Você narrando.
Demi: Amor, ligaram do hospital pra cá. Os teus pais sofreram um acidente grave e.. - ela abaixou a cabeça. - o teu pai e a tua mãe, morreram amor. Eu sinto muito. - ela falou de cabeça baixa. Eu não movi um músculo se quer. Ela levantou a cabeça, me olhando. Eu não acreditava, eles estavam mentindo. Não, meus pais não. -
Você: Não. - eu levantei-me rapidamente. - Vocês estão brincando comigo, é mentira. Ele estão bem, né? É mentira de vocês. - olhei para Demi, que me olhava sentada. - Demi, diz que é mentira.. por favor. - eu disse com a voz embargada. Ela se levantou e me abraçou forte. Eu comecei a chorar, chorar como um bebê. -
Demi: Eu sinto muito, meu amor. - soltei-me dela, sentei no sofá e comecei a chorar. Os meus pais estavam mortos? Por que isso estava acontecendo comigo? A minha mãe? O meu pai? Eu chorava alto. Demi se sentou ao meu lado e abraçou-me de lado. Chorei mais ainda em seu colo. Eu queria tirar aquela dor insuportável do meu corpo. Eu queria acordar e descobrir que aquilo era um pesadelo. E ainda tem que arrumar tudo, tem que ir no hospital. Eu não conseguiria fazer aquilo, meu irmão também não. -
Você: Demi.. - chamei-a com a voz baixa, ela me olhou. -
Demi: Fala meu amor. - disse me olhando. -
Você: Pede pra tua mãe e pro teu pai irem no hospital resolverem tudo essas coisas que tem que resolver. Eu não vou conseguir, por favor.. - eu pedi chorando. Ela me abraçou. -
Demi: Eu vou lá falar com eles. - ela disse e se levantou. - Daqui a pouco, eu volto. - deu um beijo na minha testa e saiu. Deitei no sofá e comecei a chorar como um grande bebê. -
Demi narrando.
Cheguei em casa e fui direto para o quarto dos meus pais. Sentei ao lado da minha mãe e balancei-a levemente. Ela foi acordando aos poucos.
Dianna: Demi? O que aconteceu? - ela falou se sentando na cama, ainda sonolenta. -
Demi: Mãe, eu preciso de um fazer seu. - eu falei. Ela me encarou. -
Dianna: A essa hora da noite? Sério mesmo, Demi? - olhou-me. -
Demi: Mãe, por favor. Eu preciso que tu vá no hospital. - falei, ela deu um pulo da cama. -
Dianna: Hospital? Por que? O que aconteceu? - perguntou uma coisa atrás da outra. -
Demi: Os pais da (Seu nome) sofreram um acidente grave e eles.. morreram. - abaixei a cabeça. - Ela pediu pra ti ir no hospital e ver aquelas coisas de papeladas e pans. É que ela está tão mal, mãe. Por favor. - olhei para minha mãe. -
Dianna: Ah meu Deus. Eu vou sim, filha. - ela me abraçou. - Eu amo você. - ela disse e eu sorri. -
Demi: Obrigado. Eu também amo você, mãe. - dei um beijo na bochecha dela e sai do seu quarto. Estava indo para o meu quarto pensar um pouco, até que eu sinto um aperto no coração. Um pressentimento ruim, como se algo fosse acontecer. Desci correndo as escadas e sai correndo de casa. Entrei com tudo na casa da minha menina e vi apenas Sophia e Rafael na sala. - Cadê a (Seu nome)? - perguntei. -
Sophia: Está lá em cima. - subi as escadas correndo e fui até a porta de seu quarto. Quando eu abri a porta tudo parou. A minha menina estava encolhida em um canto do quarto, chorando muito, com uma gilete na mão a ponto de se cortar. Sem dizer nada, corri até ela e tirei a gilete de sua mão. -
Demi: Não, meu amor. Não. - joguei a gilete do outro lado do quarto, puxei-a fazendo ela me abraçar. Nada mais se ouvia naquele quarto, só o barulho dos soluços dela. Chorava como um bebê em meus braços e aquilo acabava comigo. Abracei-a pela cintura e a levantei, colocando na cama. Fui acalmando ela aos poucos, fazendo-a parar de chorar. Olhei em seus olhos. -
(Seu nome): Me desculpa, Demi. Eu ia me cortar, eu ia ser fraca novamente. Desculpa, desculpa, desculpa. - ela pediu. -
Demi: Meu amor, não precisa pedir desculpas. Eu só quero que tu me prometa que não vai fazer isso, ok? Me promete, princesa. - olhei-a e ela assentiu. -
(Seu nome): Eu prometo, eu prometo. - ela disse, nós nos beijamos. Fui deitando-a lentamente na cama, enquanto nos beijávamos. A falta de ar começou e eu separei nossos lábios. Deitei ao seu lado e puxei-a para mais perto de mim, aconchegando-a em meus braços. - Eu te amo, Demi. - pude ouvir ela sussurrar. -
Demi: Eu te amo minha princesa. - falei em seu ouvido e adormecemos ali, abraçadas. -
Você narrando.
