. -
Demi: Então, eles sabem de tudo o que a gente passou? - perguntou. -
Você: É, sabem. - eu correi. -
Demi: Ah, então. - ela se sentou ao meu lado. - Eu posso fazer isso aqui. - me puxou e me beijou. Nossas línguas estavam em perfeita sincronia, ela sorriu entre o beijo. Puxava minha nuca para mais perto dela e eu a puxava pela cintura. Chupei sua língua durante o beijo e ela suspirou. Estávamos nos beijando até ouvir uma pessoa dizer: "UOU" E não era Rafael e nem Sophia. Nos separamos rapidamente e olhei para a porta. Minha mãe estava ali, encarando-me. -
Mãe: Dá para alguém me dizer o que tá acontecendo aqui? - perguntou. -
Você: Droga. - sussurrei. - Mãe, vem aqui que eu vou te explicar tudo. - sai puxando ela pela mão, eu não tinha segredos algum com a minha mãe. Fomos para o quarto dela e sentamos na cama. Ele me encarou dizendo para mim explicar, contei tudo desde que conheci Demi. Ela ficou meio assustada, mas no fim nem deu bola. Voltei para o quarto. -
Sophia: E aí, o que ela fez? - joguei-me na cama. -
Você: Como sempre, nada. - falei. -
Rafael: Eu amo a nossa mãe, cara. Ela é muito foda- ele falou e riu. -
Você: Tem mais uma pessoa que você ama e não é a nossa mãe. - disse e ele me encarou já sabendo o que eu ia falar. -
Sophia: Quem? - perguntou. -
Você: Você, Sophia. - disse com um sorriso. -
Rafael: Maninha querida, cala essa tua boca. - disse sorrindo para mim. -
Você: Quem manda dizer que eu falei coisas sem eu falar nada, querido. - disse debochada. -
Rafael: A, é isso mesmo? - perguntou, eu assenti. - Então, você vai ter guerra. - ele subiu em cima de mim na hora e começou a fazer cócegas em mim. Eu ria muito, pedia para ele parar e ele não parava. - Diz que eu sou o melhor irmão do mundo. - falou. -
Você: Vo..cê é o m..elhor i..rmão do mu..ndo - falei entre risadas, começando a ficar sem ar. Ele saiu de cima de mim, parando de fazer cócegas. Respirei fundo, tomando ar. - Seu desgraçado, nunca mais faça isso. - mostrei o dedo, Demi e Sophia só riam da nossa cara. - Agora, será que você minha querida Sophia e você meu amado irmão, poderiam sair do meu quarto? - pedi debochada. -
Sophia: Ah não, tá tão bom aqui. - ela disse só para me irritar. -
Você: AGORA! - gritei. -
Sophia: Credo, estamos indo. - ela reclamou e os dois saíram. Deitei na cama e Demi deitou-se também ficando de frente pra mim. Eu acariciava o seu rosto, enquanto ficávamos nos olhando em silêncio. -
Demi: Você é linda. - ela disse sorrindo para mim. Me aproximei dela. -
Você: E você é perfeita. - falei sorrindo, nos aproximamos e selamos os nossos lábios. Ela passou a língua pelos meus lábios e eu os entreabri, então ela invadiu minha boca com sua língua. Os lábios dela eram quentes, macios, suaves. Puxei-a pela cintura, ela pegou impulso e acabou ficando por cima de mim. O nosso beijo se aprofundou e já transbordava de desejo. Chupei a sua língua com toda a minha vontade e ouvi ela gemer. Minhas mãos estavam passeando por todo o seu corpo, parei-a em cima da bunda de Demi. Puxei-a para baixo, fazendo nossos corpos se colarem mais ainda. Demi passou os seus beijos para o meu pescoço. Puxei o rosto de Demi suavemente e beijei-a novamente. Terminei o beijo chupando o seu lábio inferior. Ela sorriu para mim e deitou-se ao meu lado, ficamos ali abraçadas. Até ouvir minha mãe gritando que o almoço estava pronto. Descemos e fomos almoçar. -
Sophia: Então, vamos fazer o que hoje de tarde? - perguntou. -
Você: Sei lá, podíamos sair nós quatro, ir em uma sorveteria e tals. - falei. Ficamos combinando. Subi para o quarto e escovei os dentes. Desci e fiquei abraçada com Demi, conversando com a Sô e o Rafa. Quando eram umas duas e meia. -
Rafael: Vamos na sorveteria, meninas? Está mega calor. - concordamos. Peguei a chave do carro da minha mãe, já que meu pai tinha saído. Rafael foi dirigindo até uma das melhores sorveterias do Rio. Quando chegamos, fomos nos sentar em uma mesa mais afastada. Por incrível que pareça, não vieram multidões de fãs loucos atrás da Demi. Ficamos rindo, conversando e tomando o sorvete. Depois caminhamos um pouco e voltamos para o carro, já no fim da tarde. -
Sophia: Ei, por que nós não vamos no Cristo Redentor? - perguntou. - Nesse horário, a vista lá de cima fica linda. - concordamos, entramos no carro e partimos até ela. Rafael trancou o carro quando chegamos e subimos. Quando estávamos lá em cima, por um grande milagre não tinha ninguém, só nós. Sophia e Rafael foram para um canto, enquanto eu e Demi sentamos para ficar olhando o pôr-do-sol. Demi estava entre minhas pernas e eu a abraçava por trás. Aquilo estava perfeito, ainda mais com ela ao meu lado. -
Demi: Essa vista é perfeita. - ela disse. -
Você: Ainda mais com você aqui. - eu falei e ela me olhou. Antes de nos beijarmos pude ela ouvir ela sussurrar um "Linda." Sorri e nos beijamos. Nossas línguas brincavam uma com a outra. Depois do beijo, ficamos vendo aquela visto sem falar nada. Até que Demi resolve se pronunciar. -
Demi: Amor.. - meu corpo inteiro estremeu ao ouvir ela me chamar de amor. - olha ali. - ela apontou para um canto, aonde eu pude ver a Sô e o Rafa se beijando. Sorri ao ver aquela cena. -
Você: Os dois sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca admitiram. - sorri e encarei Demi. -
Demi: O amor é lindo, né? - perguntou encarando-me nos olhos. Sorri. -
Você: Ele é perfeito. - sorri e nos beijamos novamente. Seus lábios suaves, tocando nos meus. Nossas línguas dançando uma com a outra. Sua mão em minha nuca acariciando-a. Minhas mão em sua cintura, segurando-a. Nossos corpos estremecendo a cada toque. E um sentimento, um sentimento que eu não sabia qual era. Mais que ali, entre nós duas, existia. -
  As semanas foram se passando e hoje era o último dia da Demi no Brasil. O meu coração apertava só de pensar que eu nunca mais irei vê-lá. Acordei, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie, vesti a minha roupa, passei uma make leve e desci. Meu irmão estava assistindo.
Rafael: Bom dia, princesa. - sorriu para mim. -
Você: Bom dia, maninho lindo. - dei um beijo na sua bochecha, e sentei-me ao seu lado. -
Rafael: Então, hoje é o último dia da Demi aqui, né? - perguntou. -
Você: Sim. - suspirei. -
Rafael: E, tu vai passar a tarde com ela? - perguntou. -
Você: Acho que sim. - sorri. -
Rafael: (Seu nome), como vai ser depois que ela for embora? - perguntou me encarando. -
Você: Eu sinceramente não sei, Rafa. Eu tenho medo de nunca mais vê-lá. - falei triste. -
Rafael: Ô, minha princesinha, não fica assim não. - ele me puxou, abraçou-me e deu um beijo na minha testa. Eu sorri. -
Você: Obrigado por tudo, tá? - acariciei o seu rosto. -
Rafael: Não precisa agradecer, tu é a minha irmãzinha linda e eu vou estar do teu lado sempre que precisar. - ele disse sorrindo. Nós nos abraçamos. Minha mãe nos chamou para almoçar. Fomos almoçar e depois ficamos conversando. Até que ouço meu celular tocar, corro para o quarto, vejo que é Demi e atendo com um sorriso. -
  ~~ Início de Ligação. ~~
Você: Oi Demi. - sorri. -
Demi: Oi princesa. - ela falou e meu corpo estremeceu ao ouvir sua voz. - Então, tu vai vir aqui passar a tarde comigo? - ela perguntou e eu até pude ver um sorriso safado abri sobre os lábios dela. -
Você: Eu vou sim. - sorri. - Que horas tu quer que eu vá? - perguntei. -
Demi: Pode ser, daqui a 15 minutos aqui no hotel?