Dois meses se passaram. Se você me perguntar nesse momento como está a minha vida, eu diria horrível. Se me perguntasse a quatro meses atrás eu diria perfeita. Depois que meus pais morreram tudo foi desmoronando aos poucos. Eu só ficava em casa, não saia mais. Eu e Demi brigamos e terminamos. Pois é, não existe mais Eu&Demi. Estamos separadas á um mês já e cara, a falta que ela me faz é tão grande. Tudo por um ciúmes idiota. Estou deitada na minha cama, olhando para o nada e me vem novamente aquela cena na minha cabeça.
~~ Início de FlashBack. ~~
Estava terminando de trocar de roupa, tinha acabado de sair do banho. Quando sai, pude ver Demi sentada na cama com uma expressão séria e meu IPhone na mão.
Você: Aconteceu alguma coisa, amor? - perguntei e sentei ao seu lado. Ela levantou-se e parou na minha frente. -
Demi: Quem é Érick, (Seu nome)? - me perguntou, seca. -
Você: Érick? - perguntei confusa. -
Demi: É, esse tal de Érick te mandou uma mensagem. Mandando tu ir na empresa, que ele queria matar as saudades de ti e ainda te chamou de "minha lindinha." - ela suspirou. - Quem é, Érick? Por que você fez isso? - os seus olhos encheram-se de lágrimas. -
Você: Mais, eu não fiz nada Demi. - levantei-me. -
Demi: COMO NÃO? PORRA, EU PENSEI QUE TU ME AMAVA. - as lágrimas já escorriam de seus olhos. -
Você: E EU PENSEI QUE VOCÊ CONFIAVA EM MIM. - gritei já com raiva. -
Demi: E EU CONFIAVA. MAIS, DEPOIS DESSA MENSAGEM EU NÃO SEI SE DEVO CONFIAR. QUER SABER? EU VOU EMBORA. - ela virou e foi saindo. -
Você: Demi.. - segurei sua mão, ela me olhou e soltou-a. -
Demi: Entre eu e você, não existe mais nada. - ela disse e saiu de lá. Eu deitei na cama e comecei a chorar. Ela nem me deixou explicar. Érick é um senhor de 60 anos, casado, com filhos que trabalhava com meus pais na empresa no Brasil. Nós sempre nos demos muito bem, ele era como um segundo pai para mim e sempre me chamava de "minha lindinha", desde pequena. Porra, eu amo a Demetria cara. Eu nunca iria trai-lá. -
~~ Fim de FlashBack. ~~
As lágrimas já escorriam dos meus olhos, ao lembrar-me de tal cena. Era tão difícil perceber que eu amo Demetria? Que para mim não existe mais nada além dela? Desde aquele dia, nós nunca mais nos falamos. Eu sinto tanto a falta dela. Está um calor insuportável, então decido ir a praia correr um pouco. Troquei de roupa, colocando um biquine, um shorts jeans curto por cima e uma blusa qualquer. Coloquei o meu tênis, peguei a chave do meu carro e dei a partida. Fui para uma das praias mais isoladas de lá. Estacionei o carro e tranquei-o. Fui andando pela praia, só vendo as ondas se quebrando. Conectei o fone no IPhone e comecei a ouvir música. A primeira era "Don't Forget. " "Você se esqueceu, tudo que tivemos." "Você se esqueceu, de mim?" Aquilo se repetia na minha cabeça. Você se esqueceu da gente, Demi? Será? Uma lágrima escorreu de meus olhos. Estava andando de cabeça baixa e quando levanto a cabeça, vejo uma pessoa correndo em minha direção. Não deu tempo de eu desviar e ela acabou esbarrando em mim, fazendo-nos cair. A pessoa acabou caindo por cima de mim. Quando olhei para ver o rosto da garota, o mundo ao meu redor parou. Era ela. Demetria. Nossos olhares se encontraram e ficamos ali paradas, sem fazer nada nada.