Você: Claro. Daqui a pouco estou ai, então. Beijos.
Demi: Beijos. - desliguei o celular. -
  ~~ Fim de Ligação. ~~
Desci as escadas correndo e parei na frente da minha mãe que estava assistindo televisão com meu irmão.
Você: Mãe, você vai usar o carro hoje? - perguntei. -
Mãe: Não, hoje não vou precisar ir para a empresa. - sorriu. -
Você: Tem como tu emprestar a chave do teu carro? É que amanhã a Demi vai embora e eu vou ir passar essa tarde com ela. Por favor. - fiz cara de bebê. -
Mãe: Tá bom. Aqui está. - ela tirou a chave do bolso e me entregou. - 
Você: Obrigado mãe mais linda do mundo. - falei pegando a chave, dei um beijo no seu rosto e sai de casa. Entrei no carro e logo dei a partida saindo rumo ao hotel. Quando cheguei lá, estacionei, tranquei o carro e entrei no hotel. Chamei o elevador e ele logo veio. Entrei, apertei o botão do andar da Demi e ele logo chegou. Sai e fui andando calmamente até a porta do quarto dela. Bati uma vez e ela logo abriu com um sorriso, entrei no quarto e ela fechou a porta. Logo veio até mim e me abraçou pela cintura, acariciei o seu rosto. - Então, hoje é o seu último dia aqui. - eu falei suspirando. -
Demi: Eu vou sentir a sua falta. - ela falou com um sorriso triste. -
Você: Eu também vou sentir a tua falta, Demi. - nós nos abraçamos e então eu respirei aquele perfume que me enlouquecia. Olhei-a. - Vamos aproveitar, ok? Nada de ficarmos tristes. - eu sorri. -
Demi: É pra já. - ela disse sorrindo e me beijou logo em seguida. Fomos andando enquanto nos beijávamos e ela me deitou lentamente na cama, ficando por cima de mim. Quando percebi já estávamos nuas, dando prazer uma a outra. Então, passamos a nossa tarde inteira ali, até que caímos uma do lado da outra cansadas e adormecemos. Acordamos já de noite, levantamos e colocamos nossas roupas. Eu tinha que ir embora. Olhei para Demi. -
Você: Eu tenho que ir embora, Demi. - falei. - E tu tem que se arrumar, porque daqui a algumas horas o teu voo sai. - falei. Sem dizer nada, ela se aproximou de mim e me abraçou forte. Eu não queria soltá-la. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. -
Demi: Todo esse tempo que eu passei contigo, foi perfeito. Eu nunca vou esquecer de ti, ok? - eu assenti. - E tu vai esquecer de mim? - perguntou, aproximei-me dela. -
Você: Eu nunca vou me esquecer de ti. Eu vou continuar sendo a sua Lovatic. - sorri. - Eu.. eu tenho que ir.
Demi: Ok. - ela me levou até a porta e antes de abri-lá, puxou-me pela cintura e nos beijamos. Um beijo calmo, com carinho, com suavidade. Um beijo que nós nunca iríamos esquecer, talvez o nosso último beijo. Terminamos por conta da falta de ar. Abri a porta e antes de sair disse: -
Você: Tchau Demi.
Demi: Tchau (Seu nome). - olhei-a mais uma vez antes de sair e fui embora. Quando cheguei no carro, dei logo a partida, deixando o motivo do meu sorriso para trás. Quando cheguei em casa, fui direto para o meu quarto. Deitei-me na cama e comecei a pensar nela. As lágrimas começaram a escorrer de meus olhos. Será que eu iria vê-lá novamente? Será que ela iria esquecer de mim? E por que está doendo tanto assim? Por que eu não quero deixá-lá ir? Acabo adormecendo entre tantas perguntas e lágrimas. -

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