Demi: Ah, foi mal por te derrubar (Seu nome). - ela falou seca, aquilo doeu. Ela foi se levantar, mas eu fui mais rápida. Passei um dos meus braços pela cintura dela, puxando-a para perto de mim, fazendo ela cair sobre mim novamente. Uma de minhas mãos, foram até a sua nuca. Ela olhou-me. - (Seu nome).. - ela sussurrou. Nossas respirações já estavam formando uma só. Nós estávamos nos completando, novamente. -
Você: Demi.. - sussurrei. Puxei-a pela nunca para mais perto de mim e finalmente nossos lábios se encontraram. Passei a língua no seu lábio inferior, pedindo passagem. Ela entreabriu e eu invadi sua boca com a minha língua. Quando nossas línguas se encontraram novamente, depois de um mês, uma corrente elétrica passou por todo o meu corpo. Nossas línguas dançavam uma com a outra, a cada toque delas meu corpo estremecia. Eu sentia falta daquele beijo, eu sentia falta dela. Eu puxava ela para mais perto de mim. Minha mão em sua nuca, puxava-a para mais perto, colando ainda mais nossos lábios. Meu braço ao redor de sua cintura, firmaram-se ao redor dela e puxei-a para mais perto de mim. A falta de ar começou e nós tivemos que separar nossos lábios. Ficamos nos encarando por alguns minutos. - Você sentiu tanta falta, como eu senti? - perguntei. -
Demi: Senti falta do que? - perguntou. -
Você: Demi, você sentiu falta de mim? Sentiu falta de nós? Das nossas noites, dos nossos beijos? Sentiu tanta falta, como eu senti? - perguntei, ela me encarou por alguns segundos sem dizer nada. -
Demi: Senti. Eu senti muito a falta de tudo isso. Mais.. - ela suspirou e saiu de cima de mim, sentando-se na areia. Sentei-me ao seu lado. -
Você: Olha Demi, quando você terminou comigo por causa daquela mensagem, você não me deixou explicar. Então, agora você vai me ouvir. Pode ser? - olhei-a. -
Demi: Tudo bem, pode falar. - me olhou. -
Você: Vem cá. - sentei-me de frente para ela e puxei-a pela cintura, para ficar mais perto de mim. Acariciei o seu rosto. - Presta muita atenção no que eu vou te falar Demi. - ela assentiu. - Aquele Érick que mandou mensagem para mim, é um senhor de 60 anos, casado, com filhos. Ele morava no Brasil e trabalha na empresa com o meu pai. Mas, ele se mudou para cá. Eu e ele sempre nos demos muito bem e estávamos a um tempo sem nos ver. Ele sempre foi um segundo pai para mim e sempre me chamou de "minha lindinha", desde pequena. - Demi suspirou e olhou para baixo. -
Demi: Desculpa. - sussurrou e abaixou a cabeça. Levei minha mão até seu queixo e lentamente levantei sua cabeça. -
Você: Ei, olha pra mim. - pedi, ela me olhou nos olhos. Acariciei o seu rosto. - Eu nunca te trai e nem seria louca de fazer isso. Demi, eu te amo cara. Eu te amo tanto e quando tu virou as costas e foi embora, foi como se estivessem me matando aos poucos. Tu imagina como foi ficar um mês sem você? Falta uma metade de mim, falta uma metade do meu coração. Tu me completa, Demetria. Me completa quando me beija, quando me toca, quando sorri pra mim, quando me abraça, quando pega na minha mão, quando diz que me ama. Me completa nas tardes e noites que nós passávamos juntas. Você é a minha outra metade, o meu motivo de seguir em frente todos os dias. - uma lágrima escorreu dos meus olhos e dos dela também. - Você é minha, Demi. Você é e sempre será minha. Eu te amo tanto, cara. Por favor, não desconfia disso. - falei, pedi. Ela me olhou. -
Demi: Eu não vou duvidar. - ela disse e então me abraçou. Apertei-a em meus braços, eu queria ela ali comigo. Não queria larga-la, não queria perde-lá novamente. Nos soltamos e ficamos nos olhando. - Desculpa ter desconfiado de ti, meu amor. É que o ciúmes bateu forte e eu acabei desconfiando de ti. Mas, eu juro que confio em ti. Eu juro, princesa. Eu senti tanto a sua falta. O seu abraço, o seu sorriso, o seu cheiro, o seu toque, tudo em você é uma parte de mim agora meu amor. Sem você não dá mais pra viver. Eu te amo, eu te amo amor. - ela disse olhando-me nos olhos. Eu sorri. -
Você: Eu te amo, minha princesa. - falei e selamos nossos lábios. Um beijo carinhoso, lento, suave, calmo, com amor. Aquele beijo transmitia todos os sentimentos que existia entre a gente. Nossas línguas brincavam uma com a outra. A falta de ar chegou e nós nos separamos. Sentei ao seu lado, e abracei-a de lado. Então, ficamos ali. Abraçadas de lado, ela com a sua cabeça deita no meu ombro, com o vento batendo no nosso rosto, vendo as ondas se quebrarem, juntas. E seria assim para sempre, deveria ser assim. Nós duas, juntas. -
Own, ti lindo *u* Comecei a ler seu imagine hoje, mas já estou amando. É muito bom, parabéns.
ResponderExcluirQ cap fofo!!!!! Vei teu imagine me vicia!! espero q nao demore pra postar mais!!!
ResponderExcluirPosta mais porfavor amei seu imagine
ResponderExcluirOMG! que perfeito seu imagine achei lindooo
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